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domingo, 23 de setembro de 2012

Por que as Mulheres Preferem os Cafajestes?


A Universidade do Texas revelou um dos maiores mistérios da alma feminina: a respeito do porquê as mulheres preferem os cafajestes.

O cafajeste é conhecido como uma pessoa que apresenta um mau comportamento, que não é confiável, mas mesmo assim as mulheres tendem a procurar por este tipo. Muita gente conhece um cara do tipo que não quer compromisso com ninguém, fica com uma atrás da outra, não se apega a sentimentos e, mesmo assim, vive cheio de mulheres interessadas ... e babando atrás dele ... esse é o típico cafajeste!

Taí uma pesquisa que responde essa questão importante da humanidade. E sabe por que os homens do tipo bad boy fazem tanto sucesso? A ciência explica que é uma espécie de "vício natural inerente às mulheres"! E sabe do que mais? Parece que esse vício não tem cura. Descubra o motivo.

Você mulher, já parou para pensar a respeito do quanto você já atraiu para sua vida homens que só trouxeram problemas para ela? Aliás, você já analisou se você atraiu tais homens, sem querer, ou se "algo dentro de você" quis, desejou, propositada e ardorosamente, atrair tais homens assim?

Além do mais, mesmo que ainda existam homens que queiram relacionamentos sérios, sem dúvidas, a maioria, por motivos de sobrevivência da espécie, está em processo gradual de mutação. Eu digo isso por causa de mim mesmo que, por causado desse comportamento delas, perdi completamente a motivação de querer ser "o leal e o legal" com mulher.

Também é notória a elevação do número de mulheres que se apresentam como encalhadas e desesperadas (e talvez eu seja odiado por muitas ao revelar isso) e, que sabem o quanto está difícil conseguir um relacionamento sério, daqueles para valer o empenho e para resultar em casamento?

Afinal, por que as mulheres insistem em se envolver com os bad boys, ou qualquer que seja o termo que se use para se definir esse tipo de homem, as vezes até bonitão, todavia, cafajeste, sempre. E não estamos falando só em atração física: daquelas que nos faz geralmente acha alguém muito sexy. Por experiência própria, posso dizer que ninguém consegue ficar em comprometimento com alguém sem, ao menos, gostar. 


É o caso das três mulheres do personagem Cadinho da novela "Avenida Brasil". Apesar de saberem que ele alimenta outras relações, Noêmia, Alexia e Verônica não conseguem se livrar da paixão pelo "marido".

Antes de falar das descobertas da Universidade do Texas, segundo a mulher, brasileira, psicóloga, pesquisadora e coordenadora do curso de pós-graduação em psicossociologia da Saúde Mental Faculdade de Medicina de Petrópolis, Marília Antunes, existem vários motivos para as mulheres não conseguirem evitar (e depois sair) desse tipo de relacionamento.

"O cafajeste é tido como dominador e bom de cama e, por isso, desejado por outras mulheres. Além do mais, por algo associado ao instinto maternal, as mulheres acreditam que ele possa ser convertido em "homem bom", explicou a psicóloga.

O cafajeste usa de técnicas de sedução para atrair as mulheres, que se prendem a ele por uma espécie de disputa. Para a psicóloga, a mulher acredita que se esse tipo de homem está com ela, é porque ela é mais especial que as outras mulheres, e usa o cafajeste como uma espécie de troféu, enquanto que o cafajeste explora essa característica feminina.

Segundo Marília, ao saber que é traída, a mulher, facilmente, releva o julgamento da atitude do cafa e, a  primeira atitude, no caso da maioria das mulheres que esta presa a esse tipo de relacionamento destrutivo, é procurar saber informações sobre a amante, tornando o triângulo amoroso uma disputa, inevitavelmente acirrada.

Após entrar em um relacionamento destrutivo, muitas mulheres ficam presas, pois acreditam que ficariam ainda pior sem ele.

"A pessoa acha que ama, por isso se prende, se torna escrava desse amor e só leva o sofrimento. Essas mulheres costumam pensar: 'estou sofrendo por ele ser um cafajeste, mas a solidão será pior do que este sofrimento que já é conhecido por mim'", esclareceu a psicóloga.

Já, por outro lado, o que os pesquisadores da Universidade do Texas quiseram entender foi por que um grande número de mulheres insistem, de modo recorrente, em transformar essa atração fatal em um relacionamento de longa duração, mesmo sabendo que a chance de isso vir ser uma barca furada ser enorme.

