terça-feira, 17 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Sobre o Poder Superior em Narcóticos Anônimos
O preâmbulo do texto denominado "OS PRINCÍPIOS ESPIRITUAIS DE NARCÓTICOS ANÔNIMOS" ( literatura original em inglês ainda não aprovada pela irmandade) diz que:
"Há uma coisa que, mais do que qualquer outra coisa, pode derrotar a nossa recuperação: uma atitude de indiferença ou intolerância em relação a princípios espirituais."
Nossa recuperação depende do despertar e do crescimento da nossa espiritualidade, e as nossas vidas dependem de nossa relação com o que acreditamos ser nossa fonte. Os princípios espirituais expressam algumas de nossas idéias mais básicas sobre a espiritualidade em Narcóticos Anônimos. Eles são o alicerce sobre o qual os nossos passos, tradições e conceitos de serviço são construídos. Eles tornam possível a nossa rendição individual e coletiva e nossa dependência de um Deus amoroso da nossa própria compreensão. Eles são as chaves para a nossa liberdade.
Algo muito bom na irmandade de N.A. (Narcóticos Anônimos) é que, apesar pregar que se considera essencial a relação do individuo "adicto em recuperação" com o seu "Poder Superior", eles o fazem de tal maneira a permitir e garantir uma total independência das questões religiosas, ou seja, é orientado que se procure estar em paz com Deus, seja qual for o nome que se dê a Ele, respeitando assim as diferenças individuais e coletivas sobre o conceito de Deus. Sendo assim, tudo que eu considero e apresento aqui, nada mais é que a minha própria experiência individual de relação com meu Deus.
Deus é amor ... e o programa de N.A. é um programa de amor! Deus me ama incondicionalmente e Ele me ensina que nada pode me separar de Seu amor, a não ser a minha própria vontade contraria.
Permitam-me fazer aqui uma analogia: Nós, seres humanos somos como veículos, não somos como motoristas, de modo algum nos iludamos com isso pois, somos mesmo como veículos. O próprio Deus nos alerta de que “não é do homem o seu caminho; nem do homem que caminha o dirigir os seus passos”. Entretanto. é fato que nós temos vontade própria, algo que Deus nos tem permitido desde a nossa criação: nós podemos fazer escolhas e Deus não nos obriga a amá-lo.
Como criador do veículo da analogia acima (criador de nós humanos), Deus é o legitimo proprietário dele (o nosso legítimo proprietário). Deus sabe como guiá-lo por bons caminhos, sabe como cuidar de sua manutenção. Deus ama o seu veículo e não mede esforços em mantê-lo impecável. Mas não se esqueça, o talo veículo tem vontade própria (como nós, que temos o livre-arbítrio de nossas vidas).
Digamos que um belo dia, depois de “curtir uma brisa" o tal o veículo acorde na "maior nóia", irritado mesmo, e, não deixe o seu proprietário cuidar e fazer uso dele. Não deixa que ele ligue o seu motor, não deixa que ele acenda as suas luzes, não permite que ele abra as suas portas, não deixa que ele sequer se aproxime dele pois, ao que o proprietário, persistindo em lidar com o veículo, tenta abrir o capô a fim de acessar o computador de bordo para reiniciá-lo e recuperar a condição original e adequada daquele veículo, o insurgente chega até mesmo a dar uma arrancada, rugindo alto o motor e cantando os pneus para cima do proprietário, ameaçando atropelá-lo.
Ora, não teria o tal proprietário o legítimo direito de deixar de lado, abandonar mesmo, um veículo tão impertinente? Se o proprietário fosse um outro veículo, na certa estaríamos diante de causa para início de uma guerra, tão comum entre os veículos mas, o proprietário benignamente apenas se afasta, "de boa", pensando em voltar num outro momento, talvez mais propício, a lidar com aquele veículo malvado.
Afastado de seu proprietário, o veiculo diz para si mesmo: "agora, de hoje em diante, eu sou e serei o senhor do meu próprio destino. Só faço o que quiser fazer. Só ando por onde quiser andar". Mas, sem a incômoda presença do motorista o veículo permanece simplesmente parado, o que lhe parece ser muito mais cômodo pois, além de tudo, ele é um veículo preguiçoso, adepto do “dolce far niente”. Parece que o que este veículo gosta e quer mesmo é só de ficar "curtir a brisa".
Só que veio a noite, e com ela outras criaturas, criaturas que se fizeram a si mesma como criaturas das trevas, criaturas que o veículo parecia não conhecer. Assim veio o ladrão e ele viu o veículo ali, parado, “curtindo a brisa”! O veículo até que tentou se defender do ladrão, mas, diferente do proprietário, que educadamente dizia: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo”, o ladrão veio logo metendo o pé com violência pois, “O ladrão não vem senão para roubar, matar, e a destruir”; e, como diz o Chico poeta:
Arromba uma porta
Faz ligação direta
Engata uma primeira
E até
Dobra a Carioca, olerê
Desce a Frei Caneca, olará
Se manda pra Tijuca
Na contramão
Dança pára-lama
Já era pára-choque
Agora ele se chama
Emersão
Sobe no passeio, olerê
Pega no Recreio, olará
Não se liga em freio
Nem direção
Pobre e tolo veículo, era senhor de nada, de nadinha mesmo ... e estava era todo "zuado", confuso e com medo, muito medo! Em apenas uma noite de horror o coitado presenciou e participou de cenas que ele nunca imaginara possível, até um tiro na traseira ele levou.
Mas, no meio da madrugada quando o tanque de combustível secou, o ladrão quis nem saber, abandonou o pobre veículo, lá no Largo da Candelária a mercê de um bando "adictos que ainda sofrem" que lhe arrancaram rodas, bateria, até bancos e outras coisinhas mais. Todo depenado e abandonado o veículo se lembrou de seu dono, de como ele era gentil e atencioso com ele, de como ele era bem cuidado e tratado, e, por fim, de motor cansado e farol baixo, se rendeu antes mesmo de amanhecer!
