Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de março de 2013

Amor, enquanto aguardamos o Reino de Deus na Terra


Nenhuma teocracia pode se tornar factível, antes que venha o único verdadeiro Rei, antes que volte aquele que "convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio." (Atos 3:21).

A excelente presença do Espírito Consolador conosco já por quase dois milênios, habilita-nos, desde então, enquanto buscamos andar no caminho que conduz a vida eterna, a sermos servos a serviço do Reino vindouro, cumprindo algumas missões designadas, sintetizadas em duas:

"Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15) e "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." (João 13:35).

No entanto, bem sabemos que a instituição do Reino de Deus na Terra ainda é vindoura. Nós não estamos autorizados a constitui-lo com a força do nosso próprio braço mas, apenas a servi-lo em obediência ao Evangelho do Reino.

Não foi a toa que o Senhor falou: "Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma. (João 15:5).

Somente "o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos" (Apocalipse 5:5), poderá vir a reinar em teocracia.

Somente o Cordeiro, que foi morto e é digno de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças é que poderá vir a julgar a humanidade. (Apocalipse 5:12), no momento futuro que ainda será designado (dado a conhecer) pelo Pai. Aqueles que conhecem os sinais, sabem que é a qualquer momento, breve mesmo.

Não seja tolo, não deseje carregar o mundo nas costas!
Por isso todo cristão que estiver optando por trilhar os cruéis caminhos da ordem política humana, de modo algum estará escolhendo a melhor parte daquilo que lhe poderia caber e o faz pela sua própria escolha, conta e risco. Ele é o único responsável por essa sua escolha de participação neste meio, nada recomendável ao cristão.

Convém, sempre, que se permita que os governos das nações permaneçam como eles próprios desejam ser, como estados laicos. Tentar conciliar os governos das nações com o Reino de Deus é algo ainda mais tolo do que desejar agradar a homens, obedecendo-os, antes do que a Deus.

Antes que Jesus volte a nós, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória (Mateus 24:30), todos os humanos que tentarem governar a humanidade, seja em nome de uma pretensa teocracia, ou seja em nome de qualquer outra denominação mundana, inexoravelmente, fracassarão.

Mas as tribulações de todos nós consistirá, justamente, no fato de que alguns humanos desesperados e perdidos, mesmo apoiados, ainda, por forças espirituais malignas e derrotadas, virão e ousarão querer governar o mundo e isso será para nós sofrimento mas, precisa acontecer.

Não haverá legislador ou lei alguma que possa nos livrar de que tais coisas venham a ocorrer. Não obstante, sabemos que a humanidade pertence a glória da soberania de Deus, e que tais coisas sucederão com a permissão dele, para que se cumpra tudo aquilo que está escrito a nosso respeito.

De modo algum devemos temer as consequências que possam resultar da tirania que vier sobre o mundo, imposta a partir daquilo que é impuro. Sobre tais coisas, nós já fomos desde cedo muito bem orientados: Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual nem de qualquer espécie de impureza nem de cobiça; pois estas coisas não são próprias para os santos. (Efésios 5:3).

É verdade que "O ímpio maquina contra o justo, e contra ele range os dentes." (Salmos 37:12) mas, é verdade também que, "Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus." (Salmos 10:4). Assim, essa luta já não é mais apenas nossa e, "porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, ... (Efésios 6:12) "... assim o SENHOR vos diz: Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão; pois a peleja não é vossa, mas de Deus." (II Crônicas 20:15)". "Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás (de longe) para o seu lugar, e não aparecerá." (Salmos 37 : 10)

Não convém aos cristãos se altercarem com as questões "do mundo", antes, convém lembrar que deixamos o mundo, onde, fatalmente, a inclinação da mente do homem imperfeito propende para o pensamento errado. A mente do homem “físico”, em contraste com o homem “espiritual”, inclina-se para coisas materialistas.

A Bíblia chama isso de ‘carnalidade da mente’. (Col 2:18) Lembra-se aos cristãos que eles anteriormente eram, também, inimigos de Deus, porque suas mentes ora se fixavam em obras iníquas, assim como ocorre, ainda, com toda multidão dos que persistem em estar "no mundo". O nosso único requerimento, é levar o Evangelho do Reino e da Graça de Deus com amor, conforme instruiu Jesus Cristo.

Fazer provocações e "começar uma discussão (seja entre concrentes, ou seja, ainda mais, com as pessoas do mundo,) é como abrir brecha num dique; por isso resolva a questão antes que surja a contenda." (Provérbios 17:14). Se não for para evangelizar com amor, se não for para a edificar na obra do Reino e da Graça de Deus, por que, então, nos altercarmos com o mundo? Acaso somos nós tal qual os ímpios também?

Se nos altercamos, é para falharmos, como têm feito alguns e, tornando-nos em a nós mesmos em motivos de zombaria, atiçando a ira dos que andam cegos, causando-os a tropeçar por despertar neles o escarnecer ao nosso Deus. Não, não seja eu aquele a quem Jesus se referia ao dizer: "Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão." (Lucas 6:42)

Não precisamos agradar a homens mas, precisamos de forma natural ser exemplares em tudo diante deles. Como nos instou Jesus, sermos, de fato, como "o sal da terra e a luz do mundo", a fim de que eles, se forem em algo sensatos, abriram os seus ouvidos a mensagem que devemos levar e para que, com isso, mesmo os dias das nossas próprias dores sejam diminuídos, pois está escrito: "E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim." (Mateus 24:14).

O estilo corporativista pentecostal de fazer política no Brasil, começou em 1986, com a eleição para a Constituinte. O estilo corporativista pentecostal de fazer política, que atualmente predomina, não é parte essencial da fé evangélica e nem da fé do seu segmento pentecostal, mas tudo indica que ele ainda terá fôlego por um certo tempo, porém, não vai durar para sempre e um dia será superado.

Há, ainda, uma outra passagem bíblica importante a considerar, que nos instrui em detalhes vitais quanto a tal questão:

"Se eu disser ao ímpio: Oh, ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para dissuadir ao ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, porém o seu sangue eu o requererei da tua mão. Mas, se advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, ele morrerá na sua iniquidade; mas tu livraste a tua alma." (Ezequiel 33:8-9)

Repare no que diz o Senhor Jeová: " ... advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta ... ". Jeová não diz "para condená-lo" pois não cabe a nós esse direito e muito menos Ele diz "para irritá-lo e fazê-lo tropeçar", pois, assim o fazendo, eu creio que o sangue cobrado das nossas mãos seria até mesmo dobrado, pois levamos com malícia e falsidade, a mensagem que é santa.

Quem se põe como atalaia do povo, que se faça santo e irrepreensível em tudo mas, principalmente em expressar sabedoria, dando os alertas certos, nas horas adequadas, repreendendo, ensinando, redarguindo, corrigindo e instruindo em justiça, para a benção e não para a maldição, para a salvação e não para o tropeço, conforme a verdade da vontade de Deus o é, a saber:

"Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor DEUS; Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?" (Ezequiel 18:23). "Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade." (1 Timóteo 2:3-4).

Portanto, cessai as covardes mentiras e as palavras de impretérito, aqueles que as praticam, vituperando, em falsidade, a Palavra do desejo e do nome do Todo Poderoso.

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (João 16:33), diz o nosso Senhor e Salvador!

Guerra e Neutralidade - Devem os Cristãos Permanecer Neutros Durante a Guerra?