De acordo com o estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos e publicado no Journal of Personality and Social Psychology, a ala feminina se sente atraída por homens sensuais, rebeldes e bonitos na semana que antecede da ovulação. Ou seja: é uma pura questão hormonal, animal mesmo.

As mulheres que participaram dos testes analisaram perfis de homens em sites de namoro. As voluntárias fizeram duas avaliações dos mesmos rapazes. A primeira avaliação foi feita quando as mulheres estavam no período alto de fertilidade e a segunda, quando estavam em baixa fertilidade.

Foram apresentados dois tipos de perfis às voluntárias: alguns do tipo confiável (com aparência mais certinha) e outros do tipo cafajeste (aparência mais rude). As voluntárias também tiveram que dizer como cada perfil se sairia nas tarefas domésticas, entre casais, etc.

Quando as voluntárias estavam no período fértil, acreditavam que os tipos bad boys se sairiam melhores em tarefas como cuidar dos filhos, fazer compras para a casa, cozinhas, etc.

Outro teste foi realizado com as mesmas voluntárias durante o estudo, mas desta vez de contato. As voluntárias interagiram com atores que interpretaram papéis de cafajestes e de nice guys. Como no teste dos perfis, as mulheres fizeram os mesmos testes nos dois períodos de fertilidade. Assim como a primeira etapa de testes, as mulheres se sentiram mais seguras em atribuir as tarefas domésticas para os homens cafajestes.

Assim, a resposta para esse comportamento de raciocínio, comum ao universo feminino, segundo o estudo, está nos hormônios femininos e na "bagunça" que eles provocam na capacidade de julgamento das mulheres. Durante o período de ovulação, esses hormônios acabam influenciando a sua visão do que é um bom parceiro em potencial: elas passam a preferir os homens mais bonitos e sensuais e dar menos importância a fatores como a confiabilidade.

Para chegar a essa conclusão (que está publicada no Journal of Personality and Social Psychology), os pesquisadores mostraram a mulheres perfis de sites de namoro de homens do tipo mais sexy e cafajeste e do tipo mais confiável (o que provavelmente significava que eram bonzinhos, mas não providos de tanto sex appeal). Elas tiveram que avaliá-los durante períodos de fertilidade alta e baixa e dizer, em cada uma dessas ocasiões, como achavam que eles se sairiam como pais caso tivessem um filho juntos.

Resultado: quando as voluntárias estavam sob a influência dos hormônios da ovulação, elas achavam que o homem mais sexy contribuiria mais para tarefas domésticas como cuidar do bebê, comprar alimentos e cozinhar. Segundo Kristina Durante, uma das autoras da pesquisa, nesse período “as mulheres se iludem em pensar que os bad boys se tornarão parceiros dedicados e pais melhores. Ao olhar para eles através dos ‘óculos da ovulação’, o Sr. Errado vira o Sr. Certo”.

Em um segundo teste, as coisas ficam mais interessantes (para as voluntárias): elas tiveram que interagir pessoalmente com atores do sexo masculino que fizeram os papéis, respectivamente, de cafajeste sexy e de pai confiável. Isso também aconteceu duas vezes, uma durante seu período de ovulação e outro durante baixa fertilidade. E de novo as mulheres na primeira condição acharam que o bad boy (e não o PAI confiável) contribuiria mais para o acolhimento de uma criança.

Mas olha o truque desses hormônios para empurrar as mulheres para os braços do cafa: a ilusão do bom pai só vale para a hipótese de eles terem um filho com elas, não com outra mulher. Quando tinham de responder que tipo de pai um homem assim seria, caso tivessem um filho com uma outra mulher qualquer, elas passaram a ser rápidas em ponderar e apontar os seus possíveis defeitos. No entanto, caso elas próprias fossem a mãe, a coisa mudava de figura e os bad boys viravam um ótimo pai para seus filhos.

Após o estudo e análise, os cientistas ainda não conseguiram decifrar o porquê, mesmo sabendo que esses tipos só sabem enganar os corações, ainda existem mulheres que acreditam que vão conseguir manter um relacionamento sério e duradouro com o bad boy.

Razões imediatas por que as mulheres ovulando preferem cafajestes:

Os biólogos distinguem entre dois níveis de explicação ao examinar o comportamento animal: explicações finais e explicações imediatas (Kenrick, Griskevicius, Neuberg, e Schaller, 2010; Mayr, 1988). Explicações finais dizem respeito a função evolutiva do comportamento e consideram a questão de por que um determinado comportamento evoluiu para ocorrer de modo típico. Já, explicações adjacentes dizem respeito às causas imediatas dos comportamentos e consideram a questão mais mecanicista, de como um comportamento ocorre. Estes dois níveis de análise são complementares e não concorrentes, o que significa que ambos são necessários para uma completa compreensão de um determinado comportamento (Confer et al., 2010).