Pela manhã, quando o sol já ia alto com seu brilho fulgurante, o dono do veículo o encontra em seu local de abandono, o proprietário passa então a chamar os anjos resgatadores, que guincham o veículo a um lugar seguro e ele toma várias providências para o início da recuperação física, mental e espiritual do veículo: o talzinho não é mais insolente agora e, assim, permite tranquilamente que o seu dono volte a cuidar dele.
Bem amados, é assim, como Deus me amou primeiro, eu, em retribuição, escolho "amá-lo também", assim o ladrão não terá poder sobre mim. Se eu amo a Deus eu sou um veículo exclusivo dEle. Isso me convém, pois me dá a garantia que só Ele cuida de mim.
Mas como eu posso dizer que eu verdadeiramente amo a Deus, a quem eu não posso ver, que me é algo difícil a mim compreender, sem eu amar também a você meu irmão e irmã, que se apresenta a mim de carne e osso e a quem eu vejo, pois, ele mesmo ordenou assim: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força, e de toda a tua mente", e também, "o teu próximo como a ti mesmo".
Será que o veículo aprendeu definitivamente a lição? Será que ele não largará da mão de seu dono por todos os passos que terá que dar na vida? Terá ele recaída de insolência algum dia? Voltará ele o mais rápido possível a recuperação caso venha a recair? Durará o veículo para sempre a fim de poder viver no paraíso dos veículos?
Essas e outras respostas você encontra em … “a vida de todos nós e de cada um, adictos em recuperação”. Rsrsrs!
Só por hoje, o programa de N.A. é um programa de amor! Só por hoje, o programa de N.A. é coisa de Deus! SPH, bons momentos a todos!
"Há uma coisa que, mais do que qualquer outra coisa, pode derrotar a nossa recuperação: uma atitude de indiferença ou intolerância em relação a princípios espirituais."
Nossa recuperação depende do despertar e do crescimento da nossa espiritualidade, e as nossas vidas dependem de nossa relação com o que acreditamos ser nossa fonte. Os princípios espirituais expressam algumas de nossas idéias mais básicas sobre a espiritualidade em Narcóticos Anônimos. Eles são o alicerce sobre o qual os nossos passos, tradições e conceitos de serviço são construídos. Eles tornam possível a nossa rendição individual e coletiva e nossa dependência de um Deus amoroso da nossa própria compreensão. Eles são as chaves para a nossa liberdade.
Algo muito bom na irmandade de N.A. (Narcóticos Anônimos) é que, apesar pregar que se considera essencial a relação do individuo "adicto em recuperação" com o seu "Poder Superior", eles o fazem de tal maneira a permitir e garantir uma total independência das questões religiosas, ou seja, é orientado que se procure estar em paz com Deus, seja qual for o nome que se dê a Ele, respeitando assim as diferenças individuais e coletivas sobre o conceito de Deus. Sendo assim, tudo que eu considero e apresento aqui, nada mais é que a minha própria experiência individual de relação com meu Deus.
Deus é amor ... e o programa de N.A. é um programa de amor! Deus me ama incondicionalmente e Ele me ensina que nada pode me separar de Seu amor, a não ser a minha própria vontade contraria.
Permitam-me fazer aqui uma analogia: Nós, seres humanos somos como veículos, não somos como motoristas, de modo algum nos iludamos com isso pois, somos mesmo como veículos. O próprio Deus nos alerta de que “não é do homem o seu caminho; nem do homem que caminha o dirigir os seus passos”. Entretanto. é fato que nós temos vontade própria, algo que Deus nos tem permitido desde a nossa criação: nós podemos fazer escolhas e Deus não nos obriga a amá-lo.
Como criador do veículo da analogia acima (criador de nós humanos), Deus é o legitimo proprietário dele (o nosso legítimo proprietário). Deus sabe como guiá-lo por bons caminhos, sabe como cuidar de sua manutenção. Deus ama o seu veículo e não mede esforços em mantê-lo impecável. Mas não se esqueça, o talo veículo tem vontade própria (como nós, que temos o livre-arbítrio de nossas vidas).
Digamos que um belo dia, depois de “curtir uma brisa" o tal o veículo acorde na "maior nóia", irritado mesmo, e, não deixe o seu proprietário cuidar e fazer uso dele. Não deixa que ele ligue o seu motor, não deixa que ele acenda as suas luzes, não permite que ele abra as suas portas, não deixa que ele sequer se aproxime dele pois, ao que o proprietário, persistindo em lidar com o veículo, tenta abrir o capô a fim de acessar o computador de bordo para reiniciá-lo e recuperar a condição original e adequada daquele veículo, o insurgente chega até mesmo a dar uma arrancada, rugindo alto o motor e cantando os pneus para cima do proprietário, ameaçando atropelá-lo.
Ora, não teria o tal proprietário o legítimo direito de deixar de lado, abandonar mesmo, um veículo tão impertinente? Se o proprietário fosse um outro veículo, na certa estaríamos diante de causa para início de uma guerra, tão comum entre os veículos mas, o proprietário benignamente apenas se afasta, "de boa", pensando em voltar num outro momento, talvez mais propício, a lidar com aquele veículo malvado.
Afastado de seu proprietário, o veiculo diz para si mesmo: "agora, de hoje em diante, eu sou e serei o senhor do meu próprio destino. Só faço o que quiser fazer. Só ando por onde quiser andar". Mas, sem a incômoda presença do motorista o veículo permanece simplesmente parado, o que lhe parece ser muito mais cômodo pois, além de tudo, ele é um veículo preguiçoso, adepto do “dolce far niente”. Parece que o que este veículo gosta e quer mesmo é só de ficar "curtir a brisa".