Aos irmãos cristãos que se encontram nesta leitura, eu peço, com sincera preocupação, que considere a necessidade de reavaliar com zelo, a luz e a base das Escrituras, tudo aquilo que você já tem aprendido sobre essa tema. Creio que essa necessidade tende a se tornar a cada dia mais premente, a medida que vemos chegar mais próximo o grande dia de Deus. Independente de qualquer julgamento nosso, sobre aquilo que Deus nos peça, cabe nos, sempre, obedecer.

Acredito que nós humanos vivamos na Terra, um tempo em que os milagres da parte do Deus se encontram ainda ativos e operantes, por meio do seu Espírito, presente aqui conosco, de modo permanente, a quase 2000 anos. Acredito que essa atividade e operacionalidade do Espirito da parte e Deus, também, deva vir a ser tornar, a cada dia, ainda mais acentuado.

O grande dia de Deus, o maior de todos os dias, não será o dia do desterro e da destruição dos ímpios pois, isso é apenas um mal necessário e Jeová, mesmo o cumprindo, integramente em sua Justiça, a qual não pode ser negada, Ele não se agrada disso, de fato, mais do que se agrada em amar os seus filhos.

A Graça da Salvação do Cordeiro e a Justiça do Leão de Todas as Tribos
 Glória e Majestade dAquele que cujo Nome foi colocado acima de todo nome
e que recebeu Todo Poder - Cristo Jesus
Deus deseja a volta do seu Reino de Suprema Paz, assim como era no princípio, ao invés de precisar continuar sendo o Senhor Deus dos Exércitos. Tudo que temos vivido em nossa história e, tudo o que continuaremos vivendo, é em função dessa trajetória de retorno.

Deus é o Soberano de Amor e de Justiça, mas quando, por fim, não houver mais razões que exijam a necessidade de justiça precisar existir pois, a lei se tornará desnecessária, só restará o amor. Isso será para a glória de Deus mas, nisso também constitui a nossa restituição.

Está é a última estação prevista para essa nossa jornada e, portanto será o maior de todos os dias do grande dia de Deus pois, Jeová se agrada, verdadeiramente, em nos restituir. Esperemos em Deus, descansemos nEle e Ele tudo fará, conforme prometeu.

Todavia, enquanto a história se movimenta, a Palavra de Deus nos dá conta de que guerras ainda haverão. Como nós que desejamos permanecer em Cristo, devemos nos posicionar ante a isso? Será que devemos explicitamente desejar a punição a punição do ímpio? Ou será que devemos, tão somente, levar-lhes o evangelho com amor e, alertando-os a fim de que eles possam se converter dos seus caminhos, enquanto que, quanto a nós mesmo, desejarmos apenas que sejamos livrados de todos os males?

O apóstolo Pedro ligou o período anterior ao Dilúvio com a destruição futura no tempo do fim, mostrando-nos que os dois eventos estão relacionados. Os escarnecedores que ridicularizaram Noé representam aqueles que ridicularizam os justos no tempo do fim.

Devemos, portanto, prestar atenção àquilo que aconteceu no período do Dilúvio. Em Lucas 17:26, 27, o próprio Jesus afirmou: “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem. Comiam, bebiam, casavam, e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o Dilúvio, e os consumiu a todos.”

Há algumas diferenças a se considerar e, que nos diz respeito diretamente, sobre a "destruição do mau específico" que houve no tempo de Noé e a "destruição do mau específico" que ainda há de acontecer. Naquele tempo e, desde o princípio, Deus falava diretamente aos homens. Quando algo não ia bem, o próprio Deus se dirigia aos homens e os instava, amorosamente, à correção.

Foi assim, por exemplo, com Caim, quando, antes dele cometer o seu crime o Senhor instou com ele: "E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar." Ge 4:6,7.

Ora, não foram essas palavras amorosas de alerta, suficientes até para um tolo compreender, o que seria o certo e o errado, diante do Senhor? Sim, é por causa dela ter havido que a responsabilidade dos atos de Caim passou a recair sobre ele. Caim foi instruído e rejeitou a instrução.

Todos sabemos qual foi a decisão e a atitude de Caim e, por acaso se sentiu Deus frustrado por Caim ter rejeitado a sua instrução? Absolutamente não, por causa da sua Justiça, Deus condenou o seu ato mas, Deus permitiu que ele vivesse e ainda o protegeu, impedindo que houvesse vingança humana contra ele. Uma eventual vingança que se concretizasse, só significaria, a quem a praticasse, tropeçar também.

Assim, cada homem é o exclusivo responsável pelas suas escolhas e culpado pelos seus erros, diante da Justiça e Deus. Todavia, nos dias de hoje, Deus não fala mais diretamente aos Homens mas, as suas instâncias à correção humana continuam, dadas por aquele que verdadeiramente carregam a marca de ter o zelo pela Palavra.

Assim, pregar o Evangelho com amor requer agir na compreensão de que só podemos mudar a nós mesmos, aos outros só podemos amar, sendo instrumentos da correção, "Porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem." (Pv 3:12). Assim como a ordem é "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."(Marcos 16:15), significa, também, que Deus ama a "toda criatura".

Por que ama a todos, conseguintemente, Ele não excluí ninguém da sua Justiça. De modo que, assim como Deus responsabilizou os homens pela impiedade da época em que Noé viveu, cada homem continuará responsável pelas suas escolhas e atos até o fim.

Logo após abençoar-nos, Jesus Cristo nos instou-nos, também, à máxima das obras excelentes ao dizer: "Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;" (Mateus 5:44)

Havemos que considerar isso mesmo debaixo das piores tribulações, mesmo em tempos de guerra e principalmente pregando o Evangelho. Nem mesmo o Senhor Jeová, a quem nada é impossível, condenará um humano pecador contumaz à destruição por ódio, mas o fazendo, o fará por Justiça e, Justiça que somente Ele próprio pode fazer, na justa e suficiente medida para que o amor volte a ser o único dom do Reino.

Cada ser humano e responsável pela sua própria condição espiritual e, encerrando-se em apenas dizer a verdade e agir com amor e nada mais, os homens o são pela condição espiritual de suas respectivas famílias e, consequentemente, da sociedade em que a família, que é a unidade mais básica do arranjo de Deus, está inserida.

Transcrição do Texto Bíblico do Livro de Isaías 2:4 Gravado no Muro do Prédio da Organização das Nações Unidas - ONU - Brooklyn - N.Y.

Considere a indagação e a resposta dada, diante da visão do profeta Zacarias sobre a vontade de Jeová para com os seus "ungidos, que estão diante do Senhor de toda a terra." (Zacarias 4:14):

"Senhor meu, que é isto? Então respondeu o anjo que falava comigo, dizendo-me: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu. E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos." (Zacarias 4:4-6)

Assim, concluindo, não convém a um cristão desejar mal algum a ninguém, nem mesmo aquele que é sabido e esperado, e que procede como sentença final da parte do Julgador que Há Sobre Tudo o que Existe e o seu Seu Delegado, que recebeu Todo o Poder, com o futuro desterro e destruição dos seres humanos ímpios. Antes façamos como o próprio Senhor Jeová o faz, desejemos sinceramente, que Todos os seres humanos sejam salvos.

Quanto as guerras, a única que nos resta, verdadeiramente, é levar o Evangelho com Amor, todas as demais que houverem, seja no futuro próximo, ou mais distante, serão pedras de tropeço, provas para peneirar os próprios ímpios, portanto, mantende-vos, desde já, transcendidos para adiante desse tempo e tribulação, focado de mente, coração e espírito, no Reino de Deus através do Rei Jesus.