Muita teoria e pesquisa convergiram para a razão última da evolução sobre o por que as mulheres que ovulam buscam por homens dominadores e sensuais: mulheres ovulando buscam tais homens, pois isso pode trazer benefícios genéticos para a prole (Gangestad & Thornhill, de 1998; Penton-Voak et al, 1999; uma. rever, ver Thornhill & Gangestad, 2008). Na atual pesquisa, eles não contestaram ou testaram este motivo, amplamente apoiado, por último, para o fato de que mulheres que ovulam, persigam homens que consideram simétricos, sexy e socialmente dominantes.

Embora possa ser arriscado para as mulheres buscar parceiros geneticamente ajustados mas, que podem, eventualmente, abandoná-las, pode ter benefícios genéticos compensar os custos potenciais em situações específicas durante a história evolutiva.

Se assim for, a mudança de ovulação induzida, perceptual identificado na pesquisa atual, poderia ser interpretado como uma "mudança adaptativa perceptual", consistente com a teoria de erro de gestão (Haselton & Buss, 2000; Haselton & Nettle, 2006).

Essa mudança de percepção teria persuadido algumas mulheres a assumir riscos de acasalamento, facilitando maior receptividade sexual para homens geneticamente interesantes. Perdendo uma oportunidade de acasalamento com esses homens teria sido mais caro para mulheres de alta fertilidade. Afinal, você nunca sabe, você pode ser o "único".

Então ficam alguns conselhos:
  1. Mulheres, fujam do boy lixo quando estiverem no período fértil, se não querem correr o risco de se apaixonar e querer ter filhos com ele;
  2. Mas não fiquem desesperadas se acharem que estão apaixonadas por um desses: vai ver é só coisa de hormônios mesmo;
  3. Boys lixo, agora vocês já sabem quando o seu poder sobre as mulheres fica maior. Mas atentem para os riscos pois, é a tua semente que poderá ter que vir a crescer como filho de mãe solteira (se é que você liga para isso).
Antes que comecem reclamações por aqui, deixemos claro que a ideia não é promover nenhum tipo de preconceito contra ninguém (até porque a própria ciência está aí para provar que a gente gosta e tal – e somos fãs do Barney Stinson, personagem de “How I Met Your Mother” que representa muito bem o tipo cafajeste). Como bem disse a pesquisadora Kristina Durante, boy lixo ou não, “nunca dá para saber quando o cara é o certo para nós“.

Além do mais, particularmente, eu não sei dizer ao certo o porquê mas, algo me diz que as mulheres, no fundo, sempre souberam disso tudo mas, simplesmente, não gostam que seja falado a respeito.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O Amor Suporta Sofrimento, Todavia, Não O Causa! Então não Aceite Sofrer Por Amor Romântico!


O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:4-7

O amor é sofredor ... MAS O AMOR NÃO CAUSA SOFRIMENTO! Nenhum tipo de amor pode CAUSAR SOFRIMENTO.

Sendo mesmo verdadeiro, O AMOR, sempre TEM LIMITES

Existem alguns tipos distintos de amor e, em sua essência, são todos "amores incondicionais", com exceção de um pequeno detalhe: o amor romântico, o amor de uma relação conjugal, é o único tipo de amor que REQUER, NECESSARIAMENTE, uma via de mão dupla para poder existir!!! Isso é fato!! Caso contrário, ou ele se torna como um amor fraterno (amor entre irmãos) ou acaba por se tornar como algo destrutivo, uma aberração desnaturada que nada tem com relação ao amor!

Portanto, ficai atento e se perguntai: Você coloca TODAS suas expectativas de vida em relacionamentos amorosos? Você tem a perspectiva que o amor romântico é a sua realização mais importante?

Existem pessoas que ao longo da vida acabam se envolvendo com os mais variados tipos de pessoas, simplesmente porque não conseguem viver sozinhas.

O que não imaginam é que, geralmente, esses relacionamentos, baseados na carência excessiva de uma das partes, podem ser extremamente destrutivos.

Na vida de todas as pessoas nada mais é importante que o amor, que é a base de tudo e de todos, pois, quando amamos algo ou alguém, obtemos algo precioso: mantemos o nosso equilíbrio emocional.

