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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Credo Cristão
Creio em Deus Pai, o Deus
Todo-Poderoso, o criador do céu e da terra, que formou ao homem do
pó da terra e lhe soprou-lhe nas narinas o fôlego de vida, e o
homem passou a ser alma vivente. Creio em Jesus Cristo, único Filho
de Deus desde o princípio, como sendo o meu único e suficiente
Senhor e Salvador. Creio que Jesus nasceu da virgem Maria, e que foi
concebido pelo poder do Espírito Santo e que viveu e ministrou entre
nós, sobre uma nova e eterna aliança de Deus para com a humanidade.
Sendo Jesus Cristo rejeitado por
muitos, foi perseguido, preso e torturado, morto e sepultado, desceu
a mansão dos mortos, tendo vencido a morte, ressuscitou ao terceiro
dia, voltando a estar entre nós. O senhor Jesus ressuscitado
ascendeu aos Céus, o qual convém que o retenha até aos tempos da
restauração de tudo, sentado à direita de Deus Pai, de quem tem
recebido todo o poder no céu e na Terra. Creio que a Ceia do Senhor
foi instituída por Jesus Cristo para que eu comemore Sua morte pelos
meus pecados.
Creio que o meu batismo é necessário,
validado pela minha escolha consciente, expressando a minha conversão
para a fé em Jesus Cristo e para atenção aos seus ensinamentos.
Creio que a Bíblia é a palavra inspirada de Deus, e eu a tenho como
minha única regra de fé e de conduta. Creio que a minha salvação
somente é possível por meio do sangue do Senhor Jesus Cristo,
derramado em resgate sacrificial para que todo ser humano que nele
crer tenha perdão e vida eterna. A minha crença é expressa por
manter-me, qual um ramo, continuamente ligado à cepa verdadeira, que
é Jesus e, por aceitar e praticar seus ensinamentos, garantindo uma
relação de fidelidade permanente com Deus.
Creio que os dons do Espírito Santo se
manifestam na igreja continuamente, até os dias de hoje e, creio na
necessidade da comunhão de todos os que creem em Jesus Cristo, não
deixando a nossa congregação mas, antes, admoestando-nos uns aos
outros, tanto mais, quanto vemos que se vai aproximando o grande dia
do Senhor, porque a cada um é dado um dom diferente, dentre uma
diversidade e dons mas, mediante o mesmo e único Santo Espírito,
que realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a
cada um, individualmente.
Creio que a volta de Jesus Cristo é
uma realidade iminente que, tal qual relâmpago sai do oriente e se
mostra até no ocidente, poderá ser vista e entendida por todos
pois, assim há de ser a vinda do Filho do Homem, para julgar os
vivos e mortos. Creio que, então, todos os que estiverem em seus
túmulos memoriais ouvirão a voz do Senhor Jesus e sairão: os que
tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem
praticado o mal, para a ressurreição do juízo, para que se cumpra
a vontade do Deus Pai, estabelecendo o seu reino na Terra, assim como
ele já o tem feito no céu.
Creio que o Senhor Jesus Cristo é o
Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade
e o único que é digno de receber toda a honra e a glória, a força
e o poder. Jesus Cristo é o meu rei eterno e imortal: A ele eu coroo
e ministro para sempre o meu louvor. Amém.
sábado, 18 de agosto de 2012
Isaac Newton, um Cientista (e Alquimista) Cristão
Uma coisa que talvez o escritor Dan Brown nunca
desejasse que você soubesse sobre Isaac Newton é que ele foi um
teísta convicto e também um cristão e, só não o foi de uma maneira
mais exemplar pois, ele desejou ainda ser também, pela paixão à ciência, um alquimista.
Sobre isso, as coisas passaram a mudar, apenas, em 1947, quando o economista John Maynard Keynes publicou um ensaio sobre a obra de Newton na alquimia. Ele tinha acabado de comprar um cache de notas e manuscritos alquímicas de Newton em um leilão público, o qual as bibliotecas universitárias havia rejeitado como inútil.
Também o estudo dos símbolos, por fim, acabou se tornando em ciência, com a semiologia e, principalmente, a semiótica ou "a ótica dos sinais", do norte americano Charles Sanders Peirce, que é considerada a ciência geral dos signos (símbolos, ícones, etc) e dos processo de significação (semiose), pondo um termo definitivo na necessidade de permanência da arte obscura da alquimia em meio as ciências.
Newton queria publicar suas teorias sobre a química, ele preparou diversos manuscritos mas, eles nunca foram publicados, porque ele estava com medo de ações judiciais sobre prioridade. Eventualmente, os discípulos de newtonismo publicaram livros que avançaram as teorias químicas de Newton.
Desde o tempo de
Voltaire, ou seja desde um século após a sua morte, Sir Isaac Newton
passou a ser retratado como um símbolo conveniente, o "Racionalista Supremo". Uma
pintura falsa que tentaram, inutilmente, lhe impingir historicamente.
Enquanto seus biógrafos
se concentram unicamente em suas grandes conquistas científicas e matemáticas,
todos eles buscam suprimir o seu professado monoteísmo, os seus
interesses pela religião cristã, assim como também, seus
interesses por ocultismo alquímico e magia prática.
Sobre isso, as coisas passaram a mudar, apenas, em 1947, quando o economista John Maynard Keynes publicou um ensaio sobre a obra de Newton na alquimia. Ele tinha acabado de comprar um cache de notas e manuscritos alquímicas de Newton em um leilão público, o qual as bibliotecas universitárias havia rejeitado como inútil.
Eventualmente,
pesquisadores renegados obtém acesso a esses tipos de escritos
esquecidos de Newton. Pela década de 1970, os papéis revisionistas
começaram a aparecer em maior profusão, revelando um Newton muito
diferente daquele que era convenientemente apresentado.
Hoje, historiadores da
ciência têm sido forçados a admitir que Newton era, de fato, um
homem profundamente religioso e que do coração de sua religião era
que emergia a sua crença fervorosa na ciência.
Enquanto Newton estava
formulando as suas mais importantes teorias científicas e criando o
cálculo, ele não foi privado de estudar textos religiosos ao mesmo
tempo. Todo tempo, ciência, cristianismo e alquimia, estiveram instalados em
comum na mente de Newton, o que fica claro a partir da avaliação de
seus escritos mantidos em privados, comparados com seus escritos que
foram publicados.
Newton escreveu cerca
de um milhão de palavras sobre o tema da alquimia mas, nenhum deles
publicado. Ele também manteve registros meticulosos de suas
experiências alquímicas ao longo de um período de 25 anos, a
partir do meio do 1660 até 1695.
Em última análise,
Newton usou o conceito de pneuma da alquimia para infundir o universo
mecânico de Descartes com um ativo, espírito onisciente de Deus.
Não pode haver dúvida de que a religião era a principal motivação
para o trabalho científico de Newton e que a alquimia, em
particular, influenciou seu conceito cientifico, de gravidade e de força em
geral e também a sua fé cristã.
Antes de descrever o
trabalho alquímico de Newton, é necessário explicar algumas coisas
sobre as crenças cristãs de Newton, que são em algo diferentes do
que muitos de nós é ensinado nas escolas dominicais.
Primeiro, é preciso contextualizar com o fato de que Newton
acreditava que os ensinamentos da Igreja, como praticados por
católicos e por anglicanos, haviam sido totalmente corrompido por sua
época. Dan Brown soube usar este fato em seu livro "O Código Da Vinci".
Especificamente, Newton
rejeitou o conceito da trindade, porque ele não acreditava que Jesus
ou do Espírito Santo estavam em pé de igualdade com Deus, enquanto
seres. Para ele, Jesus seria sempre servo e o Espírito Santo nem
pessoa seria. Neste sentido, Isaac Newton seria algo alinhado do a
crença dos futuros testemunhas de Jeová.
O Deus de Newton erá
um reinante supremo: onisciente e presente em todo o universo. Newton
descobriu que na natureza há muita evidência de "escolha"
mas não de "chance". Se a natureza parece seguir leis
físicas de modo consistente, é porque Deus continua a supervisionar
todo e qualquer evento que ocorre no mundo físico.
Deste modo, Deus, de
acordo com Newton, não teria deixado a cena após a criação e as
leis da física eram tão somente o conjunto de ferramentas com o
qual ele continuava a governar.
Estas eram crenças
perigosas que Newton teve de manter em privado, desde que a relativa
liberdade do seu trabalho na Universidade de Cambridge dependia da
sua demonstração de cumprimento público das doutrinas anglicanas.
Hostilidade de Newton
para com os católicos, especialmente os católicos franceses, não
era incomum no século 17, após a Guerra Civil Inglesa. Havia várias
parcelas de franceses engajados nos esforços para colocar um rei católico
sobre o trono Inglês. Consequentemente, as relações entre a
Inglaterra e a França foram de mal a pior.
Algo muito curioso e
até mesmo estranho sobre as crenças de Newton era a de que, antes
da queda de Adão e Eva no jardim do Éden, todas as leis da ciência
física eram conhecidos e compreendidos pelos humanos. Ele cria que
alguns humanos recebiam de Deus dons especiais para, como filósofos
e cientistas, cumprir a missão de apenas "recuperar" o
conhecimento perdido a partir do momento da queda do Éden, a medida
em que Deus vem permitindo essa paulatina recuperação.
Newton não foi o
primeiro filósofo natural a tentar "cristianizar" a
ciência e, desta forma, torná-la menos ameaçadora. No entanto, ele
manteve para si mesmo, um outra ideia surpreendente: Ele acreditava
que os filósofos antigos, como Pitágoras e Platão escreveram sobre
a gravidade e a lei do inverso do quadrado! Newton acreditava que
tinha encontrado evidências de lei do inverso quadrado no antigo
conceito de "harmonia das esferas", especificamente na
conexão entre a tensão e o tom em um instrumento de cordas. Newton
passou anos vasculhando textos antigos à procura de mais evidências
de gravidade enterrado em simbolismo arcano.
A mais enigmática faceta da alquimia era o
simbolismo e Newton era o mais convencido de que ele continha alguma
verdade importante. Em partes, isto é o que o atraia à alquimia: os símbolos e os significados por trás destes. A alquimia era uma "arte" antiga, uma quase-religião, uma pseudo-ciência, obscura, porém com documentos ricos em símbolos químicos e desenhos
bizarros, com figuras humanas que representam eventos em experimentos
de destilação e reações químicas. Newton cria que havia riqueza científica no
embaralhado, confuso e oculto dos registros da alquimia.
De fato, além dos símbolos, Newton visava também o próprio conhecimento da química e a manipulação das propriedades dos elementos da matéria, não obstante o fato de que, a química propriamente dita, sequer existisse ainda, formalmente, enquanto ciência, ao tempo de Newton.
Precursora não só da química mas, também, da medicina, a alquimia foi a ciência principal da Idade Média. Ela se baseava na ideia de que todos os metais evoluíam até virar ouro e , assim, os alquimistas tentavam acelerar esse suposto processo em laboratório, por meio de experimentos com fogo, água, terra e ar (os quatro elementos), empenhados principalmente na descoberta de uma "pedra filosofal", capaz de transformar tudo em ouro. De fato, nenhuma outra ciência antiga se desenvolvia tão atrelada à peculiar característica humana da ambição material.
No entanto, a busca da pedra filosofal e da capacidade de transmutação dos metais incluía não só as experiências químicas, mas também uma série de rituais. Os alquimistas eram vistos como pessoas de hábitos estranhos e a filosofia Hermética era um dos seus alicerces, assim também como partes de Cabala e da Magia. Dessas, a magia é a mais incompreendida, porque o vulgo obstina-se em confundir a magia com a bruxaria supersticiosa, enquanto que, na verdade, ela nada mais é do que uma expressão maior da busca do ser humano por riquezas materiais e, nessa busca, a alquimia tomou emprestado da Cabala todos os seus signos, e era na lei das analogias, resultantes da harmonia dos contrários, que baseava suas operações.