"Ele julgará entre as nações e resolverá contendas de muitos povos. Eles farão de suas espadas arados, e de suas lanças foices. Uma nação não mais pegará em armas para atacar outra nação, elas jamais tornarão a preparar-se para a guerra." (Isaías 2:4)

Veja também:

O Mistério das Palavras que Faltam na Inscrição da Parede de Pedra das Nações Unidas (Nova York)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O Amor Suporta Sofrimento, Todavia, Não O Causa! Então não Aceite Sofrer Por Amor Romântico!


O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:4-7

O amor é sofredor ... MAS O AMOR NÃO CAUSA SOFRIMENTO! Nenhum tipo de amor pode CAUSAR SOFRIMENTO.

Sendo mesmo verdadeiro, O AMOR, sempre TEM LIMITES

Existem alguns tipos distintos de amor e, em sua essência, são todos "amores incondicionais", com exceção de um pequeno detalhe: o amor romântico, o amor de uma relação conjugal, é o único tipo de amor que REQUER, NECESSARIAMENTE, uma via de mão dupla para poder existir!!! Isso é fato!! Caso contrário, ou ele se torna como um amor fraterno (amor entre irmãos) ou acaba por se tornar como algo destrutivo, uma aberração desnaturada que nada tem com relação ao amor!

Portanto, ficai atento e se perguntai: Você coloca TODAS suas expectativas de vida em relacionamentos amorosos? Você tem a perspectiva que o amor romântico é a sua realização mais importante?

Existem pessoas que ao longo da vida acabam se envolvendo com os mais variados tipos de pessoas, simplesmente porque não conseguem viver sozinhas.

O que não imaginam é que, geralmente, esses relacionamentos, baseados na carência excessiva de uma das partes, podem ser extremamente destrutivos.

Na vida de todas as pessoas nada mais é importante que o amor, que é a base de tudo e de todos, pois, quando amamos algo ou alguém, obtemos algo precioso: mantemos o nosso equilíbrio emocional.

O amor é a primeira e a segunda coisa mais importante para Deus, pois está no âmago de dois dos Seus mais importantes mandamentos. Contudo, tem sido exatamente o amor um dos sentimentos mais negados ao próximo na sociedade atual.

Por que isso acontece? Não é por falta de capacidade de se sentir amor mas, sim, por falta de conhecimento a respeito. Mas, quais são os conhecimentos necessários para aprender a amar melhor? Comece, então colocando algumas coisas no seu devido lugar: Não é o amor que sustenta um relacionamento, mas sim, o modo de se relacionar que permite a permanência do amor!

Eu mesmo tenho buscado seguir os seguintes passos de aprendizagem:
  • A amar me (amar a mim próprio), incondicionalmente, independente da minha relação com qualquer outro ser, exceto a Deus, a quem devemos amar acima de tudo. É só assim sendo, que eu poderei amar sem restrições quem me cerca;
  • A parar de fazer coisas as quais eu não gosto, feitas só para agradar a pessoas. Em geral as pessoas não apreciam nem valorizam sacrifícios feitos por elas, algumas chegam mesmo a temer que isso as torne endividadas; As pessoas que nos amam gostam que compartilhar conosco das coisas que fazemos naturalmente. A isso chama-se afinidade.
  • Apesar de todas as circunstâncias desfavoráveis existentes, nunca deixar de acreditar no amor. Acreditar, sempre, nas várias diferentes formas de amor ao próximo, pois nós, seres humanos, não fomos feitos para a solidão;
  • Que o amor, e suas formas, é, sempre, muito acima das paixões, um sentimento de cooperação. Onde não há cooperação e cumplicidade, de alguma forma, não há amor. Nem mesmo a piedade mais pura conseguirá sobrevive para sempre, sem que se desenvolva algum fruto que cause satisfação a alma humana;
  • Ter desapego o bastante para não prosseguir alimentando relações que só trazem sofrimento. Se após algum tempo uma relação parecer não funcionar com cooperação e cumplicidade, e, não trouxer apenas benefícios as partes benefícios, desapegue-se dela sem constrangimentos, antes de assumir comprometimentos maiores.
Uma verdade que poucas pessoas são capazes de enxergar é a de que ninguém nos engana nesta vida, nós é que nos permitimos ser enganados de modo que, somos nós mesmos que nos enganamos.

Se alguém pensa amar o seu companheiro mais que si próprio, pode parecer um sentimento muito nobre, mas pode significar também, falta de auto estima. Quando alguém passa a afirmar que ama o outro mais que  si mesmo, pode parecer altruísmo, mas em geral não o é pois, é característica do altruísta não ficar contando vantagem da medida do eu amor. Esta  pode, simplesmente, ser um firmação dita por dizer, por alguém que, de fato, simula afeição. Todavia, se alguém pensa estar, realmente, amando alguém mais do que si próprio, em um relacionamento romântico, pode estar, na verdade, num situação de fragilidade psico-emocional. 

Infelizmente, é bastante comum nós criamos expectativas irreais quanto às pessoas e quanto aos relacionamentos e passamos a viver como que dependentes dessas expectativas criadas. Com isso nos colocamos em uma situação de nos decepcionarmos, facilmente, quando elas não correspondem ao que desejamos.

Tais decepções podem acabar nos ocorrendo com grande frequência, o que, normalmente, nos leva ainda a outros transtornos mais, pois, as pessoas entre nós, que em geral vivem calcadas nas expectativas criadas sobre as atitudes do outro, ou mesmo sobre os relacionamentos em si, são as mesmas pessoas que, de modo geral, tem maior dificuldades em lidar com as frustrações quando elas fatalmente ocorrem.

Deste modo, amar ao outro, sem amar tão igualmente a mim próprio, seria uma postura de falta de sabedoria que estaria, continuamente, pondo a prova a minha resiliência. Além do mais, é necessário que eu aprenda a ver as pessoas como elas são, e a aceitá-las e respeitá-las dessa maneira e não esperar que o meu relacionamento com elas possam ter o poder de transformá-las, pois é tão somente Deus que tem esse poder.

Quanto mais cedo eu descartar um relacionamento que não me é conveniente, menos eu sofrerei ou mesmo menos farei o outro sofrer, e, mais cedo me colocarei em condições de avaliar outras possíveis opções de relacionamentos. Eu só posso modificar a mim mesmo, ao outro eu só posso amar, amar de uma forma, ou de outra.

Entre seres humanos, seja em que contexto for, jamais existirá relacionamentos perfeitos e, também, ninguém conseguirá, nunca, de modo algum, ser totalmente desapegado em tudo. Assim, todo e qualquer relacionamento entre seres humanas sempre trará para as partes, algumas eventuais decepções. É por isso que é preciso desenvolver paciência e resiliência, e ter consciência de que é muito pouco provável que um amor romântico subsista, longe do amor de Deus.

Todavia, alguns relacionamentos são mesmo inconvenientes e estes podem ser evitados ou mesmo descartados, antes de um comprometimento maior. Simplesmente deixar rolar e acreditar que com o tempo as coisas mudarão, em geral, acaba custando ainda mais caro que uma ruptura precoce.

Criar expectativas irreais é o motivo por que muitos falham redondamente na realização amorosa.
O amor, que é a base de tudo e de todos pois, quando amamos algo ou alguém mantemos o equilíbrio interior.

“Respondeu Jesus: O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás a teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12.29-31).