O amor é a primeira e a segunda coisa mais importante para Deus, pois está no âmago de dois dos Seus mais importantes mandamentos. Contudo, tem sido exatamente o amor um dos sentimentos mais negados ao próximo na sociedade atual.

Por que isso acontece? Não é por falta de capacidade de se sentir amor mas, sim, por falta de conhecimento a respeito. Mas, quais são os conhecimentos necessários para aprender a amar melhor? Comece, então colocando algumas coisas no seu devido lugar: Não é o amor que sustenta um relacionamento, mas sim, o modo de se relacionar que permite a permanência do amor!

Eu mesmo tenho buscado seguir os seguintes passos de aprendizagem:
  • A amar me (amar a mim próprio), incondicionalmente, independente da minha relação com qualquer outro ser, exceto a Deus, a quem devemos amar acima de tudo. É só assim sendo, que eu poderei amar sem restrições quem me cerca;
  • A parar de fazer coisas as quais eu não gosto, feitas só para agradar a pessoas. Em geral as pessoas não apreciam nem valorizam sacrifícios feitos por elas, algumas chegam mesmo a temer que isso as torne endividadas; As pessoas que nos amam gostam que compartilhar conosco das coisas que fazemos naturalmente. A isso chama-se afinidade.
  • Apesar de todas as circunstâncias desfavoráveis existentes, nunca deixar de acreditar no amor. Acreditar, sempre, nas várias diferentes formas de amor ao próximo, pois nós, seres humanos, não fomos feitos para a solidão;
  • Que o amor, e suas formas, é, sempre, muito acima das paixões, um sentimento de cooperação. Onde não há cooperação e cumplicidade, de alguma forma, não há amor. Nem mesmo a piedade mais pura conseguirá sobrevive para sempre, sem que se desenvolva algum fruto que cause satisfação a alma humana;
  • Ter desapego o bastante para não prosseguir alimentando relações que só trazem sofrimento. Se após algum tempo uma relação parecer não funcionar com cooperação e cumplicidade, e, não trouxer apenas benefícios as partes benefícios, desapegue-se dela sem constrangimentos, antes de assumir comprometimentos maiores.
Uma verdade que poucas pessoas são capazes de enxergar é a de que ninguém nos engana nesta vida, nós é que nos permitimos ser enganados de modo que, somos nós mesmos que nos enganamos.

Se alguém pensa amar o seu companheiro mais que si próprio, pode parecer um sentimento muito nobre, mas pode significar também, falta de auto estima. Quando alguém passa a afirmar que ama o outro mais que  si mesmo, pode parecer altruísmo, mas em geral não o é pois, é característica do altruísta não ficar contando vantagem da medida do eu amor. Esta  pode, simplesmente, ser um firmação dita por dizer, por alguém que, de fato, simula afeição. Todavia, se alguém pensa estar, realmente, amando alguém mais do que si próprio, em um relacionamento romântico, pode estar, na verdade, num situação de fragilidade psico-emocional. 

Infelizmente, é bastante comum nós criamos expectativas irreais quanto às pessoas e quanto aos relacionamentos e passamos a viver como que dependentes dessas expectativas criadas. Com isso nos colocamos em uma situação de nos decepcionarmos, facilmente, quando elas não correspondem ao que desejamos.

Tais decepções podem acabar nos ocorrendo com grande frequência, o que, normalmente, nos leva ainda a outros transtornos mais, pois, as pessoas entre nós, que em geral vivem calcadas nas expectativas criadas sobre as atitudes do outro, ou mesmo sobre os relacionamentos em si, são as mesmas pessoas que, de modo geral, tem maior dificuldades em lidar com as frustrações quando elas fatalmente ocorrem.

Deste modo, amar ao outro, sem amar tão igualmente a mim próprio, seria uma postura de falta de sabedoria que estaria, continuamente, pondo a prova a minha resiliência. Além do mais, é necessário que eu aprenda a ver as pessoas como elas são, e a aceitá-las e respeitá-las dessa maneira e não esperar que o meu relacionamento com elas possam ter o poder de transformá-las, pois é tão somente Deus que tem esse poder.

Quanto mais cedo eu descartar um relacionamento que não me é conveniente, menos eu sofrerei ou mesmo menos farei o outro sofrer, e, mais cedo me colocarei em condições de avaliar outras possíveis opções de relacionamentos. Eu só posso modificar a mim mesmo, ao outro eu só posso amar, amar de uma forma, ou de outra.