Mas a simples observação da natureza parece tê-los feito perceber, aos poucos, o que hoje reza a física quântica: tudo no universo está interligado e, ao longo do tempo, diversos alquimistas descobriram que a verdadeira transmutação ocorria no próprio homem, numa espécie de "Alquimia da Alma"; porém, diversos outros permaneceram na sua busca, sem sucesso, do processo de transformações de metais menos nobres em ouro e, foi justamente por esse caminho que se chegou a Química. A alquimia também se preocupava com a Cosmogonia do Universo, com a astrologia e a matemática.
Os escritos alquímicos constituíam-se muitas vezes, de modo codificado ou dissimulado, daí, talvez a conotação dada ao termo hermético (fechada), acessível apenas para os iniciados. Isso forçava ao cientista que a quisesse estudar, idealizando desvendar alguns dos mistérios científicos existentes, a manter, gostasse ou não, uma relação estreita com o exoterismo. Com suas buscas e pesquisas, Newton poderia muito bem ter se tornado, também, o pai da química moderna, no entanto, como ele mesmo cria, o tempo da permissão de Deus para aquela revelação ainda não havia chegado.
O inicio da era da química moderna passou do seu tempo em exato um século (Newton nasceu em 1643), e encontrou por bem tornar como "pai da química moderna", o francês e católico (portanto desafeto político-religioso natural de Newton) Antoine Lavoisier (nascido em 1743, exatos cem anos depois de Newton). Apesar de todo o seu prestígio como cientista, Lavoisier não escapou de terminar seus dias sendo guilhotinado pelo sistema emergente da revolução francesa, por sua antiga participação pública dentro do sistema de coleta de impostos da extinta monarquia.
De fato, além dos símbolos, Newton visava também o próprio conhecimento da química e a manipulação das propriedades dos elementos da matéria, não obstante o fato de que, a química propriamente dita, sequer existisse ainda, formalmente, enquanto ciência, ao tempo de Newton.
Precursora não só da química mas, também, da medicina, a alquimia foi a ciência principal da Idade Média. Ela se baseava na ideia de que todos os metais evoluíam até virar ouro e , assim, os alquimistas tentavam acelerar esse suposto processo em laboratório, por meio de experimentos com fogo, água, terra e ar (os quatro elementos), empenhados principalmente na descoberta de uma "pedra filosofal", capaz de transformar tudo em ouro. De fato, nenhuma outra ciência antiga se desenvolvia tão atrelada à peculiar característica humana da ambição material.
No entanto, a busca da pedra filosofal e da capacidade de transmutação dos metais incluía não só as experiências químicas, mas também uma série de rituais. Os alquimistas eram vistos como pessoas de hábitos estranhos e a filosofia Hermética era um dos seus alicerces, assim também como partes de Cabala e da Magia. Dessas, a magia é a mais incompreendida, porque o vulgo obstina-se em confundir a magia com a bruxaria supersticiosa, enquanto que, na verdade, ela nada mais é do que uma expressão maior da busca do ser humano por riquezas materiais e, nessa busca, a alquimia tomou emprestado da Cabala todos os seus signos, e era na lei das analogias, resultantes da harmonia dos contrários, que baseava suas operações.
Mas a simples observação da natureza parece tê-los feito perceber, aos poucos, o que hoje reza a física quântica: tudo no universo está interligado e, ao longo do tempo, diversos alquimistas descobriram que a verdadeira transmutação ocorria no próprio homem, numa espécie de "Alquimia da Alma"; porém, diversos outros permaneceram na sua busca, sem sucesso, do processo de transformações de metais menos nobres em ouro e, foi justamente por esse caminho que se chegou a Química. A alquimia também se preocupava com a Cosmogonia do Universo, com a astrologia e a matemática.
Os escritos alquímicos constituíam-se muitas vezes, de modo codificado ou dissimulado, daí, talvez a conotação dada ao termo hermético (fechada), acessível apenas para os iniciados. Isso forçava ao cientista que a quisesse estudar, idealizando desvendar alguns dos mistérios científicos existentes, a manter, gostasse ou não, uma relação estreita com o exoterismo. Com suas buscas e pesquisas, Newton poderia muito bem ter se tornado, também, o pai da química moderna, no entanto, como ele mesmo cria, o tempo da permissão de Deus para aquela revelação ainda não havia chegado.
O inicio da era da química moderna passou do seu tempo em exato um século (Newton nasceu em 1643), e encontrou por bem tornar como "pai da química moderna", o francês e católico (portanto desafeto político-religioso natural de Newton) Antoine Lavoisier (nascido em 1743, exatos cem anos depois de Newton). Apesar de todo o seu prestígio como cientista, Lavoisier não escapou de terminar seus dias sendo guilhotinado pelo sistema emergente da revolução francesa, por sua antiga participação pública dentro do sistema de coleta de impostos da extinta monarquia.
Também o estudo dos símbolos, por fim, acabou se tornando em ciência, com a semiologia e, principalmente, a semiótica ou "a ótica dos sinais", do norte americano Charles Sanders Peirce, que é considerada a ciência geral dos signos (símbolos, ícones, etc) e dos processo de significação (semiose), pondo um termo definitivo na necessidade de permanência da arte obscura da alquimia em meio as ciências.
Todavia, Newton, de fato, gastou uma
enorme quantidade de tempo de leitura, copiando e escrevendo sobre
teorias alquímicas. Ele era dono de um total de 1752 livros, dos
quais apenas 369 eram estritamente científicos mas, a maioria deles
eram sobre alquimia. Ele também possuía 170 livros sobre o que foi
chamado de "magia prática."
No manuscrito de Newton
MS 3975, manteve-se 25 anos de registros de suas experiências
alquímicas usando ouro, chumbo, mercúrio e metais. Ele também
escreveu três versões de um "Chemicus", indexação com mais de 900
títulos, de 5000 referências de página, e 100 autores citados.
Durante este tempo, ele
trabalhou principalmente sozinho em um galpão perto de sua sala na
Universidade de Cambridge. Às vezes, seu assistente, Humphrey Newton
(que não era parente), trabalhava com ele.
Newton compartilhou
algumas de suas descobertas com outros alquimistas, como Robert
Boyle, mas a maioria de seu trabalho, ele manteve para si mesmo. Ao
contrário de Boyle, Newton praticava o que ele chamou de disciplina
de "alto silêncio". Ele pensou em seu trabalho em alquimia
como algo nobre ou sagrado, que não devia ser compartilhado em
qualquer circunstância com mentes menores ou, como Newton colocava,
"o vulgar".
Após analisar
manuscritos inéditos de Newton sobre alquimia, fica claro que Newton
incorporou conceitos de alquimia em suas crença religiosa cristã pois, apesar de busca ser por ciência, por ser um homem espiritual, foi-lhe impossível dissociá-la do exoterismo contido na alquimia. Newton
rejeita o modo relógio do universo de Descartes, justamente porque
naquele não havia a dimensão espiritual.
Em vez disso, ele
infunde o seu universo com o que ele chamou de um "espírito
vegetativo" ou o que os alquimistas chamavam de "o pneuma," que, segundo a visão de Newton trata-se de uma energia misteriosa, regida por Deus. Ele também acreditava que
havia uma substância adicional permeando tudo de espaço 3-D chamado
"éter".
As ondas de luz e ondas
de som, bem como planetas e estrelas se moviam através deste éter.
Newton acreditava que era a interação entre o pneuma (sopro de
Deus) e o éter (espaço universal) com as moléculas da matéria que
havia dado a origem a todas as reações químicas observadas na
natureza.
Para explicar como a
matéria foi criada no universo, Newton adotou algumas idéias de
Paracelso, um alquimista renascentista que também era uma espécie
de ativista social. Paracelso influenciou diferentes grupos na Europa
em tempos diferentes. Por exemplo, ele era popular com os huguenotes
franceses, e na Baviera, Alemanha, sua filosofia alquímica foi
ensinada por um tempo nas universidades.
Paracelso acreditava
que a história da criação em Gênesis, na verdade, descreveu a
destilação de substâncias com Deus como o adepto supremo. Adão,
Eva e a serpente seriam símbolos, como as figuras em uma ilustração
alquímica. Deus, o alquimista cria todos os elementos e minerais no
universo. Desta forma, a alquimia influenciou a fé de Newton no
cristianismo e também a sua ciência.
Newton queria publicar suas teorias sobre a química, ele preparou diversos manuscritos mas, eles nunca foram publicados, porque ele estava com medo de ações judiciais sobre prioridade. Eventualmente, os discípulos de newtonismo publicaram livros que avançaram as teorias químicas de Newton.
Em edições
posteriores do Opticks (1706, 1717), Newton especulou sobre como as
forças microscópicas análogas à gravidade pode explicar reações
de deslocamento, precipitação e fenômenos químicos. Os defensores
John Keill e John Freind publicaram papéis com evidência
experimental para essas forças atrativas. Em seus trabalhos eles
citaram Newton como uma autoridade. A palavra alquimia, no entanto,
nunca é utilizada.
Ironicamente, são
essas crenças alquímicas que sustentou Newton por duas décadas de
intenso estudo. Ele era socialmente isolado, com apenas um ou dois
amigos e sem uma esposa, namorada ou amante.
Voltaire escreveu que,
em relação às mulheres, Newton "não teve nenhuma paixão ou
fraqueza." Quando seu companheiro de quarto na Universidade de
Cambridge saiu depois de 20 anos, Newton sofreu uma depressão
profunda ou um surto psicótico (historiadores não têm certeza
qual).
Seu companheiro de
quarto se casou e se tornou um clérigo anglicano. Depois, Newton deixou
Cambridge, e seus anos mais produtivos foram entregues. Ele se
envolveu na execução do Royal Mint e a presidir a Royal Society.
Ele nunca se casou, embora ele estivesse em posição de casar-se, se quisesse.
Ao contrário do pensam
alguns, nunca houve uma evidência sequer de que Newton pudesse ter
qualquer desvio de comportamento como homosexualismo. Um site
zombeteiramente chama Newton "O Virgem de 40 anos", e
talvez ele era. Parece que o que as pessoas hoje têm dificuldade
para aceitar a cerca de Newton é que o grande cientista era um
religioso celibatário.
Assexualidade é
difícil realmente definir e até mesmo apontar porque a maioria das
pessoas que são assexuadas são muitas vezes acreditadas como sendo
homossexual ou mesmo apenas estranhas pelos demais. Porque muitos
assexuais não seguem os papéis de gênero ou ter uma identidade de
gênero clara, pode se tornar confuso para aqueles que estão do lado
de fora, fazer a identidade de gênero que muitas vezes define quem
somos socialmente.
Muitos amigos pessoais de Isaac
Newton acreditava que ele era tão ligado ao seu trabalho que não
conseguia notar as mulheres, ou até mesmo os homens, para essa
questão da sexualidade. Isaac Newton era uma pessoa realizada em
todos os aspectos e poderia se apenas supor que talvez ele não
tivesse tempo para o romances.
Mas, aqueles que
estavam mais próximos a ele perceberam que ele parecia não ter
atração sexual alguma, nem mesmo um desejo para o sexo. Amigos
próximos e familiares sabiam apenas que Isaac Newton só não foi
exatamente como todo mundo é, mas em 1727, quando ele morreu, não
havia muitos dados sobre sua assexualidade, de modo que ele morreu
como espécie de um mistério sexual e social na mente de muitas
pessoas.