Não existem mandamentos superiores a estes. Desta feita, o amor é a primeira e a segunda coisa mais importante para Deus, pois está no âmago de dois dos Seus mais importantes mandamentos. Deus é o criador, também, da forma de relacionamento do amor romântico:

“Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gênesis 2:18).

Não seja tolo, ame-se, seja mais amoroso consigo mesmo, não se violente fazendo o que não gosta. Permita-se dizer não e permita-se cogitar que, sob certas circunstâncias, isso possa ser necessário!

O amor é um jogo cooperativo. Se vocês estão juntos é para jogar na mesma equipe, ou então é melhor nem começar jogo algum. Não permaneça junto de quem não o mereça. Alimentar relações que só trazem sofrimento é masoquismo: pratique o desapego e afaste-se, se necessário, e não permita, de modo algum, ver o seu amor transformado em rancor ou ódio.

Em amor romântico, aceite o seu próprio ritmo do amor e saiba que o seu parceiro tem também o dele próprio. Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão, de modo que, variações de humor, em maior ou menor grau, são inerentes a todos os seres. Cobrar de si e do outro, viver sempre nas nuvens é apenas o início de muitas situações frustrantes e perturbações.

Para evitar que o relacionamento se torne destrutivo, o ideal é buscar uma certa independência, ter autonomia sobre sua vida para fazer suas próprias escolhas. Desta forma, a pessoa terá capacidade de escolher relações em que possa ter trocas mais maduras, com pessoas dispostas e prontas para dar e receber, para que ambos ganhem com a relação.

É necessário e imprescindível que ambos tenham amizades, que se dediquem-se aos estudos ou a um trabalho no qual sintam prazer e realização, que cuidem do corpo e da mente, que busquem o autoconhecimento, independente do parceiro fazê-lo também ou não.

Convém, ainda, que o casal tenha convívio social enquanto casal, e que convivam com outros casais para que possam melhor compreender a dinâmica das outras relações e se espelhar também nelas, pois aprendemos muito com essa troca de experiências. Todavia, convém que o casal escolha círculos sociais que lhes interessem a ambos e possam, principalmente, trazer influencias realmente positivas.

A estrema carência afetiva, hoje, pode ser considerada como uma forma de distúrbio comportamental contemporâneo, mais um mal do século XXI, que afeta um número considerável de pessoas, tanto homens quanto mulheres. As pessoas sentem e agem em função deste sentimento distorcido, muito provavelmente, por já terem vivenciado experiências emocionais que não foram atendidas.

Não podemos buscar no outro aquilo que não conseguimos encontrar em nós mesmos, ou seja, devemos, antes, buscar colocar dentro de nós o que nos falta, para que a pessoa passe a se conhecer melhor e a lidar melhor com os próprios sentimentos, propiciando lhe vivenciar, depois, relações mais satisfatórias e prazerosas, que agreguem bons sentimentos e bem estar.

Compreender e aceitar essas coisas, de modo algum significa aceitar o fim do amor romântico, ou mesmo acreditar que o amor romântico é (ou se tornou) um mito, como alguns querem pregoar mas, antes, é resgatá-lo, dentro de um contexto com a base do equilíbrio da sabedoria da palavra de Deus. Com tal equilíbrio, um relacionamento romântico pode durar, não apenas para está vida, neste mundo, como até mesmo, eternamente, se Deus assim o permitir.

“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba…” I Coríntios 13:4-8


sábado, 21 de abril de 2012

Nossa Teimosia Contra Deus Nos Torna Infelizes em Relacionamentos Conjugais!


Se ambos, num casal, amarem verdadeiramente ao Senhor Deus, acima de tudo, inclusive acima de sua própria paixão (o que para muitos que a isso ouvem lhes parece uma loucura inconcebível) então a aliança entre eles evoluirá, de apenas um cordão duplo, para um cordão tríplice.

“Um cordão tríplice não pode ser prontamente rompido em dois.” Eclesiastes. 4:12.

A paixão entre homem e mulher é inevitável que haja, como uma grande energia propulsora, todavia isso será sempre por um tempo apenas e, no fim, perseverará (ou não) sobre tudo o amor, o qual deve, cada qual do casal decidir, se permanecerá (ou não) submetido à regra de ouro:

"Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento." Marcos 12:30 "Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes." Marcos 12:31.

Lembrando que o terceiro fio da trama do cordão alegórico é de onde provirá a força capaz, até mesmo, de renovar a paixão conjugal, continuamente.

Posto que ela é (apenas) chama, a paixão conjugal, em si, tem um poder que não irá além daquilo que é carnal e temporal.

Sem um cordão tríplice, o comprometimento e a troca de sobrenome se torná apenas um problema, para a vergonha da mulher, para o prejuízo do homem e infelicidade de ambos. Quem tem ouvidos que ouça, o que o Espírito diz aos filhos e filhas dos homens.


A expressão genuína de uma vida com Jesus sempre foi essencial para levar o evangelho à toda a criatura, começando por aqueles que estão ao seu redor. O mesmo apóstolo Paulo escreveu "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito" (Gálatas 5:25), ou seja, se você diz que é filho, servo e escolhido do Deus Altíssimo, mostre isso na prática. Mostre que isso gera transformação de vida (para melhor). Mostre que vale à pena.

Entre casais onde um dos dois não é convertido, é comum se ouvir a reclamação de que o outro (o que entregou a vida a Jesus) virou fanático, dá mais valor à igreja, está deixando a família de lado. Artimanhas demoníacas à parte, é preciso tomar cuidado. "Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo." (I Timóteo 5:8)

Muitas vezes nós, como cristãos, queremos fazer aquilo que cabe ao Senhor e nos esquecemos que nossa única e exclusiva função é adorá-lo, de coração grato, confiando, orando e testemunhando. E isso, seja qual for a situação.

Para as mulheres, cabe aí o princípio da submissão. Devo ser submissa a um marido incrédulo? Claro que sim! Se ele proibi-la de ir à igreja, não vá; ore. Seu marido não pode impedir o seu coração de adorar e se você crê que Deus pode ouvir sua oração e mudar isso, já que Ele é o maior interessado, então não terá problemas em agir assim (um pastor falou certa vez que jamais trocaria sua família pela igreja e Deus por sua família; sendo assim, a ordem de prioridades deve ser Deus, sua família e só então a igreja).

Aos maridos, valem os mesmo princípios. Ame sua esposa incrédula, mesmo que ela não seja como aquela mulher virtuosa de Provérbios! Ame como Cristo amou a igreja, e então, seu amor destruíra todas as barreiras. "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros." (João 13:35). Ao que é crente e tem parceiro incrédulo, se você, hoje, acredita que você errou ao escolher para cônjuge um(a) incrédulo(a), então o erro será ainda exponencialmente maior, se você se separar dele(a) por qualquer motivo fútil. 

Aos Solteiros:

Já, para aqueles que estão sem compromisso conjugal, mas que pretendem vir a mudar isso, precisam ter bastante cuidado de evitar se colocar em uma situação em que se ponha, desnecessariamente, em jugo desigual. É um grande erro nos envolvermos com alguém ainda incrédulo, sendo nós crentes, esperando com isso, vir a converter aquela pessoa. Lembre-se que, nós só podemos modificar a nós mesmos, aos outros só podemos amar e apesar de todo poder que sabemos ter amor, a conversão de alguém incrédulo, nunca poderá ser garantida e isso pode acarretar muito sofrimento ao crente.