Só que veio a noite, e com ela outras criaturas, criaturas que se fizeram a si mesma como criaturas das trevas, criaturas que o veículo parecia não conhecer. Assim veio o ladrão e ele viu o veículo ali, parado, “curtindo a brisa”! O veículo até que tentou se defender do ladrão, mas, diferente do proprietário, que educadamente dizia: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo”, o ladrão veio logo metendo o pé com violência pois, “O ladrão não vem senão para roubar, matar, e a destruir”; e, como diz o Chico poeta:
Arromba uma porta
Faz ligação direta
Engata uma primeira
E até
Dobra a Carioca, olerê
Desce a Frei Caneca, olará
Se manda pra Tijuca
Na contramão
Dança pára-lama
Já era pára-choque
Agora ele se chama
Emersão
Sobe no passeio, olerê
Pega no Recreio, olará
Não se liga em freio
Nem direção
Pobre e tolo veículo, era senhor de nada, de nadinha mesmo ... e estava era todo "zuado", confuso e com medo, muito medo! Em apenas uma noite de horror o coitado presenciou e participou de cenas que ele nunca imaginara possível, até um tiro na traseira ele levou.
Mas, no meio da madrugada quando o tanque de combustível secou, o ladrão quis nem saber, abandonou o pobre veículo, lá no Largo da Candelária a mercê de um bando "adictos que ainda sofrem" que lhe arrancaram rodas, bateria, até bancos e outras coisinhas mais. Todo depenado e abandonado o veículo se lembrou de seu dono, de como ele era gentil e atencioso com ele, de como ele era bem cuidado e tratado, e, por fim, de motor cansado e farol baixo, se rendeu antes mesmo de amanhecer!
Pela manhã, quando o sol já ia alto com seu brilho fulgurante, o dono do veículo o encontra em seu local de abandono, o proprietário passa então a chamar os anjos resgatadores, que guincham o veículo a um lugar seguro e ele toma várias providências para o início da recuperação física, mental e espiritual do veículo: o talzinho não é mais insolente agora e, assim, permite tranquilamente que o seu dono volte a cuidar dele.
Bem amados, é assim, como Deus me amou primeiro, eu, em retribuição, escolho "amá-lo também", assim o ladrão não terá poder sobre mim. Se eu amo a Deus eu sou um veículo exclusivo dEle. Isso me convém, pois me dá a garantia que só Ele cuida de mim.
Mas como eu posso dizer que eu verdadeiramente amo a Deus, a quem eu não posso ver, que me é algo difícil a mim compreender, sem eu amar também a você meu irmão e irmã, que se apresenta a mim de carne e osso e a quem eu vejo, pois, ele mesmo ordenou assim: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força, e de toda a tua mente", e também, "o teu próximo como a ti mesmo".
Será que o veículo aprendeu definitivamente a lição? Será que ele não largará da mão de seu dono por todos os passos que terá que dar na vida? Terá ele recaída de insolência algum dia? Voltará ele o mais rápido possível a recuperação caso venha a recair? Durará o veículo para sempre a fim de poder viver no paraíso dos veículos?
Essas e outras respostas você encontra em … “a vida de todos nós e de cada um, adictos em recuperação”. Rsrsrs!
Só por hoje, o programa de N.A. é um programa de amor! Só por hoje, o programa de N.A. é coisa de Deus! SPH, bons momentos a todos!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
"O universo não é explicável, satisfatoriamente, sem Deus!"
Albert Einstein:"Em vista de tal harmonia [existente] no cosmos que eu, com minha limitada mente humana, sou capaz de reconhecer, ainda há pessoas que dizem que Deus não existe. Mas o que realmente me deixa indignado é que eles me citam em apoio de tais pontos de vista."
"Eu não sou ateu e eu não acho que posso me chamar de panteísta. Estamos na posição de uma criança entrando em uma enorme biblioteca cheia de livros em muitas línguas. A criança sabe que alguém deve ter escrito aqueles livros. Ela não sabe como. Não compreende as línguas em que estão escritos. A criança suspeita vagamente de uma misteriosa ordem na organização dos livros, mas não sabe o que é. Isso, parece-me, é a atitude de, mesmo o mais inteligente ser humano para com Deus."
Fonte: Did Albert Einstein Believe in a Personal God? by Rich Deem
Vemos pelas palavras acima, ditas pelo próprio Albert Einstein, que ele, além de ser um cientista genial, era também um homem temente a Deus e cônscio de sua necessidade espiritual.
Mesmo entidades constituídas com os mais puros valores do laicismo, da liberdade de consciência, da igualdade entre cidadãos em matéria religiosa, e da origem humana e democraticamente estabelecida das leis do Estado, não conseguem ficar alheias às necessidades espirituais de seu corpo governante e de seus membros.
O prefácio da literatura denominada "Princípios Espirituais de Narcóticos Anônimos" diz o seguinte: "Há uma coisa que, mais do que qualquer outra coisa, pode derrotar a nossa recuperação: uma atitude de indiferença ou intolerância em relação a princípios espirituais."
O próprio Yeshua ha Mashiach (Jesus, o messias, em hebraico) revelou o segredo a respeito da felicidade superior ao dizer: "Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual" (em Mateus 5:3). A verdadeira felicidade só pode ser encontrada se dermos passos para satisfazer a maior de nossas necessidades: o desejo de saber a verdade sobre Deus e seu propósito para nós.
Ao trilharmos o caminho de nos achegarmos a Deus, de conhecermos os seus requerimentos e de permitirmos que Ele oriente nossas decisões e atitudes, a nossa própria vida vai se tornando cada vez mais satisfatória e significativa. Somos mais felizes naturalmente, por andarmos debaixo do amor e da proteção de Deus, por ouvirmos e obedecermos a seus mandamentos, que em nada são pesados para nós:
"Bem sei, ó Jeová, que não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo." Jeremias 10:23.