Alguns acreditam que a
assexualidade de Isaac Newton e outros, é uma orientação sexual
rara, outros acreditam que pode ser uma disfunção orgânica ou até mesmo uma pura aversão sexual. Assexualidade parece variar de pessoa para pessoa,
de um desinteresse em contato humano a uma aversão de pleno direito
para outras pessoas. Havia certamente outros antes de Isaac Newton, e
certamente haverá mais pessoas semelhantes a ele no futuro.
Os
discípulos disseram-lhe: “Se esta é a situação do homem com sua
esposa, não é aconselhável casar-se.” Disse-lhes ele: “Nem
todos os homens dão lugar a esta palavra, mas somente os a quem é
dado. Pois há eunucos que nasceram tais da madre de sua mãe, e há
eunucos que foram feitos eunucos pelos homens, e
há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus.
Dê
lugar a isso aquele que pode dar lugar a isso.”
Mt 19:10-12
Alquimia foi uma prática antiga que combina elementos da Química, Antropologia, Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião. Historicamente, a alquimia foi praticada na Mesopotâmia, Egito Antigo, mundo islâmico, America latina Pré-Histórica, Egito, Aborígenes, Coreia, China, Grécia Clássica, Kyev e Europa. De maneira geram, existiam quatro objetivos principais na sua prática:
Outros, onde eu me enquadro, acreditam que a alquimia não teve nenhuma importância para o desenvolvimento científico efetivo mas, muito pelo contrário, é a perversão da ciência natural e teve grande importância como "pedra de tropeço", que vinha desviando os homens da presença de Deus, contaminando o conhecimento das verdades científicas da natureza do universo físico e das verdades espirituais bíblicas com um exoterismo diabólico, contribuindo assim para um atraso, não apenas do desenvolvimento científico, que é permitido por Deus no âmbito das ciências naturais, bem como do desenvolvimento sócio-político-cultural e, principalmente, espiritual da humanidade.
Para concluir o que de fato significa a alquimia, basta olhar para os quatro objetivos abomináveis descritos acima, aos quais ela se prestava. Não obstante o permanente desgosto de alguns agentes saudosistas, a alquimia não sobreviveu ao século XVIII. No século XIX, a alquimia tentou buscar um renascimento, buscando perverter as ciências naturais, causando atrasos, principalmente, na área da termodinâmica mas, foi completamente desmascarada ao longo do século XX. Não satisfeita, no século XX, tentou ainda confundir o conhecimento da ciência com relação a mecânica quântica, coisa que o Senhor Deus está permitindo que seja totalmente decifrada nos ainda nos dias de hoje e para frente.
Só o Senhor Jeová é o nosso Deus e, o seu cordeiro, Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador!
Alquimia foi uma prática antiga que combina elementos da Química, Antropologia, Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião. Historicamente, a alquimia foi praticada na Mesopotâmia, Egito Antigo, mundo islâmico, America latina Pré-Histórica, Egito, Aborígenes, Coreia, China, Grécia Clássica, Kyev e Europa. De maneira geram, existiam quatro objetivos principais na sua prática:
- O primeiro seria a transmutação dos metais inferiores ao ouro;
- Um outro foi a obtenção do Elixir da Longa Vida (ou vida eterna) um remédio que curaria todas as coisas e daria vida longa àqueles que o ingerissem;
- O terceiro objetivo era criar vida humana artificial, os homunculus;
- O quarto objetivo era fazer com que a realeza conseguisse enriquecer mais rapidamente (este último talvez unicamente para assegurar a existência dos mesmos, não sendo um objetivo filosófico).
Outros, onde eu me enquadro, acreditam que a alquimia não teve nenhuma importância para o desenvolvimento científico efetivo mas, muito pelo contrário, é a perversão da ciência natural e teve grande importância como "pedra de tropeço", que vinha desviando os homens da presença de Deus, contaminando o conhecimento das verdades científicas da natureza do universo físico e das verdades espirituais bíblicas com um exoterismo diabólico, contribuindo assim para um atraso, não apenas do desenvolvimento científico, que é permitido por Deus no âmbito das ciências naturais, bem como do desenvolvimento sócio-político-cultural e, principalmente, espiritual da humanidade.
Para concluir o que de fato significa a alquimia, basta olhar para os quatro objetivos abomináveis descritos acima, aos quais ela se prestava. Não obstante o permanente desgosto de alguns agentes saudosistas, a alquimia não sobreviveu ao século XVIII. No século XIX, a alquimia tentou buscar um renascimento, buscando perverter as ciências naturais, causando atrasos, principalmente, na área da termodinâmica mas, foi completamente desmascarada ao longo do século XX. Não satisfeita, no século XX, tentou ainda confundir o conhecimento da ciência com relação a mecânica quântica, coisa que o Senhor Deus está permitindo que seja totalmente decifrada nos ainda nos dias de hoje e para frente.
Só o Senhor Jeová é o nosso Deus e, o seu cordeiro, Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador!
Afinal, Um Físico pode ser Teísta ou apenas Deísta?
Se acreditar seguramente que Deus se revela, sobremaneira, por meio das Ciências Naturais e pelas Leis da Natureza é ser apenas um Deísta, então eu também sou um Deísta.
Se olhar para as religiões e para todas as igrejas cristãs denominacionais, com uma total desconfiança, é ser apenas um Deísta, então eu também sou um Deísta.
Todavia, eu sou, de fato, um absoluto Teísta!
Eu creio no Deus criador e creio que Ele é um Deus vivo. Eu creio que a humanidade se rebelou contra esse Deus, caiu em pecado e está a ser resgatada. Eu creio que o meu Deus é o mesmo que se apresentou na vida de Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Davi e Elias. Eu creio que Jesus Cristo seja o caminho a verdade e a vida, a videira verdadeira sem a qual, eu nada posso fazer. Creio que Jesus Cristo foi o Messias esperado pelos Israelitas, o filho que Deus enviou por amor de nós, e que, com a sua morte foi pago o preço pelo resgate da minha alma (juntamente com as almas de todos aqueles que creem e aceitam serem resgatados). Eu creio que TUDO o que está escrito na Bíblia seja verdadeiro e santo.
O Deus chamado יהוה (YHWH o nome próprio de Deus) é e sempre será. Enquanto para o mundo físico o Infinito é apenas um conceito, inatingível na prática (assim como o zero absoluto de tudo que há fisicamente, todas as possíveis grandezas que regem, de modo automático, o cosmo, também o é), eles são coisas próprias do Mundo Espiritual, o Multiverso que Deus criou muito antes, para criar depois o Universo Físico.
Infinito e zero são apenas abstrações, artifícios da matemática, ferramentas de suporte ao cálculo. Nós, os físicos partimos do princípio de que nenhuma quantidade mensurável pode ter um valor infinito, seja por ter uma precisão infinita, ou seja por corresponder a uma contagem de um número infinito de eventos. Reservas também se faz quando se lida com o Zero em termos absolutos.
Tal não decorre de motivações ideológicas ou filosóficas a priori mas, resulta de motivações pragmáticas e metodológicas. Um dos propósitos de qualquer teoria física e científica é dar fórmulas utilizáveis que correspondem à realidade observável, pelo menos que seja aproximada.
Nada no universo físico é eterno, nem se voltando o olhar para trás no tempo, nem se avançando para frente nele. Tudo é criação de Deus, seja a matéria viva ou a inanimada, absolutamente sujeita a Ele, por regras de comportamento funcional criadas por Ele, dese o principio da existência física.
A perfeição da interação entre o conjunto de regras que Deus criou para o comportamento funcional do mundo físico, e que ao homem é dado conhecer apenas a superfície (pela Química, Física e outras Ciências Naturais), permite que universo físico funcione, também perfeitamente, no modo automático.
Nisso consiste, em parte, o amor de Deus para com a sua criação, que existe exclusivamente para a glória dEle, apesar de tudo ter sido criado para poder funcionar sem a sua intervenção, Ele pode interferir, e efetivamente o faz pois, Jeová Deus é galardoador daqueles que o buscam.
O empirismo, a sabedoria adquirida pelas percepções, nasce no profundo da mente humana e é nos inspirado espiritualmente a partir da vontade do próprio Deus, que a dá como uma forma de galardão, também, a quem Ele bem entende. Isso leva ao experimentalismo, ao método científico (que os homens, quando soberbos e ingratos, pensam que eles próprios tenham inventado) que é o princípio de toda Física conhecida, de toda ciência natural, com a permissão de Deus.
Tolos somos, por não prestarmos melhor atenção a Deus, do qual tudo procede, e a sua palavra, que a tudo explica. Dicas realmente quentes nos deu o Senhor Jeová quando nos ensinou em Apocalipse 1:8 : “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.” (o princípio e o fim, zero e o infinito absolutos). Só Deus pode ser absoluto.
Tudo que Deus criou (antes do universo físico) no mundo espiritual não é eterno para trás, no tempo, pois teve o seu momento de criação, mas o é para frente. Todavia o mau (que é a rebeldia contra a perfeita soberania do Deus criador) nasceu primeiro no mundo espiritual e, depois, logrou exito em invadir, também, o universo físico. Sem o reagir de Deus, o mau seria eterno, por quanto é espiritual!
Tudo aquilo que assistimos na história da humanidade, sem nada entender exatamente, é resultado do confronto entre o trabalho de Deus no sentido de corrigir o mau espiritual e a reação do mau em tentar persistir com sua existência. Tal trabalho é realizado, também, sobre regras, outras regras, que consiste na Justiça de Deus, a ele impõem sobre toda a sua criação, quer espiritual ou física.
Ser absoluto tem implicações: Deus tudo pode, menos negar a si próprio. Isso consiste em coisas deveras complicadas de nós, homens mortais e limitados, um mero ajuntado de átomos soprados em vida, compreendemos. Deus, não viola a sua própria justiça!
O que somos nós? Bioquimicamente, não passamos de uma intrincada combinação de elementos químicos, um fantástico complexo ajuntado de compostos químicos de carboidratos polimerizados, um sonho do Senhor Jeová tornado numa admirável obra prima dEle, em meio ao universo físico.
Deísmo, Teísmo, Ateísmo e Agnosticismo:
Se é a religiosidade que caracteriza um Teísta, então vamos poder alistar alguns fatos da biografia de Sir Isaac Newton, a fim de comprovar sua estreita relação com a religião mesmo. Todavia, eu aviso de antemão, que esse é um conceito (antigo) errôneo introduzidos pela limitada e vã filosofia humana.
A divisão em Teísmo e Deísmo não é absoluta, ela pode existir ou não, conforme o nosso bel prazer. Para o cristão consciente, de fato, ela não existe. O que existe é:
Se um homem já conhece a Deus, ele ainda assim precisará exercer o seu livre arbítrio e definir a sua própria posição: Reconhecer e Aceitar a sua Absoluta Soberania, passando a Servi-lo como Senhor de Tudo e de Todos, ou fazer exatamente o oposto disso. Não existe terreno intermediário em que se possa, verdadeiramente, permanecer.
Ora, se o Ateísmo, num sentido amplo, é a rejeição ou ausência da crença na existência de divindades quaisquer e outros seres sobrenaturais, resulta então em não fazer sentido lógico algum que Ateus combatam a Deus, posto que Deus não existe. Esse é o paradoxo do Ateu: Ateus não podem ser inimigos de Deus!
Isso os conduzem a um conjunto de condições mais complexa e de contornos menos definidos: Abaixo, apresenta-se um Diagrama de Venn mostrando a relação entre as definições de ateísmo fraco/forte e ateísmo implícito/explícito. (Obs: os tamanhos no diagrama não são representativos dos tamanhos relativos dentro de uma população).
Ateus explícitos fortes/positivos/duros (em roxo à direita) afirmam que a sentença: "Existe pelo menos uma deidade." é uma proposição falsa.