Por nós teimarmos, deliberada e insistentemente, em nos colocar em jugo desigual, é bem certo que Deus venha a permitir que as nossas expectativas amorosas terminem por ser completamente frustradas, até mesmo para nossa própria correção e para nos dar testemunho de que a Sua Palavra é mesmo, sempre, verdadeira. Há também aqueles que são teimosos em relação à Deus: Conhecem Sua Palavra e sabem o que seria correto fazer, mas preferem fazer as coisas do seu jeito. Enganam a si mesmos pensando enganar a Deus.

Alguns ainda, simplesmente se sentem atraídos por opostos comportamentais. Alguns homens e mulheres que se professam cristãos se sentem, ainda, atraídos por parceiros conjugais com comportamento diametralmente oposto ao esperado para cristãos, os de conduta desenfreada, pessoas vulgarmente reconhecidas por serem vadias e cafajestes. E, ainda, o fazem mesmo percebendo que com estes tipos de parceiros não poderão se comprometer seriamente mas, apenas praticar o conhecido “ficar”, postura de relacionamento que Jeová detesta. Com respeito a isso, Deus tem um conceito bastante claro: isso se chama "prostituição", da qual, todo crente cônscio de suas necessidades vitais, deve se afastar.

Há ainda outros que, procurando evitar qualquer tipo relacionamento real, por simplesmente não acreditarem mais que conseguem confiar em si mesmos e nas suas capacidades para realizar relacionamentos da maneira correta diante dos requisitos de Deus, passam a evitar relacionamentos com pessoas reais, e a se lançar em relacionamentos virtuais impraticáveis e, consequentemente, no pântano ilusório da mídia pornográfica, como se isso fosse apenas um pequeno detalhe, aceitável e, que de modo algum seja algo grave diante do olhar atento do Senhor. Estes se tornam, dentre todos, os maiores infelizes, piores dentre as tristes criaturas.

Amigos, creiam que, não é sem experiências negativas sofridas, que eu vos falo essas coisas! Para que eu pudesse continuar a acreditando no verdadeiro amor, depois de passar por inúmeras frustrações desamorosas, eu mesmo precisei me apartar do que era mau e a passar a colocar os meus pés apenas, no caminho daquilo que é salutar, aos olhos do Senhor. Se não fosse pela misericórdia dEle, eu teria me tornado tão somente, apenas um cafajeste a mais neste mundo!

Dicas Práticas Para Casados:

Se seu cônjuge fala coisas imorais, deprecia sua fé ou age de uma maneira que você sabe não ser aprovada aos olhos de Deus, o que você faz? Briga, discute, chora, aproveita para dar um sermão? Pois veja estes conselhos de Gary Oliver, especialista na área familiar e autor de livros e artigos sobre o assunto:
  • Mesmo que reprove a atitude, não confronte seu cônjuge em público;
  • Use a expressão "minhas convicções" para declarar sua crença;
  • Não dê muito valor às coisas pequenas, quando por exemplo, ele(a) conta uma piada "suja". Conte outra que não utilize os mesmo termos e procure mostrar, sem brigas, que não gosta de certas palavras ou ideias. Para os homens, em especial, uma brincadeira ou piada é uma forma de mostrar afeição, portanto, não despreze isso;
  • Procure desfrutar junto com seu parceiro(a) programas saudáveis (não religiosos) e descubram gostos em comum na hora de se divertir. Dedique um tempo à família e jamais deixe de lado sua vida sexual. Embora para as mulheres seja difícil compartilhar o físico quando ela não pode compartilhar o que agora há de mais importante em sua vida, os homens precisam do toque. E quando o marido sente que sua esposa o desfrutou, ele se sente amado, estimado e apreciado. A autoestima, com certeza, trará bons frutos no relacionamento do casal;


  • Ore sem cessar. A oração é o que lhe trará conforto, força e sabedoria, e renovará o coração de seu marido ou esposa."Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. (Ezequiel 36:26);
  • Cultive seu relacionamento com Cristo. Leia a Bíblia, ore e se não puder ir à igreja, procure se reunir com um pequeno grupo onde possa compartilhar suas necessidades e orar;

  • Não desista. Confie que Deus tem o melhor para você e seu cônjuge. E lembre-se sempre da promessa:"...Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa." (Atos 16:31).

    Segue um belo poema que eleva ambos, homem e mulher:

    O Homem e a Mulher
    Victor Hugo

    O homem é a mais elevada das criaturas.
    A mulher é o mais sublime dos ideais.

    Deus fez para o homem um trono.
    Para a mulher, um altar.
    O trono exalta.
    O altar santifica.

    O homem é o cérebro; a mulher é o coração.
    O cérebro fabrica a luz; o coração produz Amor.
    A luz fecunda.
    O Amor ressuscita.

    O homem é forte pela razão.
    A mulher é invencível pelas lágrimas.
    A razão convence.
    As lágrimas comovem.

    O homem é capaz de todos os heroísmos.
    A mulher, de todos os martírios.
    O heroísmo enobrece.
    O martírio sublima.

    O homem tem a supremacia.
    A mulher, a preferência.
    A supremacia significa a força.
    A preferência representa o direito.

    O homem é um gênio; a mulher, um anjo.
    O gênio é imensurável; o anjo, indefinível.
    Contempla-se o infinito.
    Admira-se o inefável.

    A aspiração do homem é a suprema glória.
    A aspiração da mulher é a virtude extrema.
    A glória faz tudo grande.
    A virtude faz tudo divino.

    O homem é um código.
    A mulher, um evangelho.
    O código corrige.
    O evangelho aperfeiçoa.

    O homem pensa.
    A mulher sonha.
    Pensar é ter no crânio uma larva.
    Sonhar é ter na fronte uma auréola.

    O homem é um oceano.
    A mulher um lago.
    O oceano tem a pérola que adorna.
    O lago, a poesia que deslumbra.

    O homem é a águia que voa.
    A mulher é o rouxinol que canta.
    Voar é dominar o espaço.
    Cantar é conquistar a alma.

    O homem é um templo.
    A mulher é o sacrário.
    Ante o templo nos descobrimos.
    Ante o sacrário nos ajoelhamos.

    Enfim, o homem está colocado onde termina a terra.
    E a mulher onde começa o céu.

    Análise do Poema:

    Ora, então, eu me pergunto: Se nós somos ambos, homens e mulheres, tão elevados e sublimes assim, porque é que nós estamos vivendo, cada vez mais, infelizes com nós mesmos e com o mundo ao nosso redor e, principalmente, insatisfeitos com aquilo que resulta dos nossos relacionamentos homem-mulher? Ou será que eu estou aqui tão somente enganando a mim mesmo, ou estou apenas falando alguma grande mentira a todos?

    Apesar de ser um belo poema, o texto de Victor Hugo é, nada mais nada menos que mais um instrumento de desvio do ser humano da realidade do seu real tamanho: nós, seres humanos,somos, de fato, seres pequenos e frágeis. Em nada somos nós divinos ou sublimes, a não ser por algum  traço residual, algum vestígio que haja restante, daquilo que já foi um dia, a glória de Deus em nós.

    Se nós, homens e mulheres verdadeiros, quisermos ser felizes, em conjunção um com o outro, na verdade, não precisamos exaltar a nossa independência como seres inseridos no contexto do universo, mas, sim, humildemente, reconhecer a nossa total dependência de Deus. Esse é o único caminho para o relacionamento homem-mulher restaurar a sua alegria original, resgatar o seu real sentido, um sentido muito maior, do que aquele que está sendo efetivamente realizado, nas frustrações do nosso dia a dia de relacionamentos.