Ao deixarmos que Deus governe a nossa vida pessoal, passamos efetivamente a experimentar sensações de sermos mais felizes e de fazermos melhor proveito de nossas vidas:
"Assim disse Jeová, teu Resgatador, o Santo de Israel: "Eu, Jeová, sou teu Deus, Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar"." Isaias 48:17
Isso ocorre por que nos sentimos livre e nos sentimos livres por que passamos a conhecer uma realidade libertadora que nos liga a nossa real essência. Para termos isso basta que deixemos que o soberano do universo treine a nossa própria consciência para a felicidade, por começarmos a fazer as coisas mais básicas que Jeová requer:
"Já te foi dito, ó homem, o que convém, o que o Senhor reclama de ti: que pratiques a justiça, que ames a bondade, e que andes com humildade diante do teu Deus." Miquéias 6:8.
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terça-feira, 25 de maio de 2010
PNL – Programação Neurolingüística - Expansão Emocional, Perceptiva e Mental
As três postagens anteriores fazem parte de uma mesma trilogia temática denominada "PNL – Programação Neurolingüística - Expansão Emocional, Perceptiva e Mental".
O documento integral em formato pdf pode se acessado e baixado em:
PNL – Programação Neurolingüística - Expansão Emocional, Perceptiva e Mental
O documento integral em formato pdf pode se acessado e baixado em:
PNL – Programação Neurolingüística - Expansão Emocional, Perceptiva e Mental
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Expansão Emocional - PNL e o “Playback Theatre”
A PNL (Programação Neurolingüística) estuda a relação da neurologia com os modelos mentais de cada um. As nossas emoções estão relacionadas ao que cada um experimenta em sua própria mente, em função disso o cérebro age ou reage de maneira a disseminar determinado conjunto de emoções.
As técnicas de PNL nos possibilitam vislumbrar as chances que nós temos de modificar os nossos “mapas de mundo” para que, com isso, possamos controlar o impacto daquilo que acontece no mundo, fora de nós, possa ter sobre nós. A capacidade de manter os estados emocionais sob controle, de ter uma vida equilibrada mental e emocionalmente é o que nos assegura uma vida saudável.
Responda a ou b: a) Alguém me chateia? b) Eu me deixo chatear por alguém?
Certamente você respondeu "a" como verdadeiro. Mas, a resposta correta é "b". Alguém ou algo externo somente me chateia, somente pode mecher com minhas emoções, porque algo em mim permite isso. A partir do momento que eu passo a ter uma compreensão de como estes mecanismos ocorrem e que eu passo a conhecer a maneira como posso influenciá-los, de dentro para fora, eu consigo ter autonomia sobre meus estados emocionais e, conseqüentemente, definir o que pode e o que não pode alterar minhas emoções.
O “P” da palavra Programação equivale a APRENDIZADO; o “N” da palavra NEURO representa o sistema nervoso, incluindo os sentidos e o cérebro e o “L” da palavra LINGUÍSTICA é o resultado disso tudo em nós, ou seja, a LINGUAGEM NEUROSENSORIAL, ou seja, o nosso sistema de comunicação que nos permite enviar e receber mensagens, codificando e decodificando tais mensagens e interagindo com os outros.
Como uma pessoa sabe se está chateada ou alegre? Obviamente que é pela percepção de seus estados emocionais, as sensações que sente, interpreta e descreve como sendo uma coisa ou outra, chateação ou alegria.
A PNL é um conjunto de técnicas e processos que exploram os mecanismos naturais de nossa neurologia e, através do auto-entendimento desses mecanismos, permite que possamos fazer a ligação entre a mente o coração, entre a razão e a emoção, entre o material e espiritual, desenvolvendo assim um elevado nível de inteligência emocional e aumentando o nível de autonomia sobre nós mesmos, o que significa ter uma vida equilibrada todos os sentidos.
Ao meu modo de ver, todas as técnicas de PNL podem ser altamente prestativas na ajuda da recuperação e do crescimento humano, mas aqui vou falar de uma técnica em particular: O Playback Theatre.
Antigamente o conhecimento era transmitido quase exclusivamente de forma oral: muitos povos primitivos contavam histórias para ensinar, os índios principalmente faziam isso. Provavelmente você também tenha tido a oportunidade de crescer em contato com o aprendizado por meio de histórias. Histórias contadas, histórias lidas, em casa, na escola, histórias assistidas na televisão, no teatro, no cinema ou mesmo ao vivo. E esta foi umas de suas importantes formas de aprendizagem.
Com o passar do tempo muitas empresas perceberam o grande potencial existente no aprendizado através das histórias; é o momento em que começam a aparecer os “case studies”, as “learning organizations”, os contadores profissionais de histórias e daí por diante. E daí nasceu a idéia do denominado “Playback Theatre”, criado e desenvolvido por Jonathan Fox e sua mulher Jo Salas como uma competente técnica de PNL.
O Playback Theatre é, antes de tudo, teatro, mas é uma forma especial de teatro que recria a vida no palco e de improviso.
O diretor convida o público a contar sua história, estimulando e descontraindo todos os presentes à platéia, e de forma natural alguém acaba por oferecer-se voluntariamente ou acaba concordando com uma indicação dos demais presentes. Este será o narrador. Mas antes da narração vem uma entrevista, feita pelo diretor, com o narrador, à frente de todos, que serve para descontrair ainda mais os presentes, incluindo o próprio narrador e o elenco que, enquanto isso começa a se aquecer, ao mesmo tempo em que o diretor começa a busca de um enredo para que o elenco possa trabalhar. Estimulado pelo diretor, o narrador conta então uma história sua, uma experiência pessoal, algo que lhe tenha acontecido e que lhe tenha sido importante ou interessante.