Os ateus explícitos fracos/negativos/suaves (em azul à direita) rejeitam ou distanciam-se da crença de que existe qualquer deidade sem realmente afirmarem que a sentença: "Pelo menos uma deidade existe." seja uma proposição falsa.
Os ateus implícitos/fracos/negativos (em azul à esquerda) incluiriam pessoas sem opinião formada alguma e, ainda, alguns agnósticos, que não creem numa deidade, mas que não rejeitaram explicitamente tal crença.
Já, o agnóstico, a maioria dos agnósticos vêem o seu ponto de vista como distinto do ateísmo, o qual podem considerar tão pouco justificado como o teísmo ou como requerendo igual convicção.
As vezes uma pessoa que é realmente ateia pode descrever-se, mesmo apaixonadamente, como agnóstica devido ao irrazoável ceticismo filosófico generalizado que lhes impediria de dizer que sabe alguma coisa qualquer, exceto, talvez, as verdades simples da ciência conhecida.
Por conseguinte, alguns autores ateus como Richard Dawkins preferem distinguir as posições teísta, agnóstica e ateia segundo a probabilidade que cada uma delas atribui à afirmação "Deus existe". Esse é o paradoxo do agnóstico, para ele, Deus pode até existir! E o seu sofrido dilema é:
"Se eu crer que Deus existe mas, de fato, ele não existir, eu errei, mas não perdi nada!
Se eu crer que Deus não existe, mas ele, de fato, existir, eu errei, e posso perder tudo!"
Assim, nem Ateus e nem Agnósticos podem combater a Deus, um pelo absurdo da lógica do seu dogma e o outro pela incerteza covarde da sua filosofia.
Quem combate diretamente a Deus, então? Aqueles que se posicionam francamente como inimigos dEle, aqueles que creem nele mas decididamente o odeiam, pois se tornaram dissidentes da fé, aqueles que efetivamente lutam em oposição a soberania do único verdadeiro Deus. Aqueles que andam conforme o seu mestre espiritual, o opositor, o pai da mentira e da violência.
Essa raça de seres existe, tanto no mundo espiritual, quanto no universo físico mas, eles não querem ser achados, nem contados e muito menos nominados. Eles são os que manobram os sistemas das instituições humanas e os governos das nações da Terra e usam e abusam de todos, sejam deístas, teístas, ateístas e agnósticos. Eles tem um lema doble: "prevalecemos ou destruímos".
A maior das providências de Deus para a sua criação, foi já ter frustrado os planos deles! Aleluias e glórias a Deus por isso!
Um Pouco Mais da História de Sir Isaac Newton(1):
Newton viu Deus como o criador magistral cuja existência não pode ser negada em face da grandiosidade de toda a criação. No entanto, ele rejeitou a tese de Leibniz de que Deus necessariamente fez um mundo perfeito que não requer intervenção do criador. Newton cria num Deus ativo.
Por um longo período, Leibniz, Newton e o amigo em comum, Samuel Clarke, discutiram a fim de poder competir sobre a maneira de quem era a mais correta de se acreditar em Deus. Obviamente que, dado o fato deles serem homens conhecedores em profundidade de tudo que buscavam acreditar, eles conheciam também, as Sagradas Escrituras, e não raramente, apelavam a ela em seus debates.
A compreensão de Newton de Deus veio principalmente da Bíblia, que ele estudou por dias e semanas de cada vez. Ele teve interesse especial em milagres e profecia, calcular datas de livros do Antigo Testamento e análise de seus textos para descobrir sua autoria.
Em um manuscrito sobre as regras para interpretar as profecias, Newton observou os objetivos semelhantes do cientista e do expositor de profecia: simplicidade e unidade. Ele condenou a "loucura de intérpretes que anunciam tempos e as coisas por profecia," o propósito da profecia era demonstrar a providência de Deus na história em que "após as profecias serem cumpridas, elas podem ser interpretados pelos acontecimentos.
Newton nasceu em uma família anglicana três meses após a morte de seu pai, um próspero fazendeiro, também chamado Isaac Newton.
Quando Newton tinha três anos, sua mãe se casou com o reitor da paróquia vizinha civil do Norte Witham e passou a viver com seu novo marido, o Reverendo Barnabé Smith, deixando seu filho aos cuidados de sua avó materna, Margery Ayscough.
Isaac aparentemente odiava reverendo Smith e não tinha relações com ele durante sua infância. o seu tio materno, o Reverendo Ayscough, reitor servindo a freguesia de Burton Coggles, estava envolvido em parte, também, no cuidado de Isaac. Reverendo Ayscough havia estudado anteriormente no Trinity College.
Uma vida Religiosa Controversa(1):
Durante 1667 Newton foi um Bolsista na Universidade de Cambridge, tornando necessário o compromisso de tomar ordens sacras no prazo de sete anos após a conclusão de seus estudos. Antes de iniciar os estudos ele, tal qual qualquer outro bolsista de Cambridge da época, foi obrigado a fazer um voto de celibato temporário e reconhecer os Trinta e Nove Artigos da Igreja da Inglaterra.
Newton considerou cessar seus estudos antes da conclusão, a fim de evitar a ordenação que tornou necessária por lei do rei Charles II para todos os diplomados. Mais tarde, ele desistiu do seu desejo de isenção do vínculo com o estatuto, assistido, de alguma forma por esforços de Isaac Barrow, quando então, em 1676 o Secretário de Estado Joseph Williamson mudou o estatuto relevante do Trinity College de fornecer dispensa desta obrigação.
Tendo concluído os seus deveres, ele embarcou em um estudo investigativo do início da "história da Igreja", durante a década de 1680 em sucessivas investigações que acabou se convertendo em estudo sobre as "origens da religião", por volta da mesma época em que desenvolveu uma visão científica sobre o movimento e matéria.
De Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, ele declarou: "Quando escrevi meu tratado sobre nosso sistema eu tinha um olho em cima de princípios, tal qual eles poderiam operar com os homens, considerando a crença em uma divindade, e nada pode me alegra mais depois de encontrá-lo útil para esse fim."
As visões religiosas de Newton desenvolveram-se como resultado da participação em um discurso investigativo sobre a natureza do mundo e desenvolvido a partir da aparente dicotomia da realidade bíblica entre a revelação crescente da estrutura da realidade da investigação, e os desafios subsequentes destas verdades da natureza posadas para a religião adotada por Newton, especialmente à luz da fé bíblica cristã.
A heterodoxia também foi necessária para Newton e para os filiados com ele, pela necessidade científica e isso foi o que também mantinha aberta uma porta para a redescoberta de uma certa "verdade antiga", qual acreditava-se, havia sido escondida em algum lugar ao tempo da história clássica. Por isso, eles puderam ter a capacidade de se engajar num diálogo aberto com uma investigação sobre a Natureza. Neste conflito de ordem eclesiástica, e os efeitos libertadores da investigação científica, ele e outros se viraram para a "verdade antiga".
Como é encontrado entre alguns dos intelectuais estabelecidos da época renascentista, Newton acreditava que os filósofos e religiosos antigos ganharam visão sobre a verdade da natureza do mundo e do universo, mas esta verdade teria se tornado escondida dentro da linguagem no momento da gravação da verdade e por posteriores estudiosos medievais (Albertus Magnus, Arnold de Villanova e Roger Bacon) que exigiam decifração, a fim de ser compreendido.
A crença na sabedoria dos antigos, no pensamento era inteligente e no conhecimento de figuras religiosas clássicas, como Jesus de Nazaré, o profeta Isaías e o rei Salomão e escritores, como Platão e Demócrito, era, então, conhecido como "verdade antiga".
Como muitos contemporâneos e, a exemplo de Thomas Aikenhead, Newton viveu numa época ainda perigosa, com a ameaça de punição severa p0ara os que se abriam a respeito de suas crenças religiosas. A heresia era um crime que poderia ter sido punido com a perda de todos os bens e status ou até mesmo a morte (ver, por exemplo, a Lei de Blasfêmia 1697).
Por causa de seu sigilo sobre suas crenças religiosas, Newton tem sido descrito como um Nicodemite, um termo que "geralmente denota um aderente secreto ou tímido". Mas esse termo é usando, as vezes, como um termo depreciativo, aplicado a pessoas suspeitas de falsas declarações públicas das suas reais crenças religiosas pela prática de divergência (exibindo falsa aparência ) e dissimulação (ocultando crenças verdadeiras).
Segundo a maioria dos estudiosos, Newton era arianista (um presbítero cristão instalado em Alexandria, no Egito, com considerações diferenciadas das da igreja oficial de Roma sobre a relação de Deus com o Filho de Deus, Jesus de Nazaré).
Assim, ele não se apegou à trinitarismo. "Aos olhos de Newton, a adoração a Cristo como Deus era idolatria, para ele o pecado fundamental". Além de ser Antitrinitarista, Newton teria rejeitado as doutrinas ortodoxas da alma imortal e, do diabo ou de demônios como pessoas. Embora ele não fosse um sociniano ele compartilhou muitas crenças semelhantes com eles.
Um manuscrito que ele enviou a John Locke em que ele contestou a existência da Trindade nunca foi publicado. Em um ponto de vista minoritário T.C. Pfizenmaier argumentou que Newton não era nem "ortodoxo" e nem um ariano, mas que, em vez disso, Newton acreditava que ambos os grupos tinham desandado em especulação metafísicas.
Pfizenmaier também argumentou que Newton haveria realizado uma visão mais próxima da visão ortodoxa da Trindade, em vez daquela ocidental, realizada pelos católicos romanos e protestantes. No entanto, S.D. Snobelen argumentou contra este a partir de manuscritos produzidos no final da vida de Newton, que demonstram Newton rejeitou a visão oriental da Trindade.
Hoje em dia, um bom número de escolares considera Newton como o Pai da Física Moderna. Físico brilhante, Newton era um homem de coração humano comum, apegado certas vaidades também, principalmente no aspecto de que ele buscava, incansavelmente, para si próprio, a glória de reconhecimentos humanos. As suas disputas e intrigas com Leibniz, na Royal Society, a mais prestigiosa entidade científica da Inglaterra, em razão da busca pela glória do reconhecimento pelos fundamentos do cálculo integral em Matemática foram notórias.
Mas Newton queria ainda mais, ele sonhava em desenvolver a Química e ele via do desenvolvimento dela, não apenas uma fonte de reconhecimento humano, mas também uma possível fonte de imensos ganhos materiais. Pelo tempo de Newton a Química se encontrava praticamente na estaca zero e, ainda, toda deformada pela preeminência da Alquimia e suas crenças absurdas.
No entanto, para infelicidade de Newton, Deus ainda não havia autorizado, naquele tempo, o desenvolvimento da Química, que só aconteceria pelas mãos do Católico Francês Antoine Laurent de Lavoisier, nascido exatamente 100 anos depois de Newton.
Hoje em dia, um bom número de escolares considera Newton como o Pai da Física Moderna. Físico brilhante, Newton era um homem de coração humano comum, apegado certas vaidades também, principalmente no aspecto de que ele buscava, incansavelmente, para si próprio, a glória de reconhecimentos humanos. As suas disputas e intrigas com Leibniz, na Royal Society, a mais prestigiosa entidade científica da Inglaterra, em razão da busca pela glória do reconhecimento pelos fundamentos do cálculo integral em Matemática foram notórias.
Mas Newton queria ainda mais, ele sonhava em desenvolver a Química e ele via do desenvolvimento dela, não apenas uma fonte de reconhecimento humano, mas também uma possível fonte de imensos ganhos materiais. Pelo tempo de Newton a Química se encontrava praticamente na estaca zero e, ainda, toda deformada pela preeminência da Alquimia e suas crenças absurdas.