    Apaixonarmo-nos uns pelos outros, isso não é nada pois, nós podemos com relativa facilidade nos apaixonar. De fato, nos apaixonamos muitas e muitas vezes em nossas vidas. Podemos mesmo começar com uma nova paixão a cada ano, ou a cada mês, ou a cada semana, ou mesmo a cada dia. Sim, apaixonar-se é muito fácil, sentir desejo sexual é parte da natureza a nós inerente. De modo que "as paixões" é algo trivial, tanto para se começar, quanto para se terminar com elas.

    No entanto, é só por causa de um genuíno amor, de nossa parte, para com o próprio Deus, é que nós também seremos capazes de amar verdadeiramente alguém. Amar com um amor completo, movido por paixão também, sim, por desejo, mas que vá muito além, um amor que seja piedoso, um amor de frutos do espírito, coisa que a paixão, apenas, não seria capaz.

    Para que nós, homens e mulheres, sejamos capazes de amar, um mesmo parceiro conjugal, para a vida toda, para sempre, se for o caso pois, isso é coisa que Deus requer de nós, só mesmo com a ajuda dEle pois, o casamento que Ele nos instruiu é coisa que apenas Ele mesmo pode nos ensinar como e prover as condições para se realizar em nós.

    Segundo Jeová, ao entrarmos em uma união conjugal, nós e nossos parceiros nos tornamos "uma só carne." Veja isso em várias referências:

    "Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne." Gênesis 2:24

    "E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne." Marcos 10:8

    "E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?" Mateus 19:5

    "Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem." Mateus. 19:6

    Até mesmo quando temos relações sexuais espúrias, estamos sujeitos a que a nossa conjunção carnal seja também plena e esteja, portanto, submetida a consideração da palavra do Senhor:

    "Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne." 1 Coríntios 6:1

    Mas estas relações espúrias não podem, de modo algum, nos satisfazer plenamente mas são, ao contrário, a causa do nosso atual estado de permanente infelicidade, pois não atingem em nós o sentimento de amor, não é fruto do espírito, mas apenas da carne:

    "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, ... " Gálatas 5:19

    O adultério, a prostituição, e até mesmo a lascívia (a luxúria, a libidinagem, a exacerbação da sensualidade), se equiparam a impureza, ou seja, as nossas relações sexuais espúrias e as nossas apresentações de provocação sexual, estão ambas, para nós seres humanos, no mesmo contexto circunstancial em que se encontra as situações de uso e abuso de drogas, que é a maior expressão de impureza na nossa atualidade. Essa relação pode ser ainda verifica em mais referências:

    "Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo." 1 Coríntios 6:18

    A prostituição e a fornicação, tao qual o abuso de drogas, são pecados que o ser humano comete contra o seu próprio corpo, além de, no caso do sexo, envolver ainda a agressão ao corpo de uma  segunda pessoa. Deus ainda alerta-nos:

    "A luxúria, e o vinho, e o mosto tiram o coração." Oseias 4:11, ou seja, quem prioriza a paixão e assume manter relações sexuais espúrias, acaba se esquecendo completamente como se ama, como se quer bem, como se ajuda o próximo, como se é amigo, sincero e leal e, por fim, acaba até mesmo perdendo o prazer pelo próprio sexo e passa a viver de um modo infeliz, piorando a cada dia e se sentindo como que no inferno, mesmo que estando na terra, terra que Deus nos deu para a nossa alegria.

    Qual deve ser a posição do homem e da mulher que ama e teme ao Senhor com relação a essas coisas:

    "Mas a prostituição, e toda a impureza ou avareza, nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos;" Efésios 5:3

    Todos tem o direito de permanecer solteiros, se assim o quiserem, todavia, que isso não signifique dar lugar nem a prostituição e nem a fornicação.

    "Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência." 1 Coríntios 7:2-5

    Mas existe algo de ainda piores consequências do que a prostituição: o adultério. A Bíblia nos alerta, no livro de provérbios: "visto que por causa duma mulher prostituta [fica-se reduzido] a um pão redondo; mas, no que se refere à esposa de [outro] homem, ela caça até mesmo a alma preciosa." Ou seja, dar-se a prostituição traz a vida miséria material, sanado o mau, pode-se recuperar, mas dar-se ao adultério, causa mesmo a destruição espiritual maior, muitas vezes irreversível e chega até mesmo a condenar alguém a morte. Eu particularmente sei de casos  reais que comprovam isso. E você ... vai pagar para descobrir por si mesmo?


    Não apenas é Satanás que, pelos seus interesses maiores contra Deus e contra nós, nos provoca ao erro, como ele tem, entre nós, nesses tempos atuais, infelizmente, muito poder para fazê-lo. Não adianta tapar o sol com a peneira ou enterrar a cabeça na areia. O mal existe e está ai, a consumir os nossos dias.

    Deus não nos mente e nos permite ter conhecimento sobre isso: O Poder Superior maligno é um ser, mesmo que espiritual, algo deveras real. Tal qual Deus existe e está presente em todo universo e multiversos, assim também, Satanás existe e este está, em especial, aqui mesmo  na terra, e toda ela jaz em miséria material e espiritual, no seu poder.

    Ele ronda as sociedades humanas avaliando o comportamento de homens e mulheres. Ele anda ansioso, pois o tempo dele é curto e rugindo feito fera, buscando a quem devorar. Será você mais um dos que já estão como que devorado, dentre tantos que, infelizmente, nós podemos observar vagando pela vida no mundo?

    Fique atendo pois, Satanás nos desvia para o mau caminho através de um sistema educacional que nega que Deus criou o universo e que apóia as relações sexuais fora da aliança de um casamento legítimo. A filosofia humana é vã em muitos sentidos, mas principalmente para fazer do ser humano uma criatura realmente feliz.

    Satanás desvia a humanidade para mau caminho através de muitas das produções de Hollywood e a da celebração de imundície moral e violência. Você consegue mesmo assistir a um filme e terminar ficando isento as influencias diabólicas que porventura possam estar inseridas nele? você sabe reconhecer os sinais de tais conteúdos? Você sabe se defender da manipulação psico-emocional- comportamental presentes na mídia, em geral? Consegue no dia a dia manter-se fiel a Deus?

    O Poder Superior maligno desvia os homens e as mulheres para o mau caminho, principalmente,  através de uma fé fingida no Filho de Deus, que não os leva à obediência de Sua palavra. Satanás tem seus próprios meios de enganar uma humanidade que, quase sempre, nada suspeita do que ocorre de fato. Seguem como que gado para o abatedouro. Mas cada pessoa tem a liberdade de prestar atenção a ele ou dar ouvidos à voz da sua consciência treinada nas coisas que Deus aprova, que diz o que é certo. Como está o treinamento da sua consciência?

    É preciso estar cônscio das suas necessidades espirituais, para viver, também, de modo a estar satisfeito na carne!


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O mau, o pecado e a salvação da parte de Deus.

.
Com naturalidade. existe um sentido genérico do amor de Deus. Ele demonstra seu amor ao mundo, à humanidade, à sua criação, o tempo todo, porém, no que diz respeito a salvação, Ele demonstra também que, por questão de justiça, Ele não pode dá-la a quem se mantiver incontrito em pecado até o fim. Até que venha a perfeição, o fim de cada um de nós, seres humanos, é a sepultura e aqueles que descem a ela sem ter aceitado a graça da salvação, entristece grandemente o coração de Deus, pois é uma alma que se perde e Ele, por nos amar, deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

Deus odeia o pecado e tem o poder de por termo a ele a qualquer momento, quando Ele quiser, sim, mas por motivo de justiça, isso não poderá ser feito até que chegue o tempo que Ele mesmo designou, para que isso ocorra. Por isso, a nossa condição atual, é a de que, o pecado existe, é que, mesmo amando verdadeiramente ao pecador Ele não pode salvá-lo, sem que o próprio pecador assim o deseje.