Concomitantemente, os atores e músicos, num movimento interno e pouco perceptível à platéia, vão se preparando e se aquecendo para entrar em cena. Faz–se necessário incluir no aquecimento a apresentação do trabalho e do grupo, que é explicar às pessoas sobre o que é Playback Theatre, sensibilizando-as de que se trata de um ambiente seguro para contar suas histórias. O diretor deve destacar que as histórias reais de pessoas comuns merecem também um tratamento artístico e que são preciosas para serem compartilhadas em público. A música pode participar deste momento no intuito de estabelecer um clima aconchegante de cordialidade e respeito. A apresentação se encaixa bem, dividida em duas partes, uma parte no inicio, antes da definição do narrador, e outra parte após o narrador terminar a narração.
Para que a platéia comece a se integrar no processo do playback, o elenco faz uma série de três ou quatro Esculturas Fluídas, nome dado a uma das formas de interpretar as histórias narradas durante uma apresentação de Playback Theatre. Consiste em formações cênicas com som e movimento feitas pelos atores, com o intuito de representar respostas da platéia às questões feitas pelo diretor.
Geralmente as questões são a respeito de aspectos emocionais, por exemplo, como as pessoas estão se sentindo naquele momento. Então, são ditas palavras que representam este estado de ânimo, sensações e sentimentos. A resposta é voluntária e individual, embora todos sejam convidados a participar, em nenhum momento são pressionados a fazê–lo. O diretor pode solicitar mais destes sentimentos, no próprio aquecimento, ou para modificar o ritmo de uma apresentação que tenha sido extensa ou muito falada.
Orientado pelo diretor, o próprio narrador é quem escolhe, por fim qual será o ator vai fazer cada personagem em sua história, inclusive o ator que irá representar o seu próprio papel. Ao final da narração / apresentação / aquecimento, o diretor diz aos presentes "Vamos ver" e, em menos de 1 minuto, sem ensaios ou combinações prévias, o elenco entra em cena e transforma a história narrada em uma pequena peça de teatro.
O objetivo principal do Playback Theatre é amplificar a vida, através da arte, iluminando-a com os holofotes especiais da emoção, da melodia, da poesia, do texto encenado. Nesta amplificação, é buscado exaltar o que existe de aprendizado em cada história (a moral da história).
O princípio básico é de que podemos aprender uns com as histórias dos outros; com as experiências uns dos outros. É um teatro em que o público não sabe o que vai assistir e os atores não sabem o que vão interpretar e todos aprendem com isso.
Uma forma de vencer é encontrar a criança que há dentro de você e amá-la, pois, a nossa verdadeira evolução psico-emocional e social só pode começar dentro de nós mesmos. Carregue a criança que há em você pela sua própria mão e deixe-a sonhar, pois ela sabe que não há sonhos impossíveis, o que há, de fato, são sonhos dos quais desistimos, muitas vezes simplesmente por desconhecermos as ferramentas de como os racionalizamos, torná-los em planos e realizá-los.
Isso acaba por nos tornar em sonhadores desiludidos, muitas vezes até mesmo antes de sequer tentar. Tentar não significa, necessariamente, conseguir, mas todos que efetivamente conseguem, tentam, tentaram antes e possivelmente mais de uma vez. Nem mesmo os melhores craques do futebol acertam todas “de primeira", mas nem por isso deixam de tentar um improviso.
Expansão Perceptiva - PNL e os “Mapas de Mundo”

No sistema de crenças da PNL é impossível ao ser humano conhecer a realidade objetiva, ou seja, como seres humanos, jamais conheceremos a realidade. Nós apenas podemos saber das nossas próprias percepções da realidade uma vez que os nossos sentidos são limitados no espaço, de maneira que uma pessoa, qualquer pessoa, percebe somente uma parte pequena da experiência do mundo que se lhe apresenta.
Nossos sentidos, nossas crenças e a nossas experiências passadas nos induzem a criar um “mapa de mundo” especifico, o qual usamos como guia para interagimos com a realidade de uma dada parcela do mundo a nossa volta. Desta forma podemos dizer que a maneira da pessoa perceber o mundo é filtrada pela sua biologia, pela sua subjetividade, por suas crenças, valores e suposições. Estes filtros formam a construção lógica do mundo da pessoa, o qual por sua vez é dividido em um certo numero de parcelas ou ambientes.
O tempo todo, sob quaisquer circunstâncias e em qualquer ambiente, a mente e o corpo humano interagem entre si e se influenciam de forma mútua. É impossível realizar uma mudança em um, sem que o outro seja afetado e, de alguma forma, reaja. Quando passamos a pensar de uma forma diferente da usual, nossos corpos também mudam, e por sua vez, quando passamos a agir corporalmente de forma diferente, modificamos também nossos pensamentos e por conseguinte os nossos sentimentos. Observe-se atentamente e constate como os nossos pensamentos e sensações afetam de imediato nossa tensão muscular, respiração e sensações. Outro sim, quando agentes externos atuam em nosso corpo de forma provocar alterações fisiológicas, isso afeta também os nossos pensamentos e nosso estado de humor. Quando aprendemos a mudar um deles, por conseguinte, aprendemos a mudar o outro também.
O complexo mente-corpo (neuro) e o que as pessoas comunicam (lingüística), interagem juntos para formar a percepção do mundo, ou os mapas de mundo (percepção). Alguns mapas são melhores que outros para nos orientar num caminho adequado. Geralmente, não é a realidade em si que nos limita ou no dá poder, mas sim, o mapa que nós elaboramos dessa realidade. A PNL é a arte que nos permite por meio de técnicas, mudar esses mapas (programação) para que tenhamos maior liberdade de ação e melhor controle sobre nós mesmos.