Entre seres humanos, seja em que contexto for, jamais existirá relacionamentos perfeitos e, também, ninguém conseguirá, nunca, de modo algum, ser totalmente desapegado em tudo. Assim, todo e qualquer relacionamento entre seres humanas sempre trará para as partes, algumas eventuais decepções. É por isso que é preciso desenvolver paciência e resiliência, e ter consciência de que é muito pouco provável que um amor romântico subsista, longe do amor de Deus.

Todavia, alguns relacionamentos são mesmo inconvenientes e estes podem ser evitados ou mesmo descartados, antes de um comprometimento maior. Simplesmente deixar rolar e acreditar que com o tempo as coisas mudarão, em geral, acaba custando ainda mais caro que uma ruptura precoce.

Criar expectativas irreais é o motivo por que muitos falham redondamente na realização amorosa.
O amor, que é a base de tudo e de todos pois, quando amamos algo ou alguém mantemos o equilíbrio interior.

“Respondeu Jesus: O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás a teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12.29-31).

Não existem mandamentos superiores a estes. Desta feita, o amor é a primeira e a segunda coisa mais importante para Deus, pois está no âmago de dois dos Seus mais importantes mandamentos. Deus é o criador, também, da forma de relacionamento do amor romântico:

“Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gênesis 2:18).

Não seja tolo, ame-se, seja mais amoroso consigo mesmo, não se violente fazendo o que não gosta. Permita-se dizer não e permita-se cogitar que, sob certas circunstâncias, isso possa ser necessário!

O amor é um jogo cooperativo. Se vocês estão juntos é para jogar na mesma equipe, ou então é melhor nem começar jogo algum. Não permaneça junto de quem não o mereça. Alimentar relações que só trazem sofrimento é masoquismo: pratique o desapego e afaste-se, se necessário, e não permita, de modo algum, ver o seu amor transformado em rancor ou ódio.

Em amor romântico, aceite o seu próprio ritmo do amor e saiba que o seu parceiro tem também o dele próprio. Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão, de modo que, variações de humor, em maior ou menor grau, são inerentes a todos os seres. Cobrar de si e do outro, viver sempre nas nuvens é apenas o início de muitas situações frustrantes e perturbações.

Para evitar que o relacionamento se torne destrutivo, o ideal é buscar uma certa independência, ter autonomia sobre sua vida para fazer suas próprias escolhas. Desta forma, a pessoa terá capacidade de escolher relações em que possa ter trocas mais maduras, com pessoas dispostas e prontas para dar e receber, para que ambos ganhem com a relação.

É necessário e imprescindível que ambos tenham amizades, que se dediquem-se aos estudos ou a um trabalho no qual sintam prazer e realização, que cuidem do corpo e da mente, que busquem o autoconhecimento, independente do parceiro fazê-lo também ou não.

Convém, ainda, que o casal tenha convívio social enquanto casal, e que convivam com outros casais para que possam melhor compreender a dinâmica das outras relações e se espelhar também nelas, pois aprendemos muito com essa troca de experiências. Todavia, convém que o casal escolha círculos sociais que lhes interessem a ambos e possam, principalmente, trazer influencias realmente positivas.

A estrema carência afetiva, hoje, pode ser considerada como uma forma de distúrbio comportamental contemporâneo, mais um mal do século XXI, que afeta um número considerável de pessoas, tanto homens quanto mulheres. As pessoas sentem e agem em função deste sentimento distorcido, muito provavelmente, por já terem vivenciado experiências emocionais que não foram atendidas.

Não podemos buscar no outro aquilo que não conseguimos encontrar em nós mesmos, ou seja, devemos, antes, buscar colocar dentro de nós o que nos falta, para que a pessoa passe a se conhecer melhor e a lidar melhor com os próprios sentimentos, propiciando lhe vivenciar, depois, relações mais satisfatórias e prazerosas, que agreguem bons sentimentos e bem estar.

Compreender e aceitar essas coisas, de modo algum significa aceitar o fim do amor romântico, ou mesmo acreditar que o amor romântico é (ou se tornou) um mito, como alguns querem pregoar mas, antes, é resgatá-lo, dentro de um contexto com a base do equilíbrio da sabedoria da palavra de Deus. Com tal equilíbrio, um relacionamento romântico pode durar, não apenas para está vida, neste mundo, como até mesmo, eternamente, se Deus assim o permitir.

“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba…” I Coríntios 13:4-8


Licença Creative Commons
Este trabalho de André Luis Lenz, foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
 
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