No entanto, para infelicidade de Newton, Deus ainda não havia autorizado, naquele tempo, o desenvolvimento da Química, que só aconteceria pelas mãos do Católico Francês Antoine Laurent de Lavoisier, nascido exatamente 100 anos depois de Newton.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
Angústia Suprema
Angústia Suprema
Eu imagino o seu olhar
Eu o procuro no tempo
A última noite entre
nós
Angústia ao extremo
Sua alma entristeceu
Companhia adormeceu
Só a lua a iluminar
A angústia de um
homem-deus
Prostrou-se em terra
Exprimiu suas aflições
Um anjo o consolava
E a tristeza o abalava
(refrão)
Foi na solidão sua
maior dor
Suor e sangue, angústia
e amor
Sua fé venceu a dor
Ao seu destino se
entregou
A salvação seria
Tal qual Deus Pai
queria
Repleto de amor
O sangue transpirou
O texto acima é letra
na música intitulada “Angústia Suprema” que canta a respeito de
um fato que é narrado nos evangelhos sobre o ocorrido durante
algumas poucas horas que Jesus passou no jardim do Getsêmani (ou
jardim das Oliveiras) no período que antecedeu a sua prisão, que
resultou no seu martírio.
Ali, naquele momento em
que Jesus, de modo inconteste, se angustiou profundamente “e
disse-lhes: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e
vigiai.” Mc 14:34
Ora, eu me pergunto,
qual seria a razão daquela angustia se Ele, de fato, sabia
plenamente, que os acontecimentos que sucederiam nos próximas horas
eram, nada mais nada menos, que a consumação do inexorável projeto
de seu Pai, Jeová Deus, para a salvação de uma grande multidão de
seres humanos?
Teria o filho do homem
Jesus, sido tomado pelo natural sentimento de medo que ocorre quando
um humano vê diante do seu eminente martírio? A angústia lhe
ocorrerá por ter tido uma antevisão das terríveis circunstâncias
de sofrimento físico pelas quais Ele passaria pelas longas e cruéis
cerca de quinze horas seguintes?
Ora, não seria,
acreditar que assim fosse, uma interpretação por demais simplista,
diante da imensurável magnitude do acontecimento que, pelo poder de
Deus, então se cumpria? Não estava Jeová realizando ali o único e
possível acontecimento que pudesse estabelecer uma via de salvação
para a humanidade?
Angustiou-se Jesus por
si próprio, ou houve ali, naquela angústia suprema, uma outra razão
maior que não era, então, apresentada de modo explícito? Não
haveria ali, para aquela angustia imensurável, uma razão oculta,
que viria a ser revelada somente diante de uma visão estabelecida
pelo poder da fé, para aqueles que crerem que aquilo foi, de fato, o
único possível preço a ser pago, para o estabelecimento da nossa
via de salvação?
Pense friamente,
cristão: mártires por mártires, daqueles que se entregaram ao
martírio por causas nobres, com o coração cheio heroísmo e de
amor sincero aos semelhantes, e até mesmo por amor sincero a Deus, a
história da humanidade está repleta de casos, mas nenhum destes
pôde ser o resgatador da humanidade.
A loucura humana por
ambição e por ganância de riqueza e poder, o desvario humano em
governar as nações e, mesmo em governar a aquilo que a história
denomina como sendo “igreja”, foi e ainda tem sido, como algo
profícuo em gerar tais mártires, mas todos eles dormem na morte,
esperando o chamado de Jesus.
Se você é sincero e
não é ignorante, deve estar agora se lembrando de alguns desses
casos. Se você não tem tal conhecimento, basta dar uma rápida
vasculhada na maior enciclopédia humana que os muitos relatos
bastante verídicos, salvos por alguns exageros e detalhes
controversos, que são inerentes ao imperfeito processo de registro
histórico humano, lhe saltarão a vista, como milho de pipoca
lançado em olho fervente.
São, de fato, inúmeros
casos de mártires e heróis e possivelmente, alguns deles devem ter
ido as últimas consequências de seus atos heroicos, sem derramar
uma única lágima sequer, de angustia ou pavor, mesmo diante da
derradeira ação de seus algozes. Não citarei aqui, ainda, o nome
de nenhum caso exemplar, a fim de não produzir comparações de caso
a caso, enaltecendo a alguns ou diminuindo a outros.
Mas então, o que teve,
realmente, o martírio de Jesus de especial? Seria Ele apenas mais um
mártir, dentre tantos, produzidos pela loucura humana? E,
principalmente, o que é a revelação que o Espírito enseja
trazer-lhes, qual foi a razão de tão profunda angústia sentida por
Ele ali no jardim das Oliveiras?
Mesmo eu, um homem
contemporâneo deste tempo cibernético e cosmopolita, amante da
ciência e das artes humanas, dotado de plenas boas capacidades
físicas e mentais, desembaçado de compromissos cíveis que me
tolhessem o pleno desfrutar dos gozos que a sociedade moderna e
libertária me oferecem, ao invés de me alegrar profusamente com
isso, já há um bom tempo, a medida em que a minha alma amadurece,
venho me sentindo cada vez mais amargurado.
Eu sei que a amargura
que eu estou sentindo, é mesmo, apenas uma pequena parte, daquela
mesma angustia suprema que sentiu Jesus. Mas repare que eu estou
usando palavras diferentes para exprimir a representação de um
sentimento de mesma natureza (angústia em Jesus, amargura em mim),
pois o sentimento de Jesus, foi grande de uma maneira sem medida, mas
durou poucas horas, e o meu é pequeno, na minha proporção humana
limitada, mas é para toda a minha vida.
Hoje, no ponto de
amadurecimento em que eu me encontro, principalmente para com
respeito ao meu relacionamento com o mundo espiritual, é que eu pude
chegar a ter alguma ciência da semelhança de tais sentimentos,
posto que até então, eu me inclinava ao auto convencimento de que,
em meu ser, haveria tão somente a famigerada doença da depressão,
dita popularmente como sendo, o “mal do século XXI”, a qual eu
hoje creio, que pode muito bem, ser dita também, como o “mal do
século XX”, o “mal do século XIX”, o “mal ...”.
Há muitos anos a minha
alma indaga a si mesma, de modo recorrente, o seguinte ditado louco:
“Não há que se ter medo da morte, mas sim, medo da vida pois,
viver neste mundo é algo terrível!”. O ponto de exclamação
empregado na última oração deste período não é apenas um sinal
retórico pois, a ideia de ter tal pensamento flutuando livremente em
meu âmago, deveras sempre me perturbou, causando-me, no início, até
bastante medo.
Eu não consigo me
lembrar, exatamente, de quando foi isso começou em minha vida mas, e
creio que, a princípio, tal pensamento transitava de modo algo
inconsciente, para depois de alguns anos, passar a transitar, de
modo progressivo, cada vez mais conscientemente, e a perturbação
causada, advinha do fato de que, após cada manifestação desse
pensamento, a lógica fria que há em mim o analisava e o considerava
como uma possível “ideia derrotista”, de quem “se acovarda
diante da luta da vida” e, o pior, acusava carregar uma “tendência
suicida”.
Por décadas eu tentei
apagar tal pensamento de minha alma e, não obstante a ele, ao
avaliar-me como ser, não me sentia suicida, nem derrotista, e tal
pensamento, transitava em minha mente, sem nunca ter feito descer
desejo algum ao meu coração, muito menos algum desejo macabro,
muito pelo contrário, como disse anteriormente, eu me senti e me
expressei sempre como alguém contemporâneo deste tempo cibernético
e cosmopolita, amante da ciência e das artes humanas, dotado de
plenas boas capacidades físicas e mentais.
Todavia, aquele
pensamento, de modo resistente, continuou me assombrando por décadas,
até chegar aos dias de hoje, e foi apenas com o meu lento e gradual
amadurecimento, que eu pude, aos poucos, não temê-lo mais e de
chegar ao ponto em que eu me vejo agora, de aceitá-lo e
compreendê-lo, como sendo uma pequenina parcela compartilhada, da
mesma angústia suprema que Jesus expressou sentir, naqueles momentos
ali no jardim das oliveiras.
Apesar de quão
terrível, de fato, tem sido a mim viver neste mundo, em cinco
décadas da minha vida, eu não me suicidei e creio que, no tempo de
vida que ainda me reste viver aqui, ainda que este tempo venha a
ultrapassar o tempo já vivido, eu não o farei, até mesmo porque,
diante do meu crescimento e amadurecimento para com as coisas
espirituais, o pior de tudo já passou.
O que eu mais desejo
hoje, e para o restante da minha vida, é poder dizer aos acreditam
que sofrem como eu acreditava que sofria, com aquele tal pensamento,
é que ele é natural, inerente a nossa natureza humana mais que
inteligente, que é ainda sábio e verdadeiro, e é coisa que se
expressa em nossas vidas pela permissão de Deus, não tendo vindo
para nos matar, para nos roubar ou para nos destruir, mas para nos
dar uma vida de aprendizagem, que acabe por ser útil ao Senhor.
Viver neste mundo é
verdadeiramente algo terrível pois, fato é que ele está
irremediavelmente perdido, fadado a morte, enquanto que nós, os
loucos para o mundo, quando conseguirmos superar as barreiras que
tentam nos impedir de ter o conhecimento exato de “por que Jesus
sofreu ali no Getsêmani” passamos a ser dotados de um real poder,
que pode nos conduzir então a coisas maravilhosas, as quais o mundo
nunca entenderá: salvação no nome e no sangue de Jesus.
Não amados, vós que
sois loucos de amor pelo mundo, vocês não precisam chorar as suas
próprias lágrimas de paixão pela humanidade pois, as lágrimas que
cabiam ser choradas, já o foram ali com Cristo, lágrimas e suor de
sangue, choradas por Jesus em sua angústia suprema e nenhuma outra
lágrima, nenhuma outra angústia, nenhum outro suor ou sangue, nada,
poderá superar o que houve naquele momento.
Saiba, pois que é
inevitável que a humanidade continue se degradando, no dia a dia em
que hoje vivemos e é inevitável também a nossa dor por sermos
contemporâneos desse tempo de degradação, mas o nosso sofrimento
por causa de ver isso acontecendo é completamente vão e é, tão
simplesmente, uma inútil opção nossa apenas!
Nós humanos, não
vemos nem julgamos com os olhos do Espírito, mesmo alguns de nós,
que se tornam esclarecidos, não obtém exito nisso. Nós vemos e
julgamos com os nossos olhos físicos, pois é isso que somos,
matéria … e jamais poderemos demover o mundo de seu destino de
destruição, com a força do nosso próprio braço. Enquanto isso,
tudo o que vier a acontecer, é algo que, simplesmente, terá que
acontecer.
Se ao menos nós
pudermos compreender o que significou o martírio de Jesus, tornaremo
nos cônscios de que somente o legítimo dono do mundo poderá,
quando vier o momento apropriado, restaurá-lo e poderemos então,
também, ter a sensação alegre da certeza de estarmos rumo a esse
grande e totalmente diferente dia, ao qual nos encaminhamos a passos
largos e acelerados.
É somente esta
esperança que pode apaziguar a nossa angústia, a nossa amargura
sincera de homem mortal louco de paixão pelo mundo e pela
humanidade: tudo o que há nos será tornado novo!
Ora, pois, aquilo que
nos faz sofrer não é justamente o fato de estarmos com nosso olhos
abertos vendo o mundo do jeito terrível que ele é, e não é a
causa da nossa amargura não podermos vê-lo modificado, como sendo
de uma forma diferente? Pois isso só será possível acontecer, se
antes suceder por um tempo, a pífia vitória do mal, com ele
aparentemente predominando, até que se escote a sua medida e o seu
cálice transborde, e mão da ira de Deus o venha remover
completamente.