Os modelos e técnicas da PNL são baseados na combinação desses princípios, cujo objetivo é possibilitar que uma pessoa recrie seu mapa de mundo com uma maior riqueza, por meio da expansão da experiência e respeitando a nossa própria natureza ecológica e a do mundo em que vivemos.
As pessoas mais efetivas são aquelas que têm um mapa de mundo que lhes permite perceber o maior número possível de escolhas e perspectivas. A PNL é um meio de enriquecer sua visão com relação às opções disponíveis a sua volta e de facilitar as suas escolhas. Trata-se, assim do reconhecimento do inconteste fato de que temos muitas escolhas, combinada com a sabedoria de desfrutarmos de muitas perspectivas a fim de fazermos as escolhas mais adequadas.
Procuramos expandir nosso mapa para termos mais escolhas e quanto mais as tivermos, mais estaremos livres e menos influências negativas sofreremos. A PNL permite o nosso autodesenvolvimento e mudança de postura, para isso primeiro a usamos para mudar a nós mesmos – “Quando eu mudo em mim o mundo muda para mim” – e em segundo lugar para ajudar a melhorar as pessoas que estão a nossa volta. Quanto mais soubermos a respeito de nós mesmo, mais poderemos ajudar os outros também. Exercitando nossa flexibilidade somos capazes de nos colocar em segunda posição. Estar em segunda posição é dar o salto criativo de sua imaginação para compreender o mundo a partir da perspectiva de outra pessoa, pensar de uma forma pela qual ela pensa.
Comportamentos indesejados, reações recorrentes, tais como o uso do álcool, do cigarro e de outras drogas, apresentam de alguma forma um ganho secundário, algo que torna tais adicções prazerosas. Às vezes esses comportamentos oferecem uma resistência maior à mudança. Uma boa opção é produzir escolhas, outras opções que possam fornecer o mesmo prazer que a atividade indesejada proporciona a fim de substituí-la. Toda grande mudança é caracterizada pelos seguintes eventos:
1. O Desejo - O seu desejo. Sinta-se merecedor daquilo. Você possui todos os recursos que precisa para atingir o nível de mudança desejado. Esta meta é possível e você pode chegar lá;
2. O Problema - Este é o estado atual. Como você se encontra agora. O que precisa ser mudado para a natureza restaurada em equilíbrio ecológico completo. Estabeleça um problema de cada vez e se esse for muito grande, divida-o em partes, para tornar mais fácil sua resolução;
3. A Boa Formulação de Objetivos - Nesta etapa você vai se programar. Traçar seu plano de ação para conseguir o resultado desejado. Liste todas as ações possíveis para você e não se esqueça da ecologia;
4. A Ação – A partir do plano traçado, é hora de partir para a ação. Comece gradativamente a executar passos e vá anotando todos os ganhos que você obter. Parabenize-se quando tiver um resultado positivo. Se for preciso use sua flexibilidade e altere o plano;
5. A Revelação – À medida que suas ações forem praticadas, seu comportamento automaticamente irá mudando. Você poderá não perceber, mas os outros a sua volta sentirão a mudança e lhe darão um retorno disso;
6. O Auto-Conhecimento – Aprenda com isso. Transforme a experiência negativa em recursos. Eles serão úteis para você e para os outros.
Possuímos três maneiras para orientar nossos pensamentos:
1. Captar as informações do mundo externo;
2. Lembrar das informações que já estão em nossa mente, ou;
3. Construir uma informação a partir de fragmentos.
O quadro abaixo mostra como podemos gerar comportamentos e ações:

Com isso podemos organizar nossas ações e pensamentos em prol de uma mudança positiva. Comece pequeno, mas aja. Aja com eficácia, faça as coisas mais importantes primeiro e nós sabemos o que é mais importante. Você é o principal responsável pelo seu sucesso pessoal e profissional. Não fique esperando pela iniciativa alheia, tome você mesmo a responsabilidade pelos seus desejos, movimente o leme e mude o curso para navegar o rio da vida.
Eu, particularmente, tenho experimentado muito bons resultados por aplicar tais técnicas à minha própria recuperação e crescimento humano e na verdade, digo mais: tenho mesmo a percepção de que agora, só por hoje, eu estou em crescimento e expansão emocional, perceptiva e mental e me sinto muito grato e satisfeito por poder escolher compartilhar esses conhecimentos, aqui, com vocês.
Tenham todos bons momentos e boas percepções!
Expansão do Conhecimento – PNL e os “Mapas Mentais”:
Um mapa mental (ou mapa da mente) é como denominamos um tipo de diagrama, inicialmente desenvolvido pelo autor e consultor educacional inglês Tony Buzan, que vem sendo cada vez mais utilizado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e no aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de idéias); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.
Os mapas mentais funcionam exatamente como funciona o cérebro, deste modo, eles são essencialmente diagramas hierárquicos (em árvore) que representam informações e conhecimentos nas suas várias formas:
• textos, ilustrações ou ambas;
• sintética;
• organizada e nivelada.
Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro (tópico central), a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas, assim, um mapa mental é formado por tópicos, ramos e relações, organizados em níveis a partir de um tópico ou idéia central, e é por isto que a forma de pensar associada a essa estrutura é chamada de “pensamento radiante”. Um tópico pode ser representado por uma palavra (texto), uma expressão (sintética), uma imagem (ilustração) ou por uma combinação dessas formas.
Muito embora sequer percebamos isso, o simples pensar em uma ação a ser realizada, por mais elementar que seja tal ação, é uma atividade que gera um mapa mental virtual, internamente, inerente ao próprio pensamento. Por falta de conhecimento ou de prática, ainda hoje, poucas pessoas têm a habilidade de “enxergar” a formação de mapas mentais durante seus processos racionais. O interessante é que a prática da elaboração de mapas mentais “visíveis” podem ajudar uma pessoa a ter uma melhor compreensão dos seus próprios processos racionais.
