quarta-feira, 26 de maio de 2010

"O universo não é explicável, satisfatoriamente, sem Deus!"

Albert Einstein:

"Em vista de tal harmonia [existente] no cosmos que eu, com minha limitada mente humana, sou capaz de reconhecer, ainda há pessoas que dizem que Deus não existe. Mas o que realmente me deixa indignado é que eles me citam em apoio de tais pontos de vista."

"Eu não sou ateu e eu não acho que posso me chamar de panteísta. Estamos na posição de uma criança entrando em uma enorme biblioteca cheia de livros em muitas línguas. A criança sabe que alguém deve ter escrito aqueles livros. Ela não sabe como. Não compreende as línguas em que estão escritos. A criança suspeita vagamente de uma misteriosa ordem na organização dos livros, mas não sabe o que é. Isso, parece-me, é a atitude de, mesmo o mais inteligente ser humano para com Deus."

Fonte: Did Albert Einstein Believe in a Personal God? by Rich Deem

Vemos pelas palavras acima, ditas pelo próprio Albert Einstein, que ele, além de ser um cientista genial, era também um homem temente a Deus e cônscio de sua necessidade espiritual.

Mesmo entidades constituídas com os mais puros valores do laicismo, da liberdade de consciência, da igualdade entre cidadãos em matéria religiosa, e da origem humana e democraticamente estabelecida das leis do Estado, não conseguem ficar alheias às necessidades espirituais de seu corpo governante e de seus membros.

O prefácio da literatura denominada "Princípios Espirituais de Narcóticos Anônimos" diz o seguinte: "Há uma coisa que, mais do que qualquer outra coisa, pode derrotar a nossa recuperação: uma atitude de indiferença ou intolerância em relação a princípios espirituais."

O próprio Yeshua ha Mashiach (Jesus, o messias, em hebraico) revelou o segredo a respeito da felicidade superior ao dizer: "Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual" (em Mateus 5:3). A verdadeira felicidade só pode ser encontrada se dermos passos para satisfazer a maior de nossas necessidades: o desejo de saber a verdade sobre Deus e seu propósito para nós.

Ao trilharmos o caminho de nos achegarmos a Deus, de conhecermos os seus requerimentos e de permitirmos que Ele oriente nossas decisões e atitudes, a nossa própria vida vai se tornando cada vez mais satisfatória e significativa. Somos mais felizes naturalmente, por andarmos debaixo do amor e da proteção de Deus, por ouvirmos e obedecermos a seus mandamentos, que em nada são pesados para nós:

"Bem sei, ó Jeová, que não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo." Jeremias 10:23.

Ao deixarmos que Deus governe a nossa vida pessoal, passamos efetivamente a experimentar sensações de sermos mais felizes e de fazermos melhor proveito de nossas vidas:

"Assim disse Jeová, teu Resgatador, o Santo de Israel: "Eu, Jeová, sou teu Deus, Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar"." Isaias 48:17

Isso ocorre por que nos sentimos livre e nos sentimos livres por que passamos a conhecer uma realidade libertadora que nos liga a nossa real essência. Para termos isso basta que deixemos que o soberano do universo treine a nossa própria consciência para a felicidade, por começarmos a fazer as coisas mais básicas que Jeová requer:

"Já te foi dito, ó homem, o que convém, o que o Senhor reclama de ti: que pratiques a justiça, que ames a bondade, e que andes com humildade diante do teu Deus." Miquéias 6:8.
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Este trabalho de André Luis Lenz, foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
 
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