Quem me dera se tal
ocorresse ainda hoje, diante de meus olhos, mas não sabemos o dia
nem a hora, porquanto, apenas vemos sinais que nos afirmam que tal
dia e hora se aproxima. Assim, busquemos ao Senhor enquanto Ele ainda
pode ser achado, busquemos pelo seu conhecimento pois, é isso que
significa a vida eterna.
Nada mais podemos, de
fato, fazer com nossa própria força. Nos ligarmos a videira
verdadeira e buscarmos permanecer ligados a ela é tudo que podemos
fazer. Nem mesmo os frutos que daremos sairão por nossa força. Há
que ser assim, por causa da glória de Deus, concedida a Jesus.
Não percamos tempo
como fazem os que no mundo só buscam gananciosamente por riquezas e
prazeres fúteis. Agindo assim estaremos odiando a humanidade que
queremos ver restaurada e odiando ao mundo que querermos ver
renovado. Isso só aumentará o nosso sofrimento louco, em duração
e intensidade.
Antes de podermos nos
alegrar, por fim, com o renovo da vida que vem vindo, haveremos de
passar um período aparentemente contraditório, em que o acesso a
mensagem de Deus para os homens deixará de ser livre, onde hoje ele
ainda é livre, e a pregação do evangelho de Jesus deixará de ser
aberta, onde hoje ela ainda é ela aberta.
Por esse tempo, a
vontade dos inimigos de Deus, parecerá prevalecer e a humanidade
ficará ainda mais confundida, e muitos sentirão satisfação nisso
e mestre apregoarão que tudo terminou assim para o bem da humanidade
e que, enfim, a paz na terra reina. Mas essa falácia não durará.
E sucederá que isso
resultará apenas no agravamento das dores humanas pois, não há
outro fruto que possa advir do que é mal, a não ser o próprio mal.
Naqueles dias, alguns se recordarão das palavras de mensagens como
esta, sentirão saudades e então procurarão por elas, mas não as
encontrarão.
Não obstante as coisas
terríveis que ainda sucederão naqueles dias, os remanescentes
dentre os que creram no poder do sangue de Jesus, os mesmos que
entenderam porque Jesus teve aquele momento de angústia suprema no
Getsêmani, estarão ocultados pelo poder do Senhor, protegidos de
toda desgraça, não poderão ser tocados.
Não amados, não é
mais tempo de acreditar que Jesus se angustiou tão somente por “Ele
se dar conta de tudo o que ele deveria enfrentar nas derradeiras
horas finais de sua vida como homem”. De mártires assim, e até
melhores do que isso, a coroa mundana da humanidade está amplamente
cravejada.
Isso que acreditamos
ser o todo, foi nada mais do que tão somente, a mísera e
desprezível parcela do porque Jesus orou fervorosamente para saber
do Senhor Jeová se havia outra forma de redimir a humanidade.
Essa mísera e
desprezível parcela, se ocorreu, foi porque a alma de Jesus,
naquele momento, estava tão firmemente dependente da carne, quanto
eu e você, seres humanos, físicos materiais e mortais estamos. Mas
saiba que essa parcela carnal é muito menor do que a ponta de uma
enorme montanha de gelo solta no oceano.
Jesus não teve nenhum
medo de morrer, que justificasse a incomensurável angústia suprema
que sentiu. Houve ali, muito mais do que as nossas pequenas mentes
humanas pudessem, até então, ter captado e compreendido.
As oração, as
lágrimas e o suor de sangue de Jesus eram por nós, mais uma vez,
por interseção em nosso favor. Foi pelas reais chance de cada alma
humana via a alcançar a salvação, por meio do pacto que Ele e o
Pai, por fim, iriam consumar em poucas horas, a partir daquele
cenário, que o angustiado Jesus orou, chorou e suou sangue.
Foi por tudo o que nós
ainda teríamos que sofrer em nossa jornada histórica e pela dor de
saber que nem todos os seres humanos alcançariam a desejada
salvação, conforme era o desejo do Pai. Parece fácil, não é
cristão? Tão somente creia e serás salvo! Mas não tem sido assim,
fácil, e por fim, “se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém
se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles
dias”. Mt 24:22
Estamos pregando o
evangelho a quase 2000 anos e eu pergunto: A quantas andam as nossas
contas dos que são salvos? Daqueles nascidos de mulher que estão
vivos na terra, quantos estariam salvos hoje? Na Brasil cristão, que
amanhece a cada dia vendo o desfilar de crimes e mais crimes
ocorridos, quantos estão salvos? Nas congregações, onde o cristãos
se assentam e ficam felizes pois, as pregações lhes agradam fazendo
cócegas aos seus ouvidos, quantos estão salvos?
Será que teremos mais
2000 anos para pregar o evangelho por toda a terra para toda
criatura? Haverá um tempo para recuperar o atraso, buscando, em
desespero, superar a nossa incompetência humana? Não sabemos que o
tempo para isso já se faz cumprido em um átimo e se acelera o tempo
do fim?
Jesus tinha muitíssimo
mais motivos para chorar por nós, do que por Ele próprio, amados.
Ele chorou por Israel que até os dias de hoje continua a odiar os
profetas nascidos de sua própria casa e chorou pelos homens
cristãos, tolos quais crianças recém desmamadas, que se comovem em
ver como o Mestre se angustiou temendo sua própria morte e se
alegram com o quanto as congregações lhes acenem com promessas de
bençãos e milagres materialistas.
E o sangue correu por
fora de sua pele, de modo antecipado pois, Ele entendeu que ali já
se selava o fato de que nos últimos dias sobreviriam tempos penosos;
pois os homens seriam amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos,
soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios,
sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes,
cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais
amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de
piedade, mas negando-lhe o poder.
Vede se algo no cenário
acima lhe parece familiar? Se sim, então, afasta-te também desses e
saiba que a imensa tristeza de Jesus naquela hora, foi porque deste
número seriam aqueles que, nos dias de hoje, se introduziriam pelas
casas, e levariam cativas mulheres néscias carregadas de pecados,
levadas de várias concupiscências; sempre aprendendo, mas nunca
podendo chegar ao pleno conhecimento da verdade.
Por tudo isso Jesus
orou, pois, quem sabe haveria outro meio menos penoso para nós
humanos, atingirmos a salvação, sem ter que passar por tantas
desgraças. Jesus transpirou seu sangue precioso em oração … mas
outra forma consumar o pacto não foi possível! Ele teria mesmo que
sofrer o seu martírio e, quanto a nós, ficaríamos condicionados a
nossa própria dependência de crer ou de não crer, de se ligar ou
de não se ligar, de seguir ou de não seguir, de permanecer ou de
não permanecer, de perseverar até o fim ou de não perseverar até
o fim. De sermos salvos ou não, conforme o nosso próprio desejo.
Foi por isso que Jesus
se entristeceu até a morte, se angustiou de maneira suprema, orou
mesmo em pranto, vertendo sangue. Por que é que Ele temeria a a
própria morte? Nem mesmo Tiradentes, que morreu sem a certeza da
salvação, temeu a sua própria morte. Se dez vidas eu tivesse –
disse Tiradentes – todas eu daria, a fim tornar independente, o
Brasil de Portugal. Mas Jesus foi a única vida possível de ser
dada, em resgate pela humanidade toda e, mesmo assim, tão poucos
desejam ser salvos.
De fato, tudo indica
que há a chance de bem poucos humanos se salvarem. Talvez algo em
torno de uns seis milhões, no meio de uns seis bilhões, ou seja,
0,1% dos humanos se salvariam. São altas as chances de que a grande
maioria se perca e, ainda há a certeza, de que todos os que querem
viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições. Que Deus se
alegraria com isso? Deveras, nenhum! Antes se angustia, sofre de
angústia suprema!
Mas os homens maus e
impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados e, eu,
porém, permanecerei naquilo que aprendi, e de que fui inteirado,
sabendo de quem o tive aprendido, e que desde a infância sabia as
sagradas letras, que podem fazer-me sábio para a salvação, pela
que há em Cristo Jesus.
Toda Escritura é
divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender,
para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus
seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra. Estando
cada qual de nós firmemente pegados a videira, aquietemo nos e
vejamos o que o Senhor fará!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão
Mas
afinal, quem foi, de fato, o Senhor Jesus? Abram as suas Bíblias em
Mateus, capítulo1.
A
primeira coisa com a qual nos deparamos ao abrir o Novo Testamento,
em seu início, é com a genealogia de Jesus. O que é genealogia?
Genealogia
é o estudo da origem, da descendência e da relação entre
famílias, ou, simplesmente uma lista ou um diagrama, que enumera e
nomeia, os antepassados de um indivíduo, indicando os casamentos e
das sucessivas gerações que o ligam a seus ancestrais.
A
genealogia, entre todos os povos tem a sua importância, todavia para
o povo hebreu, especialmente para as narrativas bíblicas, a
genealogia se reveste de singular importância. Daí o fato de
encontrarmos algumas genealogias na Bíblia.
No texto bíblico em questão, a genealogia apresentada é a de Jesus Cristo (ou Jesus, O Cristo), e
vamos nos deter apenas no versículo 1, que nos diz: “Livro da
genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.” este
versículo é fundamental para o estudo de “quem foi o Senhor
Jesus”, filho do homem, todavia, de antemão, é preciso esclarecer que, para
entender o Senhor Jesus, é necessário se considerar as duas naturezas dele:
- a natureza de Jesus ser humano, filho do homem;
- a natureza de Jesus ser espiritual, filho de Deus;
A
primeira foi uma natureza eventual e transitória, assim como é, ainda
hoje, a natureza de cada um de nós, seres humanos (dai a pergunta:
Quem foi?), mas a segunda natureza é uma
natureza espiritual eternal (o que nos levará a mudar o tempo do verbo da
pergunta para o presente: Quem é?).
Todavia,
por ora, vamos nos ater à primeira natureza, que é aquela na qual,
de fato, importa e compete mostrar Jesus, como como sendo “filho de
Davi e filho de Abrão”, voltemos, pois, a consideração da
genealogia.
É obvio
que se formos olhar a genealogia inteira, veremos que Jesus era filho
de José, e que José era filho de Jacó, que por sua vez era filho
de Matã, que era filho de Eleazar, que era filho de Eliúde, e por
aí segue-se a genealogia de Jesus, até que, passando pelo rei Davi, evidentemente, chegaremos ao patriarca Abraão.
Uma
genealogia pode tanto ser apresentada em modo descendente, quanto
ascendente e, a genealogia completa de Jesus até Abraão, se
encontra apresentada, nos versículos 2 – 16, deste mesmo capítulo
12 de Mateus. Mas repare que Mateus, sabiamente, se antecipou e destacou, logo no versículo 1, a relação de Jesus apenas com dois
personagens da história bíblica: Davi e Abraão.
Ao
final, já no versículo 17, Mateus arremata: “De sorte que todas
as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e
desde Davi até a deportação para Babilônia, catorze gerações; e
desde a deportação para Babilônia até o Cristo, catorze
gerações.”
Penso
que o Espírito Santo do Senhor Jeová, não teria inspirado Mateus a
considerar o tal número “catorze”, três vezes, de modo
recorrente, se isso não tivesse, também, algum significado
importante para nós, que cremos nas escrituras. Mas eu confesso que,
por ora, eu o desconheço e não estou interessado nele, neste
momento. Importa aqui, que Jesus, de fato, descendia da linhagem de
Davi e de Abraão e que a exposição da genealogia serve para
comprovar isso.