Mapas mentais visíveis podem ser elaborados por meio de canetas coloridas sobre folhas de papel ou usando um programa de computador dedicado.
Os mapas mentais visíveis podem ser aplicados como ferramenta para facilitar qualquer tarefa cotidiana, atividade profissional, ou lazer, de modo individual ou em grupo para planejar qualquer tipo de evento. Trata-se de um método para planejamento e registro gráfico cada vez mais usado em todas as áreas de conhecimento humano.
Um dos possíveis usos de mapas mentais é para registrar afazeres cotidianos. Uma primeira abordagem normalmente é registrar todas as coisas para fazer em um só mapa mental.
Vamos a um exemplo bem simples, a elaboração de uma agenda de atividades de rotina, expressa na forma de um diagrama de mapa mental, que eu emprestei de uma amiga minha, muito esperta, que o adotou como ferramenta para facilitar o seu atribulado cotidiano, para suas atividade em casa, já que, além de cuidar dos assuntos da casa e da família, ela ainda trabalha também fora de casa:

Nessa primeira abordagem registramos todas as coisas para fazer em um só mapa mental. Isso pode apresentar um potencial inconveniente: o mapa mental pode ficar muito grande e de manutenção e manuseio mais difíceis.
Uma forma de lidar com isso se baseia no fato de que, dentre os afazeres, há alguns constantes e repetitivos, o que chamamos de rotina. Separando os afazeres estáveis dos dinâmicos, podemos elaborar um mapa mental para os primeiros e outro para os segundos. Assim, o mapa mental mais sujeito a alterações fica menor e mais tratável.
Às vezes você terá que fazer algo, mas ainda não decidiu o que será, como no caso de um aniversário. Assim, o conteúdo do mapa mental da rotina inclui também eventos.
Benefícios e Vantagens do Mapa Mental (um caminho da aprendizagem eficaz):
O uso de mapas mentais traz inúmeros benefícios para seus usuários. Conheça alguns deles:
Intelectuais:
• Desenvolve a busca e a percepção de múltiplos aspectos do um assunto ou situação;
• Facilita a memorização e a lembrança por serem organizados, por conter imagens e somente idéias essenciais;
• Desenvolve a habilidade de organizar conhecimentos, que é crítica face à quantidade deles com que muitas vezes temos que lidar;
• Facilita a aplicação do conhecimento, por serem uma representação mais próxima da que é utilizada mentalmente;
• Desenvolve a objetividade, filtrando idéias que não se encaixam no todo ou que não são essenciais;
• Estimula a visão de uma idéia em um contexto mais amplo, ao invés de isolada, proporcionando uma compreensão mais abrangente e equilibrada;
• Desenvolve igualmente a habilidade de síntese e de análise, incluindo a estruturação de tópicos em categorias;
• Fornece uma estrutura organizada para integração de novos conhecimentos;
• Fornecem uma estrutura para "o que falta saber", ou seja, as partes estruturais do mapa (variáveis) que ainda não tem conteúdo, definindo para a pessoa com precisão o que ela sabe e o que não sabe;
• Estimula a liberdade de pensamento e conseqüentemente a criatividade, porque o brainstorm, ou livre fluxo de idéias, é parte da cultura dos mapas mentais;
• Desenvolve a habilidade de pensar por relações, uma das bases do pensamento sistêmico.
Emocionais:
• Como decorrência, expande em geral na pessoa o grau de segurança e tranqüilidade, a auto-estima, autoconfiança e senso de capacidade, com conseqüente e natural aceitação de desafios maiores;
• Reduz ou eliminam o estresse causado por excesso de informação e de atividades, e pela sua desorganização;
• Mantém a pessoa no controle dos seus processos criativos e analíticos e de grandes quantidades de informação, com conseqüente maior previsibilidade dos resultados;
• Por ser visual e colorido e também atraente e desperta maior interesse, em particular dos mais jovens, tornando-os mais receptivos e cooperativos.
Materiais:
• Em geral, possibilita um aumento da produtividade e da competência;
• Significativa redução do tempo de planejamento, elaboração e revisão de tarefas escritas;
• Significativa redução do volume físico de papel relativo a notas e material de estudo;
• Significativa redução do tempo requerido para planejamento, elaboração e preparação de apresentações;
• Facilidade excepcional para reestruturar qualquer grupo de informações interligadas.
Efeito sobre as decisões:
• As decisões se tornam mais precisas e estáveis, pela consideração de mais aspectos e possibilidades;
• Maior flexibilidade, devido à visão mais ampla e completa de um assunto ou situação e à percepção de mais alternativas.
Benefícios para equipes, grupos e turmas:
• Treinamentos se tornam mais efetivos, seja pela boa estruturação do conteúdo, pela facilidade de estudo e revisão, seja pela melhor comunicação do instrutor;
• Facilita a coordenação dos integrantes por meio de uma melhor e mais fácil divisão de tarefas, dentro de uma visão global, aumentando a probabilidade de que as metas do grupo sejam atingidas;
• Facilita a comunicação em grupos, dando um foco de concordância ou divergência e colocando todas as contribuições em um mesmo contexto;
• Facilita o compartilhamento de conhecimento, pela distribuição de mapas mentais.
Os mapas mentais funcionam exatamente como funciona o cérebro, deste modo, eles são essencialmente diagramas hierárquicos (em árvore) que representam informações e conhecimentos nas suas várias formas:
• textos, ilustrações ou ambas;
• sintética;
• organizada e nivelada.
Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro (tópico central), a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas, assim, um mapa mental é formado por tópicos, ramos e relações, organizados em níveis a partir de um tópico ou idéia central, e é por isto que a forma de pensar associada a essa estrutura é chamada de “pensamento radiante”. Um tópico pode ser representado por uma palavra (texto), uma expressão (sintética), uma imagem (ilustração) ou por uma combinação dessas formas.