Separar o pecado do pecador é fácil para Deus, porque Ele tudo pode, mas a condição estabelecida por Ele, por justiça, é a de que haja a opção do pecador para que assim seja. Devido a sua benignidade para conosco, ao longo da vida de qualquer ser humano, Deus colocará sempre, inúmeras ocasiões facilitadoras para isso, todavia, sempre, caberá a cada qual, a sua própria decisão de ser alcançado pela graça. Tais ocasiões são para nós, pontos de decisão, de nossa inteira responsabilidade, em que poderemos abraçar a sua salvação ou tropeçar.

Assim, acontece um fenômeno que pode parecer muito estranho, até fantástico mesmo, aos nossos olhos humanos: a de alguém poder passar pela vida cometendo apenas alguns “pequenos deslizes” e ter praticado um sem número de “belos atos de nobreza de espiritual”, mas, mesmo assim, terminar perdido, ao passo que, por outro lado, outro alguém passa já ter cometido “atos terríveis” mas, num dado momento, alcançou a graça da salvação, simplesmente por tê-la aceito.

Aquilo que coloquei entre parênteses no paragrafo anterior, são coisas que expressam o nosso julgamento humano e que, muito embora, tais questões só podem mesmo ser julgadas por Deus.

Obvio que estamos falando de uma aceitação verdadeira e com todas as implicações pois, tudo em Deus só pode ser verdadeiro, de modo que, aquele que aceitou, se rendeu e passou a entregar os seus passos e toda a sua esperança ao amor e a justiça de Deus. Já aquele que nos pareceu bondoso, mas que na verdade preservou o seu coração apenas para si próprio, não deu devida glória a Deus e mesmo parecendo ter amado ao próximo, não conheceu a Deus, por não amá-lo sobre todas as coisas. Portanto, não soube o que é ser salvo e já teve o seu galardão durante a sua vida.

É obvio, também, que aquele que é bondoso desde pequeno, mas que, além disso, reconhece o amor, a justiça e aceita a salvação da parte de Deus, desde a sua tenra idade, mesmo tendo nascido em imperfeição humana, como todos nós nascemos, este mais se aproxima daquilo que é perfeição para Deus e isso lhe é imputado por justiça e ele é, naturalmente, especialmente amado por Deus.

Já, aquele que desce a sepultura sem ter alcançado a graça da salvação, morre como que odiado por Deus, no sentido que o decepcionou-o completamente, por não ter aceitado a sua graça da salvação, não obstante as muitas oportunidades e ocasiões facilitadoras que Deus coloca ao longo de nossas vidas, para que reconheçamos nossa triste situação e o aceitemos como o nosso Senhor e Salvador. Deus espera que todo ser vivente com capacidade de discernimento escolha, por si próprio, ser salvo.

Assim, a salvação é uma via de mão dupla, na qual, por um lado, o resgate por “todos” já foi pago, e essa foi a parte devida por Deus à sua própria causa de justiça, todavia por outro lado, cabe a cada um de nós nos inserirmos, a nós mesmos, no grupo do “todos”. Este é o preço a ser pago, da nossa parte, e é bem simples, basta “desejar sinceramente” ser, e já o é. O mau alcançou a humanidade por que o ser humano deu crédito a ele, agora, pois, nós devemos algo da nossa parte, devemos dar crédito ao amor e a justiça de Deus, para desfazer todo poder do mau sobre nós.

Se o Espirito Santo de Deus irá me usar mais, ou irá me usar menos, após eu dizer “sim” à proposta de salvação de Deus, isso já é outra conversa, pois o Espírito age conforme aquilo o próprio Deus bem entender e Deus pode tudo, de modo que o Espirito de Deus, usa até mesmo o ímpio, o incontrito em pecado, até mesmo as bestas do campo, sempre, onde e como ele bem entende e deseja. O limite do agir de Deus reside tão somente na própria justiça dEle.

O fato é que, alguém que verdadeiramente aceitou a salvação da parte de Deus, de nodo natural, passa a se apartar do pecado e a se achegar ainda mais a Deus, de modo que a Deus, ninguém engana. Sua vida é transformada, que seja num repente, mas a atitude de achegar-se a Deus prosseguirá em ato contínuo, por toda a vida, pois é isso que significa perseverar até o fim. Ninguém que continua a viver neste mundo pode assegurar-se de ter a salvação garantida, pois o ser humano, vivendo neste mundo, é frequentemente pródigo em renegar as suas próprias conquistas e o mau sabendo disso, buscará, o tempo todo, fazê-lo cair.

O mau (o pecado) existe, simplesmente porque Deus considerou justa a petição que ele fez para sua própria existência. A maior vítima, aborrecida, pelo mau é o próprio Deus que passou a ter a sua soberania sobre toda a existência, questionada pelo mau, de modo que, todo ser humano que aceita a salvação, passa a ser um legitimador da soberania de Deus e todo aquele que não o é, infelizmente, corrobora com que ela seja indevida.

Essa é a questão central da necessidade da salvação para a humanidade. É o mau quem exige o direito de nos por a prova e, por justiça, a única maneira de aniquilá-lo é retirar-lhe todo o poder, por atribuí-lo a Deus. Todavia, existe um prazo para que isso seja feito. Para nós, humanos com capacidade de discernimento, o prazo é a duração da nossa própria vida individual e para Deus é o dia que Ele determinou, como sendo o dia em que Ele julgará o mau.

Deveras, o mau está condenado desde que ele surgiu, mas não espere que Deus irá eliminá-lo da humanidade até que chegue o dia determinado, e só Ele sabe quando será tal dia, mas cada ser humano é pleno senhor, para determinar o fim do poder do mau na sua própria vida, a partir do momento que se arrepende da sua própria condição humana pecaminosa e aceita ser salvo por Deus.

Todos nascemos em condição de pecado e a graça da salvação é extensível a todos, de modo que, infelizmente, mente quem diz, que há aqueles que Deus escolheu para amar e há aqueles que Deus escolheu para odiar. Qualquer um, que assim o desejar, pode ter aceso a salvação da parte de Deus, e isso, em si, já significa que Deus nos ama a todos que todos nascemos em pecado. O que, de fato, Deus odeia, é a vitória do pecado, a vitória do mau nas nossas vidas. O amor de Deus é mesmo, sempre, incondicional. O que Deus odeia, de fato, são as nossas atitudes, em dar suporte ao que é mau, mas Deus jamais odeia as nossas almas, jamais odeia ao próprio indivíduo humano vivente, sua criação. Deus odeia a nossa morte e o pecado que nos leva a ela.

Aquele que prega que Deus odeia o pecador, enquanto o pecador ainda é um ser humano vivente neste mundo, mente sobre o amor de Deus, e corre o risco de fazer tropeçar quem é pequeno, por desanimá-lo em desejar buscar a salvação da pate de Deus. Tristemente, este, sim, corrobora com o que é mau. Portanto, quem tem consciência de que é pecador, saiba, ainda, que enquanto houver vida, há esperança, todavia, saiba, também, que sua vida pode ser encerada a qualquer instante e que isso também entrou-nos por força do mau, porquanto fomos originalmente criados para viver eternamente.