O
Messias, o Ungido de Deus para ser o Salvador, deveria ser filho
(descendente) de Abraão, simplesmente por que Deus, a
seu tempo, o havia prometido que assim seria. Jeová prometera a
Abrão (que mais tarde teria seu nome mudado para Abraão), que ele seria o pai da raça da qual viria o Messias. Vejamos os
textos:
“Ora,
o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da
tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que
eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e
engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção. E abençoarei os
que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti
serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12:1-3)
Aqui
Jeová faz a Abrão uma petição acompanhada de promessas:
muitas bençãos (mais do que aquelas que Abrão já tinha até então)
e, principalmente, descendência (coisa que Abrão ainda não tinha).
Todavia não houve aqui, ainda, de modo explícito, a promessa de
vinda de um Messias, um salvador para humanidade, mas sim, Jeová
lança as bases, um desafio preparatório disso, quando diz: “ …
e em ti serão benditas todas as famílias da terra”.
Mesmo
talvez não tendo entendido perfeitamente significado do desafio lançado,
até por que, nem carecia entender pois, até então, o desafio não era algo entre
Deus e o homem, mas sim entre Deus e Satanás, apenas as promessas,
já foram motivação suficiente para o crente Abrão obedecer, de
modo excelente, a petição de Deus. Com isso a história pôde,
então, prosseguir e estando já as promessas iniciais do Senhor plenamente
cumpridas, chegamos a um outro novo momento histórico (agora, Abrão já se tornou Abraão):
“Então,
o Anjo do SENHOR bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus e
disse: Por mim mesmo, jurei, diz o SENHOR, porquanto fizeste
esta ação e não me negaste o teu filho, o teu único, que
deveras te abençoarei e grandissimamente multiplicarei a tua semente
como as estrelas dos céus e como a areia que está na praia do mar;
e a tua semente possuirá a porta dos seus inimigos. E em tua
semente serão benditas todas as nações da terra, porquanto
obedeceste à minha voz.” (Gênesis 22:15-18)
Neste
momento da vida de Abraão, em “que a fé cooperou com as suas
obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.”, e de um modo
todo especial, “creu Abraão em Deus e isso lhe foi imputado como
justiça, e foi chamado amigo de Deus”.
Abraão
conseguira provar, naquele exato momento, com aquela atitude, que
aquilo que Deus precisaria fazer pela humanidade, para a salvação
dela, o ser humano, Abraão, também era capaz de fazê-lo por Deus.
A atitude de fé aperfeiçoada de Abraão contrariou, naquele exato
instante, toda a afirmação contraria que o Diabo fazia sobre nós humanos a
Deus de modo que a futura vinda do Messias, já não era mais um mero desafio, mas sim, um fato resolvido e selado.
O
selamento do pacto da vinda do messias foi uma maravilha absoluta e
imensurável, contudo coisa maravilhosa ainda, digna de nota, foi que
Deus, no último instante, houvesse poupado a vida do inocente Isaque,
demonstrando que Ele sempre foi o Deus que afirmava que “Agrado-me
da benevolência e não do sacrifício; e do conhecimento de Deus
antes do que de holocaustos.” pois, “Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício, ..." (Oseias 6:6; I Samuel 15:22).
É por
causa deste momento de atitude de fé aperfeiçoada de Abraão, pela
qual selou-se a vinda do Messias, que a palavra de Deus diz ainda:
“Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão.
Ora, a Escritura, prevendo que Deus havia de justificar pela fé os
gentios, anunciou previamente a boa nova a Abraão, dizendo: Em ti
serão abençoadas todas as nações. De modo que os que são da fé
são abençoados com o crente Abraão.” (Gálatas 3:7-9)
Mas, prosseguindo, além
de descendente de Abraão, o Messias deveria ser, também, filho de
Davi, pelo mesmo motivo, simplesmente por que Deus prometera, e assim
deveria ser cumprido:
Tendo
resgatado e trazido para Jerusalém a Arca da Aliança do Senhor e
vivendo um momento de paz e descanso, Davi desejou construir uma casa
para Jeová, um templo para o seu Deus, o Deus de Abrão, de Isaque e
de Jacó. Todavia, a palavra de Deus foi dada ao profeta Natã, com
Deus rejeitando tal empreitada, contudo, Deus assim falou a Davi:
“Quando
teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então,
farei levantar depois de ti a tua semente, que procederá de ti, e
estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e
confirmarei o trono do seu reino para sempre.” (2 Samuel 7:12-13)
Sabemos
que Davi teve vários filhos. Em I Crônicas 3:1-9. temos o nome de
pelo menos 19 destes filhos de Davi, que são: Amnom, Daniel,
Absalão, Adonias, Sefatias, Itreão, Siméia, Sobabe, Natã,
Salomão, Ibar, Elisama, Elifelete, Nogá, Nefegue, Jafia, Elisama,
Eliada e Elifelete. Note que, conta-se aqui, apenas filhos do sexo
masculino.
Você
acha muitos os filhos de Davi? Isso não é nada perto do que Deus
pode fazer, além do mais, fora Ele mesmo quem prometera a Abrão:
“... multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e como
a areia que está na praia do mar; ...”, portanto, tinha que assim
mesmo.
No
entanto, quando se fala em “O filho de Davi”, o primeiro nome que
nos vêm à mente é o de Salomão, que foi o herdeiro do trono.
Salomão teve o papel de prefigurar a Cristo como o filho de Davi, o Herdeiro do trono
e do reino de Davi. Conforme Jeová prometera, Salomão como filho de
Davi e herdeiro do trono, após assumir a suas herança fez principalmente duas coisas:
- Edificou o templo de Deus no reino de Israel. Davi queria edificar, mas Deus não o autorizou a fazê-lo (ver I Crônicas 17.1-12 e I Cronicas 28:1-3), de modo que Davi só pôde fazer os preparativos, estocando boa parte dos materiais, para que Salomão, mais tarde, o construísse (ver I Crônicas 29); O templo foi construído (ver a partir de II Cronicas) e passa a ser o símbolo da presença de Deus no reino, lugar a partir de onde Deus se manifestava através de seus servos escolhidos.
- Após terminar as obras de construção do templo, Salomão ora a Deus e Deus lhe responde (ver II Crônicas 7.12-16). Deste modo, Salomão passou a falar palavras de sabedoria (Ver alguns exemplos em I Reis 3.5-12; 4.29-34; 10.1-9).
Como a
genealogia mostra, Jesus veio ao mundo, tendo nascido “da casa de
Davi”, cumprindo a fórmula pactual feita com Davi. Nesse pacto
Deus promete ser o Deus de seu povo e torná-los seus e aquele era um
pacto eterno de Deus, a despeito das diferentes circunstâncias. (I
Samuel 7:24, 29). Esse foi sempre o propósito do pacto.
Deus
promete estabelecer o reino de Davi e o seu trono para sempre (I
Samuel 7:12-13). Deus fez assim, com que aquele pacto e o referido
reino, estejam ligados para sempre, e assim revelou ainda a óbvia natureza
espiritual deste reino. Essa foi uma promessa que só poderia ter
sido, como foi, cumprida em Cristo, o Rei dos reis (Lucas 1:32-33).
Alguns
dentre nós podem até duvidar que Davi tenha conseguido entender,
naquele momento, a exatidão daquilo de estava acordado. A de que o
"trono" do qual Deus falava, era realmente, sempre, o trono
dEle próprio, o trono do reino de Deus, mesmo quando um homem, como
Davi, ou um filho da casa de Davi, se assente nele. Mas eu creio,
pela fé, que Davi tenha entendido pois, a integridade daquele pacto teria que ser peça chave para que o Messias viesse a nós. Assim, Davi cedia o seu
trono para glória de Deus.
Todavia, Salomão, ao se tornar um homem maduro, passou a apresentar distúrbios de comportamento desregrado com relação aos prazeres do sexo e se uniu a muitas mulheres que não conheciam a Jeová e lhe fizeram inclinar o coração para seguir outros deuses e Salomão começou a fazer o que era mau aos olhos de Jeová e não seguiu plenamente a Jeová como Davi, seu pai. Começaria ai, os problemas e as dores para o reino humano da casa de Davi, mas o pacto selado, no que dizia respeito ao Reino de Deus, a exercido pela descendência da casa de Davi, continuaria valendo, para sempre, como fora prometido.
Todavia, Salomão, ao se tornar um homem maduro, passou a apresentar distúrbios de comportamento desregrado com relação aos prazeres do sexo e se uniu a muitas mulheres que não conheciam a Jeová e lhe fizeram inclinar o coração para seguir outros deuses e Salomão começou a fazer o que era mau aos olhos de Jeová e não seguiu plenamente a Jeová como Davi, seu pai. Começaria ai, os problemas e as dores para o reino humano da casa de Davi, mas o pacto selado, no que dizia respeito ao Reino de Deus, a exercido pela descendência da casa de Davi, continuaria valendo, para sempre, como fora prometido.
Além de
ter nascido na casa de José, descendente de Davi e do ventre de
Maria, esposa de José, Jesus, o Cristo, desde cedo expressou uma
outra marca característica como o filho de Davi: tal qual Salomão,
Jesus falou também palavras de sabedoria. Mas Jesus suplantou
Salomão em sabedoria, porquanto ele ofereceu revelações a mais da
parte de Deus, que Salomão a seu tempo não teve.
O
templo, de pedra, ouro, madeira e prata, construído por Salomão, já
não precisaria mais ter a mesma importância, pois é Jesus que
passara a ser, em si mesmo, o próprio templo, revelação que foi
nos dada quando ele afirmou: “Destruí esse templo, e em três dias
eu o reconstruirei” (João 2, 19).
Esse
“novo” templo também já foi terminado, com a morte e ressurreição Jesus, muito embora ele continuasse, sempre, em contínua expansão. Este
é, ainda hoje, o verdadeiro templo de Deus, não passageiro, não temporal e
suscetível a ataques e destruição, mas eterno, e ainda não apenas
instalado no reino de Israel, ou no território de qualquer outra
nação ou sob a denominação de qualquer outra instituição
humana, mas sim, no próprio Reino de Deus.
Esse
templo é o que o próprio Jesus chama de “a minha igreja”, a igreja de Jesus
e que é Ele próprio, adicionado ainda de cada ser humano
que a Ele se ligue, formando um único corpo, um único templo.
Em
Mateus 16:18 encontramos Jesus dizendo que edificaria a sua igreja e
as portas do inferno não prevaleceriam contra ela. Em I Coríntios
3, do verso 9 em diante, vemos a igreja como sendo um edifício figurativo construído sobre o fundamento que é Cristo e que quando nos ligamos
a Cristo, tornamo-nos, nós mesmos, também templo Deus e que é esse
o templo que Jeová protege, pois é nesse templo que habita o Seu
Espirito.
Em todo
o Novo Testamento vemos que Jesus continua a se manifestar através
da igreja, que é Ele próprio, a videira, juntamente com cada ser
humano, que passa a se ligar a ele, como ramos da videira, formando assim um
único templo, e que já não é mais nós que vivemos (em nós mesmos), mas Cristo que passa a
viver em nós (Gálatas 2:20).
Em
Efésios 3:10 vemos que através da igreja Deus tem manifestado a
todos, inclusive às potestades e principados nos lugares celestiais,
a Sua sabedoria, que é multiforme. Paulo, inspirado, ensina: “Mas
um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo
particularmente a cada um como quer. Porque, assim como o corpo é
um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um
só corpo, assim é Cristo também.” 1 Coríntios 12:11-12
Assim é
a natureza de ser espiritual Jesus. Havia a necessidade dessas duas
naturezas em Cristo. Para que o projeto de salvação da parte de
Deus se concretizasse, era necessário que o sacrifício do Messias
representasse um sacrifício de valor infinito, a ser pago em nosso
resgate. Para isso Ele tinha que ser a própria perfeição, a
primícia de toda criação, o verbo que havia no principio, junto a
Deus, o filho unigênito, todo especial, de Deus, que foi tornado
carne e oferecido em sacrifício. Ele é O Filho e O Templo, e nós nos tornamos como filhos ao
nos unirmos a Ele, tornamo-nos membros do templo que Ele é. Não há
outro caminho, ninguém dentre nós se chegará a Deus sem estar
ligado a ele,
Falando, ainda, sobre sua própria natureza espiritual, Jesus interrogou os fariseus que
estavam reunidos, dizendo: “Que pensais vós do Cristo [Messias]?