Muito embora sequer percebamos isso, o simples pensar em uma ação a ser realizada, por mais elementar que seja tal ação, é uma atividade que gera um mapa mental virtual, internamente, inerente ao próprio pensamento. Por falta de conhecimento ou de prática, ainda hoje, poucas pessoas têm a habilidade de “enxergar” a formação de mapas mentais durante seus processos racionais. O interessante é que a prática da elaboração de mapas mentais “visíveis” podem ajudar uma pessoa a ter uma melhor compreensão dos seus próprios processos racionais.
Mapas mentais visíveis podem ser elaborados por meio de canetas coloridas sobre folhas de papel ou usando um programa de computador dedicado.
Os mapas mentais visíveis podem ser aplicados como ferramenta para facilitar qualquer tarefa cotidiana, atividade profissional, ou lazer, de modo individual ou em grupo para planejar qualquer tipo de evento. Trata-se de um método para planejamento e registro gráfico cada vez mais usado em todas as áreas de conhecimento humano.
Um dos possíveis usos de mapas mentais é para registrar afazeres cotidianos. Uma primeira abordagem normalmente é registrar todas as coisas para fazer em um só mapa mental.
Vamos a um exemplo bem simples, a elaboração de uma agenda de atividades de rotina, expressa na forma de um diagrama de mapa mental, que eu emprestei de uma amiga minha, muito esperta, que o adotou como ferramenta para facilitar o seu atribulado cotidiano, para suas atividade em casa, já que, além de cuidar dos assuntos da casa e da família, ela ainda trabalha também fora de casa:

Nessa primeira abordagem registramos todas as coisas para fazer em um só mapa mental. Isso pode apresentar um potencial inconveniente: o mapa mental pode ficar muito grande e de manutenção e manuseio mais difíceis.
Uma forma de lidar com isso se baseia no fato de que, dentre os afazeres, há alguns constantes e repetitivos, o que chamamos de rotina. Separando os afazeres estáveis dos dinâmicos, podemos elaborar um mapa mental para os primeiros e outro para os segundos. Assim, o mapa mental mais sujeito a alterações fica menor e mais tratável.
Às vezes você terá que fazer algo, mas ainda não decidiu o que será, como no caso de um aniversário. Assim, o conteúdo do mapa mental da rotina inclui também eventos.
Benefícios e Vantagens do Mapa Mental (um caminho da aprendizagem eficaz):
O uso de mapas mentais traz inúmeros benefícios para seus usuários. Conheça alguns deles:
Intelectuais:
• Desenvolve a busca e a percepção de múltiplos aspectos do um assunto ou situação;
• Facilita a memorização e a lembrança por serem organizados, por conter imagens e somente idéias essenciais;
• Desenvolve a habilidade de organizar conhecimentos, que é crítica face à quantidade deles com que muitas vezes temos que lidar;
• Facilita a aplicação do conhecimento, por serem uma representação mais próxima da que é utilizada mentalmente;
• Desenvolve a objetividade, filtrando idéias que não se encaixam no todo ou que não são essenciais;
• Estimula a visão de uma idéia em um contexto mais amplo, ao invés de isolada, proporcionando uma compreensão mais abrangente e equilibrada;
• Desenvolve igualmente a habilidade de síntese e de análise, incluindo a estruturação de tópicos em categorias;
• Fornece uma estrutura organizada para integração de novos conhecimentos;
• Fornecem uma estrutura para "o que falta saber", ou seja, as partes estruturais do mapa (variáveis) que ainda não tem conteúdo, definindo para a pessoa com precisão o que ela sabe e o que não sabe;
• Estimula a liberdade de pensamento e conseqüentemente a criatividade, porque o brainstorm, ou livre fluxo de idéias, é parte da cultura dos mapas mentais;
• Desenvolve a habilidade de pensar por relações, uma das bases do pensamento sistêmico.
Emocionais:
• Como decorrência, expande em geral na pessoa o grau de segurança e tranqüilidade, a auto-estima, autoconfiança e senso de capacidade, com conseqüente e natural aceitação de desafios maiores;
• Reduz ou eliminam o estresse causado por excesso de informação e de atividades, e pela sua desorganização;
• Mantém a pessoa no controle dos seus processos criativos e analíticos e de grandes quantidades de informação, com conseqüente maior previsibilidade dos resultados;
• Por ser visual e colorido e também atraente e desperta maior interesse, em particular dos mais jovens, tornando-os mais receptivos e cooperativos.
Materiais:
• Em geral, possibilita um aumento da produtividade e da competência;
• Significativa redução do tempo de planejamento, elaboração e revisão de tarefas escritas;
• Significativa redução do volume físico de papel relativo a notas e material de estudo;
• Significativa redução do tempo requerido para planejamento, elaboração e preparação de apresentações;
• Facilidade excepcional para reestruturar qualquer grupo de informações interligadas.
Efeito sobre as decisões:
• As decisões se tornam mais precisas e estáveis, pela consideração de mais aspectos e possibilidades;
• Maior flexibilidade, devido à visão mais ampla e completa de um assunto ou situação e à percepção de mais alternativas.
Benefícios para equipes, grupos e turmas:
• Treinamentos se tornam mais efetivos, seja pela boa estruturação do conteúdo, pela facilidade de estudo e revisão, seja pela melhor comunicação do instrutor;
• Facilita a coordenação dos integrantes por meio de uma melhor e mais fácil divisão de tarefas, dentro de uma visão global, aumentando a probabilidade de que as metas do grupo sejam atingidas;
• Facilita a comunicação em grupos, dando um foco de concordância ou divergência e colocando todas as contribuições em um mesmo contexto;
• Facilita o compartilhamento de conhecimento, pela distribuição de mapas mentais.
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