A escolha de Deus pela nossa salvação já foi feita, para isso veio-nos dEle, Jesus, para atrair-nos a essa salvação. O plano foi posto em andamento e funcionou da forma como Jeová esperava: Jesus foi morto em perfeição humana e em perfeição humana ressuscitou. A partir do sacrifício e ressurreição resgatadora de Jesus, mais do que sempre, a salvação é algo individual para cada ser humano. É pela decisão da fé pessoal, de acreditar, de desejar e de perseverar até o fim, e que é acessível a todos e a qualquer um que deseje. Todo ser humano, só será legado ao que Deus odeia, se morrer sem aceitar isso, pois todo ser humano vivente é, verdadeiramente, amado de Deus. Sendo nós todos amados de Deus, aqueles que se permitem obter a salvação da parte dEle, ao fazê-lo reconhecem a sua soberania e passam ser eleitos para coisas ainda mais grandiosas.

Eu buscarei, sempre, dar uma chance a mim mesmo, uma chance que nada, nem ninguém, pode negar-me, a de procurar conhecer mais e mais ao meu Deus, pois a minha fé em Sua salvação, se desenvolve a partir do conhecimento e cada um de nós se encontra de pé, por um curto tempo limitado, pela misericórdia dEle, para essa finalidade maior. Qualquer um pode atingir isso e Deus sabe que podemos, caso contrário já nos teria eliminado, desde que conhecemos o mau.

Eu orarei, continuamente, ao Deus da minha salvação e não me permitirei cansar de esperar por resposta. Não me importa o quanto chegue a mim o gozo de eventuais escarnecedores, de qualquer espécie que seja, em me ver suplicando, gemendo e esperando. De certo, Deus ouve o justo, coisa que eu desejo muito para mim mesmo, mas sei, também, que não sou eu quem justifico a mim mesmo, então tenho fé que Ele ouvirá também o meu clamor de aflito, o meu espírito quebrantado e o meu coração contrito. Deus me ama e não há de me desprezar.

Essa é a minha parte no processo da minha salvação Deus - Humano, o meu coração esmigalhado, que eu, de boa, livre e espontânea vontade, entrego a Ele, àquele que é a parte Deus desse acordo, o cordeiro do sacrifício. Penso, sinceramente, que isso é sem complicações, tudo bastante simples, até.

Por isso, aquilo que eu tenho para mim, da parte do meu Deus, eu desejo também, de modo sincero, para cada um de vocês e um pouco mais ainda, para mim mesmo: graça e paz! Todavia, quem acreditar que eu esteja enganado, saiba que eu mantenho a minha mente aberta, para tudo aquilo que for correção, vinda da parte do Senhor!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A SÍNTESE DA (MINHA) FÉ

Eu sou um cristão que nunca teve medo ou receio, de modo algum, quanto as ciências naturais ou exatas. Muito pelo contrário, eu as estudo, com prazer, e as admiro, com denodo, considerando-as como um legítimo presente divino para a humanidade.

Eu acredito que o poder da ação sobrenatural do meu Deus, aquilo que costumamos denominar milagre, continua ativo nos dias de hoje, assim como ele esteve ativo no passado bíblico e continuará ativo por tempo indefinido, como força causadora de movimentos, sejam estes considerados pequenos ou grandes, na minha vida.

Deus movimenta a minha vida de várias maneiras, compreensíveis e incompreensíveis por mim. Alguns desses moveres são de fácil aceitação, outros nem tanto. Eu continuo aprendendo sobre a vontade soberana dEle e, "pelo andar da carruagem", creio que eu seja mesmo, um eterno aprendiz da verdade.

Não é raro ocorrer de eu mudar de opinião sobre fatos ocorridos em minha própria vida, e passar a considerar acontecimento que me pareceram, a princípio, ruins, como bons, enfim, sob uma nova perspectivas, uma nova ótica apendida, e vice versa.

Eu vivo só por hoje! Continuo, a cada dia, vivendo uma vida limitada, e vivo tão somente pela Sua graça e pela Sua misericórdia, que são infinitas e duram para sempre.

Esse é o verdadeiro poder do amor!

Ele é o principio e o fim da minha existência, o Alfa e o Ômega: coisa fácil de falar mas difícil de entender, porque vivermos numa dimensão física, onde, tanto zero quanto o infinito, absolutos, inexistem, e portanto nos parecem absurdos.

Todavia, eu não sou nada diante de tanto poder, pois o Senhor, de mim, não depende em absolutamente nada. A matemática ajuda a comprovar esse fenômeno pela expressão: ∞ - 1 = ∞ , onde o ∞ (infinito) é o Deus e o 1 sou eu. Mesmo sendo um, eu sou insignificante diante de Deus.

Todavia, debaixo da Sua graça e do Seu amor eu tudo posso, eu tudo creio, eu tudo suporto, pois um com Deus é maioria: 1+ ∞ = ∞ Me unindo a Deus de modo integral, eu me torno invencível.

Eu vejo como um paradoxo alguém crer no infinito do universo, o qual, por ser físico, um dia, poderá vir ser observado e medido, e não acreditar no infinito de Deus, que jamais poderá ser observado para medição. Pois eu posso te garantir, com zero absoluto de medo ou de vergonha: O universo é, sempre foi e será finito, diante de Deus.

Ao contrário do que muitos acreditam, eu não devo esperar o meu corpo morrer e eu deixar o mundo físico para me unir a Deus de modo integral, até por que, se eu morrer em meu estado de imperfeição, minha alma falece e eu nada mais poderei fazer, pois é assim a morte, condição sob a qual eu estou submetido.

Nós nos encontramos, gostemos ou não, inseridos no mundo espiritual, já, agora, mesmo sendo nós, ainda carnais.

Portanto, para o meu próprio bem e segurança, eu devo me unir integralmente a Deus já, operar o 1+ ∞ = ∞ e me tornar invencível (mais que um vencedor), agora mesmo.

É isso o que o Senhor requer como prova de que eu mesmo, como individuo, entrei e permaneço em "recuperação" da rebeldia insana e inata de toda a raça humana, a qual eu e você pertencemos.

De todos os milagres de Deus, eu creio, que o maior deles, foi o dele ter preparado o Senhor Jesus, não tão somente para morrer (a história humana é cheia de mártires), mas especialmente para, após morrer, ressuscitar e viver para sempre, tendo recebido das mão do Pai Todo Poder.

Ao contrário do que muitos acreditam, não foi, de modo direto, "para nos salvar" que o Senhor Jesus morreu, mas, sim, para, após morrer, em forma natural humana, e em perfeição de união integral com Deus, ressuscitar e receber todo poder.

O que pode nos salvar, de fato, é CRERMOS nisso. A salvação é uma questão de FÉ. Não conseguir atingir isso é continuar na rebeldia insana que assola a humanidade, é não obedecer ao requisito mais básico de Deus para conosco.

Nós, particularmente, não somos culpados por termos nascido sob condição a rebeldia e sob o jugo da morte, mas somos responsáveis, cada qual por si próprio, por permanecer nesse estado.
Isso ai é uma coisa da verdadeira dimensão espiritual, aquela que de fato vive e reina em todo o universo. Isso é só para quem crê! Glórias a Deus, aleluia!
Licença Creative Commons
Este trabalho de André Luis Lenz, foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
 
Licença Creative Commons
Este trabalho de André Luis Lenz, foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.