De quem é filho? Responderam-lhe: De Davi. Replicou-lhes ele: Como é
então que Davi, no Espírito, lhe chama Senhor, dizendo: Disse o
Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha
os teus inimigos de baixo dos teus pés? Se Davi, pois, lhe chama
Senhor, como é ele seu filho? E ninguém podia responder-lhe
palavra; nem desde aquele dia jamais ousou alguém interrogá-lo.”
(Mateus 22:42-46)
O Cristo
esteve como homem, mas não era, de modo algum, tão somente um
homem. Mas o Cristo que é da natureza espírito e o Cristo foi da natureza
carne É, sem dúvida, uma única e mesma pessoa, um único e mesmo
ser, que por um relativamente curto espaço de tempo teve a sua
natureza “modificada” de espiritual para carnal, na “forma”
de um ser humano, que foi filho do homem, Jesus de Nazaré, o filho de Davi.
Apesar
de Cristo nunca ter deixado de ser quem ele sempre foi, ao ser
mudado para a forma humana, ele foi ligado a essa natureza que modo que ele não podia mais ter acesso a poderes associados exclusivamente a sua natureza
de ser espiritual. Isso tem inúmeras implicações e, como exemplo,
cito duas que considero importantes:
- A de que “fenômenos sobrenaturais”, ou seja, os denominados milagres, acontecem “naturalmente”, emanados do poder do Espírito de Deus e causados por uma petição de fé, que pode partir de qualquer ser humano crente neste poder. Jesus, não apenas intercedeu por vários milagres, muitas vezes deixando bem claro ao agraciado que “a tua fé te salvou; a tua fé te curou”, como ainda, ensinou aos seus discípulos que qualquer um deles poderia, de modo eficaz, atuar como intercessor por milagre também, exercendo isso com fé, petição, oração, jejum e ação de graças;
- Que sob a tortura dos soldados romanos, Jesus sentia as mesmas dores que qualquer homem sentiria na carne, não podendo ele evitá-las e nem ao menos amenizá-las, e ainda que, o sofrimento do seu martírio, como virtual homem carnal, foi então, um sacrifício absolutamente real. Jeová entregou, de fato, o seu amado unigênito, desprovido da realeza espiritual (estando virtualmente preso a carne), a um doloroso sacrifício de vida (preço a ser pago), em favor do resgate da raça humana (todas as famílias da terra), suas criaturas especiais (amigos), cônscio de que um ser humano (Abraão) faria exatamente a mesma coisa por Ele, se e quando Ele o pedisse.
O obediente Abraão
fez por merecer e o adorador rei Davi cedeu o lugar, por isso nos veio Jesus, que
mereceu, por não pecar jamais, e cedeu lugar, entregando toda glória
do seu sacrifício ao Pai.
Considerando
que Jesus vive desde o princípio e viverá para sempre, a natureza
carnal humana que ele assumiu, ocorreu apenas durante um átimo da
existência dele. No mundo espiritual, o conceito humano de tempo não
existe. O intervalo de tempo que durou a natureza humana de Jesus,
vai DESDE UM MOMENTO APÓS a sua concepção, durando ATÉ o momento
em que ele ASCENDEU AOS CÉUS.
Sabemos
que Jesus foi concebido pelo poder do Espirito Santo, assim como
qualquer milagre. De modo que, Jesus não foi concebido por meio de
uma concepção convencional, ou seja, com a fertilização ou
fecundação, a fusão de dois gâmetas para produzir um novo
organismo, como é natural aos seres vivos sexuados, incluindo os
humanos.
Os
gametas, chamados ainda de células sexuais, são as células dos
seres vivos que, na reprodução sexuada, se fundem no momento da
concepção, para formar um ovo ou zigoto, que dará origem ao
embrião, cujo desenvolvimento produzirá um novo ser da mesma
espécie. Os gâmetas têm tipos morfologicamente distintos e o órgão
ou o indivíduo que produz o gâmeta de maiores dimensões - o
ovócito secundário ou óvulo - tem a denominação de fêmea ou
feminino, enquanto que o que produz o gâmeta de menor dimensão,
normalmente móvel, é chamado macho ou masculino.
Os
gâmetas são células haploides, ou seja, elas têm apenas um
conjunto de cromossomas, uma vez que são produzidos por meiose,
enquanto que o ovo ou Zigoto, produto da concepção sexuada,
resultante da união dos dois núcleos haploides, por sua vez, é uma
célula diploide. Células diploides são aquelas cujos cromossomos
se organizam em pares de cromossomos homólogos.
O
processo de união, ou seja, a concepção em si, salvo raríssimas
distorções, só pode ocorrer entre duas células eucarióticas
mutuamente compatíveis, ou seja, as quais o conjunto de cromossomas
tenham o mesmo número. Assim, para cada característica existem pelo
menos dois genes, estando cada um deles localizado num cromossomo
homólogo. Diz-se que estas células possuem 2n cromossomos, onde n é
o número de cromossomos (número de haploide) característico da
espécie em questão.
No caso
da espécie humana, n corresponde a 23 cromossomos por célula, pelo
que as células somáticas possuem 2n, ou seja, 46 cromossomos.
Quando ocorre a fecundação, os 23 cromossomos presentes no
espermatozoide juntam-se com os 23 cromossomos presentes no óvulo.
As mulheres possuem o último par de cromossomos do conjunto, ou
seja, o 23º par, igual a XX onde X é um tipo de cromossomo. Já os
homens o possuem como XY, de modo que é isso que determinando seu
sexo.
A partir
do Zigoto, várias divisões mitóticas vão dando origem a um novo
indivíduo (embrião). A quantidade e a distribuição do vitelo
(estoque de alimento existente nas células) variam de acordo com o
organismo considerado e dependem, inclusive, do tipo de
desenvolvimento do embrião.
Existem
várias técnicas possíveis a se especular sobre a concepção
Jesus, que o tornou um ser humano, incluindo a concepção
(fertilização) “in vitro” ou outra ideia correlata qualquer,
até mesmo alguma que a nossa ciência ainda nem tenha atingido em
termos de conhecimento, e creio que nenhuma delas seria problema, de
modo algum, ao poder do espirito santo de Deus.
Todavia
acredito ser de fundamental importância considerarmos o seguinte:
para validar o plano da salvação, Jesus teria que ser aquele mesmo
ser, que antes esteve junto a Deus que era O Filho de Deus e não
necessariamente ser um filho consanguíneo de José, descendente
consanguíneo de Davi e de Maria.
Eis ai o
grande mérito de Davi: ele já havia concedido toda a glória do seu
próprio trono a Deus, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Por
aquele pacto, Davi aceitou adotar O Filho de Deus, como seu próprio
filho.
Já
sabemos que após a fecundação (fertilização) forma-se o zigoto.
A partir desse momento inicia-se a divisão celular para a formação
do que a ciência humana atualmente denomina de pré-embrião. Assim,
após um ciclo de horas a partir da fertilização teremos
pré-embriões com 2 células, após mais um ciclo de horas teremos o
mesmo com 4 células, mais um ciclo de horas e teremos 8 células e
assim por diante, numa divisão celular em progressão geométrica.
Já, na
reprodução assexuada, esta ocorre sem a intervenção de gâmetas.
Na reprodução assexuada intervém um único progenitor. Neste caso
não existe junção das duas células sexuais ou gâmetas. Assim não
existe junção do material genético, por isso os descendentes são
geneticamente iguais aos progenitores e nestes casos, diz se que os
novos seres são clones do progenitor.
Os casos
em que se apresenta a reprodução assexuada são nos conhecidos:
- Bipartição ou Cissiparidade: um indivíduo divide-se em dois seres, sensivelmente atingem as dimensões do progenitor. Existe em seres unicelulares e em alguns pluricelulares – Planária;
- Gemulação ou Gemiparidade: nos diferentes casos na célula ou corpo mãe há formação de uma dilatação ou gomos que cresce “colado” à mãe e depois de crescer separa-se. Algumas vezes estes gomos nunca se separam da mãe, criando colônias de indivíduos cooperantes. Existem em seres unicelulares (leveduras) e seres pluricelulares (anémona do mar e hidra de água doce);
- Esporulação: Neste caso formam-se as células reprodutoras, os esporos, que em condições favoráveis, germinam dando origem, cada um, um novo indivíduo. São exemplos os fungos como o bolor do pão e a penicillium e as plantas como os fetos;
- Fragmentação ou multiplicação vegetativa: Um animal onde ocorre este tipo de reprodução é na estrela-do-mar. Os cinco braços da estrela partem-se e a partir de cada um forma-se uma nova estrela-do-mar. E, no entanto, no mundo das plantas onde este tipo de reprodução acontece com maior incidência. Vários órgãos das plantas podem enraizar-se e dar origem a novas plantas (begônias, tubérculos, bolbos, rizomas, estolhos, açucenas e tulipas);
Independente
da reprodução ser sexuada ou assexuada, existe, sempre, um conjunto
de cromossomas característicos de uma dada espécie, o cariótipo. O
cariótipo humano normal é composto por 46 cromossomas, associados
em 23 pares de cromossomas.
Desde
modo, o poder do Espirito Santo de Deus precisaria, tão somente,
produzir por algum tipo de reprodução assexuada, a partir do
próprio Deus, um zigoto de espécie humana, um ser de uma única
célula diploide, e Jesus estaria já concebido, para em seguida,
implantá-lo no útero de Maria, onde a natureza já criada, se
incumbiria de dar continuidade, com a clivagem (divisão celular),
produzindo o feto.
Ora é
sabido que os demais seres espirituais criados por Jeová, a saber,
os anjos, não tem sexo. Ora, por que duvidar de qualquer coisa a
esse respeito, se a nós mesmo, seres humanos mortais, é dada a
oportunidade de estarmos, com nosso limitado conjunto de
conhecimentos, com os nossos experimentos, chegando, cada vez, mais
próximo disso, mesmo não sendo isso por nosso próprio mérito, mas
por permissão do Senhor.
Jesus,
o Cristo, morreu como morre um homem, e tinha que ser assim pois,
como homem ele precisava vencer a morte e ressuscitar. Deste modo
Jesus reapareceu aos discípulos, em carne e osso e só deixou de ser
humano quando ascendeu aos céus, mas o seu corpo tão pouco, ficou
entre nós, e este é um novo mistério do poder do Espírito de
Deus, o qual nós ainda não estamos habilitados a conhecer.
Além do
mais, por mais que tenhamos avançado em nossa ciência humana, o
tudo continua sendo para nós, ainda do mesmo modo, como escreveu
Shakespeare em sua peça Hamlet, a tragédia da dúvida e do
desespero do solitário príncipe e da violência do mundo (a peça
mais representada e estudada até hoje): “Há mais coisas entre o
céu e a terra, Horácio, do que sonha a nossa vã filosofia”.
O que
importa é que estejamos certos, crentes e conscientes de que foi, de
fato, O Filho de Deus que se fez carne e habitou entre nós, de que
ele foi o Messias da promessa, e que com seu sacrifício perfeito nos
atrai a ele, para que nós com ele nos unamos, como nosso único meio
possível de salvação.
Que a
graça do Senhor Jesus seja com todos.
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